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CRESCIMENTO

Conab: Brasil pode colher 122 milhões de toneladas de soja

Para entidade, país ultrapassará os Estados Unidos na produção mundial da oleaginosa. Outra perspectiva é de que os preços internacionais podem chegar a US$ 9,37 por bushel

21 de agosto de 2019 às 12h20
Por Daniel Popov, de São Paulo
soja plantio rondonia chupinguaia

Lavoura eu Chupinguaia (RO) Foto: Agrosoja-RO

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revelou um estudo recente onde aponta a perspectiva para a produção de soja nesta próxima safra 2019/2020. Segundo a entidade, apesar da queda de rentabilidade das culturas, a soja pode ter um crescimento de área de 1,7%, média inferior em comparação com anos anteriores.

Se considerar o crescimento acima a área de soja a ser plantada nesta temporada poderá alcançar 36,4 milhões de hectares, ante as 35,8 milhões da safra 2018/2019. A pior evolução de crescimento de área dos últimos anos aconteceu na temporada 2016/2017, com 1,98%.

O trabalho apresentado pelo diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Guilherme Bastos, durante o Seminário Conjuntura da Economia Agrícola, também apontou que a produção poderá crescer 7 milhões de toneladas ante as 115 milhões de toneladas da safra 2018/2019, chegando a 122,1 milhões de toneladas.

Para isso, a produtividade deve crescer em torno de 140 quilos por hectare. “A expectativa é que os preços do mercado futuro tenham recuperação, graças à redução da área plantada nos Estados Unidos, podendo chegar a US$ 9,37 por bushel”, diz Bastos. “Os números representam uma melhora na remuneração ao produtor, embora não alcancem os patamares de anos anteriores.”

Em relação ao quadro de oferta e demanda da safra 2019/2020, as perspectivas estimam um estoque final de 2,8 milhões de toneladas de soja, com um consumo de 48 milhões e exportação de 72 milhões de toneladas.

“Temos a possibilidade de enfrentar problemas no estoques de passagem, que não serão adequados para atender uma demanda internacional forte”, ressalta o diretor. “Mas o Brasil deve consagrar-se como líder mundial na produção de soja, salvo algum problema climático, ultrapassando os EUA.”

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Conab: Brasil pode colher 122 milhões de toneladas de soja

Para entidade, país ultrapassará os Estados Unidos na produção mundial da oleaginosa. Outra perspectiva é de que os preços internacionais podem chegar a US$ 9,37 por bushel

21 de agosto de 2019 às 12h20
Por Daniel Popov, de São Paulo
soja plantio rondonia chupinguaia

Lavoura eu Chupinguaia (RO) Foto: Agrosoja-RO

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revelou um estudo recente onde aponta a perspectiva para a produção de soja nesta próxima safra 2019/2020. Segundo a entidade, apesar da queda de rentabilidade das culturas, a soja pode ter um crescimento de área de 1,7%, média inferior em comparação com anos anteriores.

Se considerar o crescimento acima a área de soja a ser plantada nesta temporada poderá alcançar 36,4 milhões de hectares, ante as 35,8 milhões da safra 2018/2019. A pior evolução de crescimento de área dos últimos anos aconteceu na temporada 2016/2017, com 1,98%.

O trabalho apresentado pelo diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Guilherme Bastos, durante o Seminário Conjuntura da Economia Agrícola, também apontou que a produção poderá crescer 7 milhões de toneladas ante as 115 milhões de toneladas da safra 2018/2019, chegando a 122,1 milhões de toneladas.

Para isso, a produtividade deve crescer em torno de 140 quilos por hectare. “A expectativa é que os preços do mercado futuro tenham recuperação, graças à redução da área plantada nos Estados Unidos, podendo chegar a US$ 9,37 por bushel”, diz Bastos. “Os números representam uma melhora na remuneração ao produtor, embora não alcancem os patamares de anos anteriores.”

Em relação ao quadro de oferta e demanda da safra 2019/2020, as perspectivas estimam um estoque final de 2,8 milhões de toneladas de soja, com um consumo de 48 milhões e exportação de 72 milhões de toneladas.

“Temos a possibilidade de enfrentar problemas no estoques de passagem, que não serão adequados para atender uma demanda internacional forte”, ressalta o diretor. “Mas o Brasil deve consagrar-se como líder mundial na produção de soja, salvo algum problema climático, ultrapassando os EUA.”

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