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FECHAMENTO DO MERCADO

Negociação entre China e EUA faz preço da soja subir em Chicago

Os contratos de setembro fecharam em alta de 1,09% nesta terça, chegando a US$ 8,76, enquanto a posição novembro foi a US$ 8,89

13 de agosto de 2019 às 16h21
Por Agência Safras

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços mais altos. O mercado encontrou sustentação em informações sinalizando avanço nas negociações entre Estados Unidos e China em busca de um acordo comercial. O relatório altista do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) completou o cenário positivo.  

Segundo o escritório de Comércio dos Estados Unidos, certos itens estão sendo removidos da nova lista tarifária da China por questões que envolvem “saúde, segurança, segurança nacional e outros fatores”, enquanto as tarifas sobre outros itens serão adiadas de setembro para 15 de dezembro. 

Os produtos do grupo que terão tarifas postergadas incluem “telefones celulares, laptops, consoles de videogame, certos brinquedos, monitores de computador e certos itens de calçados e roupas”, informou o escritório. Estes itens se referem à lista de 10% anunciada recentemente pela administração Trump. 

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com alta de 9,50 centavos de dólar, ou 1,09%, em relação ao fechamento anterior, a US$ 8,76 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 8,89 por bushel, com ganho de 9,75 centavos de dólar por bushel, ou 1,1%. 

Nos subprodutos, a posição setembro do farelo fechou com alta de US$ 5,80 ou 1,97% a US$ 299,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em setembro fecharam a 29,17 centavos de dólar, baixa de 0,49 centavo, ou 1,65% em relação ao fechamento anterior.

 

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Negociação entre China e EUA faz preço da soja subir em Chicago

Os contratos de setembro fecharam em alta de 1,09% nesta terça, chegando a US$ 8,76, enquanto a posição novembro foi a US$ 8,89

13 de agosto de 2019 às 16h21
Por Agência Safras

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços mais altos. O mercado encontrou sustentação em informações sinalizando avanço nas negociações entre Estados Unidos e China em busca de um acordo comercial. O relatório altista do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) completou o cenário positivo.  

Segundo o escritório de Comércio dos Estados Unidos, certos itens estão sendo removidos da nova lista tarifária da China por questões que envolvem “saúde, segurança, segurança nacional e outros fatores”, enquanto as tarifas sobre outros itens serão adiadas de setembro para 15 de dezembro. 

Os produtos do grupo que terão tarifas postergadas incluem “telefones celulares, laptops, consoles de videogame, certos brinquedos, monitores de computador e certos itens de calçados e roupas”, informou o escritório. Estes itens se referem à lista de 10% anunciada recentemente pela administração Trump. 

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com alta de 9,50 centavos de dólar, ou 1,09%, em relação ao fechamento anterior, a US$ 8,76 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 8,89 por bushel, com ganho de 9,75 centavos de dólar por bushel, ou 1,1%. 

Nos subprodutos, a posição setembro do farelo fechou com alta de US$ 5,80 ou 1,97% a US$ 299,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em setembro fecharam a 29,17 centavos de dólar, baixa de 0,49 centavo, ou 1,65% em relação ao fechamento anterior.

 

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