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Soja tem dia lento e com preços estáveis no Brasil

Dólar e Chicago recuaram e afastaram os negociadores enquanto o plantio continua como prioridade neste momento

05 de novembro de 2019 às 18h06
Por Agência Safras
soja em grão, colheita

soja em grão, colheita

O mercado brasileiro de soja teve um dia de preços estáveis e poucos negócios. Dólar e Chicago recuaram e afastaram os negociadores. O plantio continua sendo a prioridade neste momento. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 83,00. Na região das Missões, a cotação ficou em R$ 82,50. No porto de Rio Grande, o preço baixou de R$ 88,50 para R$ 88,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço estabilizou em R$ 83,00 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca permaneceu em R$ 88,50. Em Rondonópolis (MT), a saca avançou de R$ 79,50 para R$ 80,00. Em Dourados (MS), a cotação aumentou de R$ 80,50 para R$ 81,50. Em Rio Verde (GO), a saca seguiu em R$ 80,00.

Chicago 

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços mais baixos. A previsão de clima seco e avanço da colheita nos Estados Unidos e a ausência de novidades sobre o acordo comercial entre chineses e americanos pressionaram os preços.

Os negociadores também começam a buscar um melhor posicionamento frente ao relatório de novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta, 8.

O Departamento deverá indicar redução na estimativa para a safra americana de soja em 2019/20. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam que o USDA indicará produção americana em 2019 de 3,513 bilhões de bushels, contra 3,550 bilhões indicados em outubro e 4,528 bilhões do ano anterior.

Em relação aos estoques de passagem, o USDA deverá reduzir a sua estimativa para a temporada 2019/20 de 460 milhões para 429 milhões de bushels. Os estoques globais da oleaginosa deverão ser elevados de 109,9 milhões de toneladas para 110,3 milhões de toneladas em 2018/19. Para a próxima temporada, a expectativa é de estoques de 95 milhões, contra 95,2 milhões projetados em outubro.

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 3,75 centavos de dólar (0,39%), a US$ 9,34 1/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 9,47 1/4 por bushel, perda de 4,00 centavos de dólar, ou 0,42%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo subiu US$ 0,30 por tonelada (0,09%), sendo negociada a US$ 302,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 31,57 centavos de dólar, baixa de 0,30 centavo ou 0,94%.

Câmbio 

O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com baixa de 0,54%, sendo negociado a R$ 3,9930 para venda e a R$ 3,991 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,985 e a máxima de R$ 4,025.

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Dólar e Chicago recuaram e afastaram os negociadores enquanto o plantio continua como prioridade neste momento

05 de novembro de 2019 às 18h06
Por Agência Safras
soja em grão, colheita

soja em grão, colheita

O mercado brasileiro de soja teve um dia de preços estáveis e poucos negócios. Dólar e Chicago recuaram e afastaram os negociadores. O plantio continua sendo a prioridade neste momento. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 83,00. Na região das Missões, a cotação ficou em R$ 82,50. No porto de Rio Grande, o preço baixou de R$ 88,50 para R$ 88,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço estabilizou em R$ 83,00 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca permaneceu em R$ 88,50. Em Rondonópolis (MT), a saca avançou de R$ 79,50 para R$ 80,00. Em Dourados (MS), a cotação aumentou de R$ 80,50 para R$ 81,50. Em Rio Verde (GO), a saca seguiu em R$ 80,00.

Chicago 

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços mais baixos. A previsão de clima seco e avanço da colheita nos Estados Unidos e a ausência de novidades sobre o acordo comercial entre chineses e americanos pressionaram os preços.

Os negociadores também começam a buscar um melhor posicionamento frente ao relatório de novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta, 8.

O Departamento deverá indicar redução na estimativa para a safra americana de soja em 2019/20. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam que o USDA indicará produção americana em 2019 de 3,513 bilhões de bushels, contra 3,550 bilhões indicados em outubro e 4,528 bilhões do ano anterior.

Em relação aos estoques de passagem, o USDA deverá reduzir a sua estimativa para a temporada 2019/20 de 460 milhões para 429 milhões de bushels. Os estoques globais da oleaginosa deverão ser elevados de 109,9 milhões de toneladas para 110,3 milhões de toneladas em 2018/19. Para a próxima temporada, a expectativa é de estoques de 95 milhões, contra 95,2 milhões projetados em outubro.

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 3,75 centavos de dólar (0,39%), a US$ 9,34 1/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 9,47 1/4 por bushel, perda de 4,00 centavos de dólar, ou 0,42%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo subiu US$ 0,30 por tonelada (0,09%), sendo negociada a US$ 302,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 31,57 centavos de dólar, baixa de 0,30 centavo ou 0,94%.

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O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com baixa de 0,54%, sendo negociado a R$ 3,9930 para venda e a R$ 3,991 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,985 e a máxima de R$ 4,025.

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