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SAFRA 2018/2019

Soja: Conab mantém previsão que país colherá menos de 114 milhões de toneladas

Para a entidade, o Paraná terá uma quebra levemente menor que a esperada antes e o Rio Grande do Sul deve registrar um recorde histórico na produção

11 de abril de 2019 às 11h37
Por Daniel Popov, de São Paulo

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revisou sua previsão para a safra de soja do Brasil e apesar da leve alta, os números seguem abaixos dos 114 milhões de toneladas. Os números desqualificam, mais uma vez, os dados divulgados recentemente pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que estimam uma safra brasileira de 117 milhões de toneladas.

Conforme a safra brasileira entra na reta final da colheita, os relatórios da Conab variam menos que os iniciais. Este último relatório, divulgado nesta quinta-feira, dia 11, a entidade acredita que o país colherá 113,8 milhões de toneladas, contra os 113,1 do relatório de março. Os números atuais são 4,6% menores que os 119,2 milhões de toneladas do ano passado.

Quebras menores

Desde o início da colheita uma certeza já pairava sobre os relatórios da Conab: a forte quebra no Paraná. O clima de fato atrapalhou e o estado fechará a safra com uma quebra significativa. Entretanto, após vários relatórios com volumes sendorebaixados, neste último a entidade acredita que o estado colherá 16,3 milhões de toneladas, levemente acima das 16,1 milhões de toneladas de março. Os números ainda representam uma forte queda de 14,6% ante a temporada anterior (19,1 milhões de toneladas).

Goiás também tinha a perspectiva de ter um prejuízo maior do que vem se confirmando. Agora a Conab diz que o estado colherá no máximo 11,2 milhões de toneladas, contra as 11 milhões de toneladas do relatório de março e as 11,7 milhões de toneladas de 2018.

Mas a mais significativa das perdas nacionais, que aconteceria na Bahia, pode ser um pouco menos pior. Isso porque a estimativa de março apontava para uma produção 21,1% menor que a de 2018, mas agora em abril diminuiu essa margem para 19,7%, atingindo 5 milhões de toneladas.

Quebras ainda maiores

Entre os estados que tiveram suas perspectivas de produção revisadas para baixo, o destaque fica com São Paulo que agora deve colher 2,9 milhões de toneladas, 13% a menos que no ano passado. No levantamento anterior, de março, a Conab previa que o estado conseguiria colher 3,2 milhões de toneladas.

Recorde

Até março, a previsão era de que o Rio Grande do Sul colheria a segunda maior safra de soja de sua história, mas isso mudou e agora, se a safra fechar assim, o estado deverá colher um recorde de 18,748 milhões de toneladas, ante as 18,713 da temporada 2016/2017.

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Soja: Conab mantém previsão que país colherá menos de 114 milhões de toneladas

Para a entidade, o Paraná terá uma quebra levemente menor que a esperada antes e o Rio Grande do Sul deve registrar um recorde histórico na produção

11 de abril de 2019 às 11h37
Por Daniel Popov, de São Paulo

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revisou sua previsão para a safra de soja do Brasil e apesar da leve alta, os números seguem abaixos dos 114 milhões de toneladas. Os números desqualificam, mais uma vez, os dados divulgados recentemente pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que estimam uma safra brasileira de 117 milhões de toneladas.

Conforme a safra brasileira entra na reta final da colheita, os relatórios da Conab variam menos que os iniciais. Este último relatório, divulgado nesta quinta-feira, dia 11, a entidade acredita que o país colherá 113,8 milhões de toneladas, contra os 113,1 do relatório de março. Os números atuais são 4,6% menores que os 119,2 milhões de toneladas do ano passado.

Quebras menores

Desde o início da colheita uma certeza já pairava sobre os relatórios da Conab: a forte quebra no Paraná. O clima de fato atrapalhou e o estado fechará a safra com uma quebra significativa. Entretanto, após vários relatórios com volumes sendorebaixados, neste último a entidade acredita que o estado colherá 16,3 milhões de toneladas, levemente acima das 16,1 milhões de toneladas de março. Os números ainda representam uma forte queda de 14,6% ante a temporada anterior (19,1 milhões de toneladas).

Goiás também tinha a perspectiva de ter um prejuízo maior do que vem se confirmando. Agora a Conab diz que o estado colherá no máximo 11,2 milhões de toneladas, contra as 11 milhões de toneladas do relatório de março e as 11,7 milhões de toneladas de 2018.

Mas a mais significativa das perdas nacionais, que aconteceria na Bahia, pode ser um pouco menos pior. Isso porque a estimativa de março apontava para uma produção 21,1% menor que a de 2018, mas agora em abril diminuiu essa margem para 19,7%, atingindo 5 milhões de toneladas.

Quebras ainda maiores

Entre os estados que tiveram suas perspectivas de produção revisadas para baixo, o destaque fica com São Paulo que agora deve colher 2,9 milhões de toneladas, 13% a menos que no ano passado. No levantamento anterior, de março, a Conab previa que o estado conseguiria colher 3,2 milhões de toneladas.

Recorde

Até março, a previsão era de que o Rio Grande do Sul colheria a segunda maior safra de soja de sua história, mas isso mudou e agora, se a safra fechar assim, o estado deverá colher um recorde de 18,748 milhões de toneladas, ante as 18,713 da temporada 2016/2017.

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