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MERCADO

Em dia de USDA, soja sobe e é negociada a R$ 90 no Brasil

Em Chicago, no entanto, as cotações fecharam em baixa após alta momentânea provocada pelo relatório

10 de outubro de 2019 às 17h40
Por Agência Safras
colheita da soja

Foto: RR Rufino/ Embrapa

Os preços da soja oscilaram entre estáveis e mais altos nesta quinta-feira nas principais praças do país. Mesmo com a melhora nos referenciais, a movimentação seguiu limitada. Chicago teve um dia volátil, avaliando os números do USDA. 

Destaque para a movimentação na Bahia nesta semana, envolvendo cerca de 120 mil toneladas para a safra nova. No Porto de Rio Grande, a saca bateu em R$ 90,00 para embarque imediato e pagamento em novembro. “Em geral, a distância entre vendedor e comprador gira em R$ 1,00 e R$ 1,50 por saca”, indica o analista de Safras & Mercado, Evandro Oliveira, justificando o ritmo moderado nos negócios. 

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 84,50 a saca. Na região das Missões, a cotação ficou em R$ 84,00. No porto de Rio Grande, o preço passou de R$ 89,00 para R$ 89,50.

Em Cascavel, no Paraná, o preço aumentou de R$ 82,50 para R$ 84,00 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca avançou de R$ 88,50 para R$ 89,50. 

Em Rondonópolis (MT), a saca subiu de R$ 80,00 para R$ 80,50. Em Dourados (MS), a cotação ficou em R$ 80,50. Em Rio Verde (GO), a saca permaneceu em R$ 79,00.

Chicago 

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços em leve baixa. O dia foi de muita volatilidade, com os operadores avaliando o relatório de outubro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). 

Confirmando as expectativas, o USDA cortou as suas estimativas para produção e estoques dos Estados Unidos em 2019/20. Mas a redução veio acima do esperado. Com isso, os preços atingiram as máximas do dia logo após o levantamento. 

Posteriormente, o mercado reduziu os ganhos e realizou lucros, com o sentimento de que o relatório já estava precificado. As atenções se voltam agora para as negociações entre China e Estados Unidos, em busca de um acordo comercial. 

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 0,25 centavo ou 0,02% em relação ao fechamento anterior, a US$ 9,23 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 9,37 1/2 por bushel, com perda de 0,50 centavo ou de 0,05%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,90 ou 0,61% a US$ 307,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 29,78 centavos de dólar, ganho de 0,07 centavo ou 0,23% na comparação com o fechamento anterior. 

Câmbio 

O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,51%, sendo negociado a R$ 4,125 para venda e a R$ 4,123 para compra. Durante o dia, a  moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0910 e a máxima de R$ 4,137.

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MERCADO

Em dia de USDA, soja sobe e é negociada a R$ 90 no Brasil

Em Chicago, no entanto, as cotações fecharam em baixa após alta momentânea provocada pelo relatório

10 de outubro de 2019 às 17h40
Por Agência Safras
colheita da soja

Foto: RR Rufino/ Embrapa

Os preços da soja oscilaram entre estáveis e mais altos nesta quinta-feira nas principais praças do país. Mesmo com a melhora nos referenciais, a movimentação seguiu limitada. Chicago teve um dia volátil, avaliando os números do USDA. 

Destaque para a movimentação na Bahia nesta semana, envolvendo cerca de 120 mil toneladas para a safra nova. No Porto de Rio Grande, a saca bateu em R$ 90,00 para embarque imediato e pagamento em novembro. “Em geral, a distância entre vendedor e comprador gira em R$ 1,00 e R$ 1,50 por saca”, indica o analista de Safras & Mercado, Evandro Oliveira, justificando o ritmo moderado nos negócios. 

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 84,50 a saca. Na região das Missões, a cotação ficou em R$ 84,00. No porto de Rio Grande, o preço passou de R$ 89,00 para R$ 89,50.

Em Cascavel, no Paraná, o preço aumentou de R$ 82,50 para R$ 84,00 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca avançou de R$ 88,50 para R$ 89,50. 

Em Rondonópolis (MT), a saca subiu de R$ 80,00 para R$ 80,50. Em Dourados (MS), a cotação ficou em R$ 80,50. Em Rio Verde (GO), a saca permaneceu em R$ 79,00.

Chicago 

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços em leve baixa. O dia foi de muita volatilidade, com os operadores avaliando o relatório de outubro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). 

Confirmando as expectativas, o USDA cortou as suas estimativas para produção e estoques dos Estados Unidos em 2019/20. Mas a redução veio acima do esperado. Com isso, os preços atingiram as máximas do dia logo após o levantamento. 

Posteriormente, o mercado reduziu os ganhos e realizou lucros, com o sentimento de que o relatório já estava precificado. As atenções se voltam agora para as negociações entre China e Estados Unidos, em busca de um acordo comercial. 

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 0,25 centavo ou 0,02% em relação ao fechamento anterior, a US$ 9,23 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 9,37 1/2 por bushel, com perda de 0,50 centavo ou de 0,05%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,90 ou 0,61% a US$ 307,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 29,78 centavos de dólar, ganho de 0,07 centavo ou 0,23% na comparação com o fechamento anterior. 

Câmbio 

O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,51%, sendo negociado a R$ 4,125 para venda e a R$ 4,123 para compra. Durante o dia, a  moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0910 e a máxima de R$ 4,137.

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