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MERCADO

Compras chinesas influenciam Chicago e soja fecha em alta

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 3,25 centavos ou 0,35% em relação ao fechamento anterior

09 de outubro de 2019 às 16h37
Por Agência Safras
soja china

Foto: Pixabay/Montagem: Canal Rural

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais altos. As especulações de que a China estaria disposta a comprar mais produtos agrícolas dos Estados Unidos como forma de facilitar um acordo comercial garantiram a elevação.  

Os contratos, no entanto, fecharam abaixo das máximas, mesmo com a previsão de clima prejudicial às lavouras e aos trabalhos de colheita nos Estados Unidos. Ao final do dia, os operadores buscaram se posicionar frente ao relatório de outubro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado amanhã. Na quinta também inicia o encontro entre autoridades da China e dos Estados Unidos em Washington.  

O Departamento deverá indicar redução na estimativa para a safra americana de soja em 2019/20. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam que o USDA indicará produção americana em 2019 de 3,571 bilhões de bushels, contra 3,633 bilhões indicados em setembro e 4,544 bilhões do ano anterior.  

Em relação aos estoques de passagem, o USDA deverá reduzir a sua estimativa para a temporada 2019/20 de 640 milhões para 510 milhões de bushels.  

Os estoques globais da oleaginosa deverão ser cortados de 112,4 milhões de toneladas para 110,7 milhões de toneladas em 2018/19. Para a próxima temporada, a expectativa é de estoques de 96,9 milhões, contra 99,1 milhões projetados em setembro. 

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 3,25 centavos ou 0,35% em relação ao fechamento anterior, a US$ 9,23 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 9,38 por bushel, com ganho de 2,75 centavos ou de 0,29%. 

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 2,80 ou 0,91% a US$ 309,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 29,71 centavos de dólar, perda de 0,11 centavo ou 0,36% na comparação com o fechamento anterior.

 

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Compras chinesas influenciam Chicago e soja fecha em alta

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 3,25 centavos ou 0,35% em relação ao fechamento anterior

09 de outubro de 2019 às 16h37
Por Agência Safras
soja china

Foto: Pixabay/Montagem: Canal Rural

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais altos. As especulações de que a China estaria disposta a comprar mais produtos agrícolas dos Estados Unidos como forma de facilitar um acordo comercial garantiram a elevação.  

Os contratos, no entanto, fecharam abaixo das máximas, mesmo com a previsão de clima prejudicial às lavouras e aos trabalhos de colheita nos Estados Unidos. Ao final do dia, os operadores buscaram se posicionar frente ao relatório de outubro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado amanhã. Na quinta também inicia o encontro entre autoridades da China e dos Estados Unidos em Washington.  

O Departamento deverá indicar redução na estimativa para a safra americana de soja em 2019/20. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam que o USDA indicará produção americana em 2019 de 3,571 bilhões de bushels, contra 3,633 bilhões indicados em setembro e 4,544 bilhões do ano anterior.  

Em relação aos estoques de passagem, o USDA deverá reduzir a sua estimativa para a temporada 2019/20 de 640 milhões para 510 milhões de bushels.  

Os estoques globais da oleaginosa deverão ser cortados de 112,4 milhões de toneladas para 110,7 milhões de toneladas em 2018/19. Para a próxima temporada, a expectativa é de estoques de 96,9 milhões, contra 99,1 milhões projetados em setembro. 

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 3,25 centavos ou 0,35% em relação ao fechamento anterior, a US$ 9,23 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 9,38 por bushel, com ganho de 2,75 centavos ou de 0,29%. 

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 2,80 ou 0,91% a US$ 309,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 29,71 centavos de dólar, perda de 0,11 centavo ou 0,36% na comparação com o fechamento anterior.

 

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