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SANIDADE

Paraná se prepara para última campanha contra febre aftosa

Estado pediu ao Ministério da Agricultura estatus de zona livre sem vacinaçãoO Estado do Paraná vai lançar no dia 30 de abril a última campanha de vacinação do rebanho contra a febre aftosa. O Estado já iniciou, no Ministério da Agricultura, o processo para se tornar área livre da doença sem vacina, sob chancela da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). Atualmente, apenas o Estado de Santa Catarina detém esse status sanitário no Brasil.

22 de abril de 2015 às 12h16
Por Canal Rural

No lançamento da campanha, o governador paranaense, Beto Richa (PSDB), irá inaugurar uma das barreiras físicas que estão sendo instaladas nas divisas com São Paulo e Mato Grosso do Sul, que irá aperfeiçoar o sistema de vigilância sanitária e o trânsito de animais no Estado, além de nomear os servidores aprovados em concursos para reforçar a estrutura da Agência de Defesa Agropecuária (Adapar), executora do processo.

O secretário estadual da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, informou que cerca de quatro milhões de cabeças de gado e de búfalos com até 24 meses de idade serão vacinados. Com isso, não será necessária uma segunda etapa da campanha, no mês de novembro, já que os animais mais velhos já foram imunizados.

– Estamos há três anos sem a circulação do vírus na América e já faz mais de dez anos que não há foco de aftosa no Paraná, por isso achamos que chegou o momento de buscar este novo status de sanidade animal – declarou o secretário.

Conforme a secretaria, já foram iniciadas a construção e as reformas de postos de fiscalização, com a colaboração da iniciativa privada, que será beneficiada diretamente com o processo. Outros cinco postos já existentes serão adequados e as fiscalizações volantes, que monitoram o trânsito de animais e produtos de origem animal em todo Estado, serão reforçadas.

Paraná será o segundo Estado brasileiro, atrás apenas de Santa Catarina, a manter a febre aftosa erradicada nos rebanhos de bovinos e bubalinos, o que permite a abertura dos mercados que remuneram melhor as carnes bovina e suína, como Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul.

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Paraná se prepara para última campanha contra febre aftosa

Estado pediu ao Ministério da Agricultura estatus de zona livre sem vacinaçãoO Estado do Paraná vai lançar no dia 30 de abril a última campanha de vacinação do rebanho contra a febre aftosa. O Estado já iniciou, no Ministério da Agricultura, o processo para se tornar área livre da doença sem vacina, sob chancela da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). Atualmente, apenas o Estado de Santa Catarina detém esse status sanitário no Brasil.

22 de abril de 2015 às 12h16
Por Canal Rural

No lançamento da campanha, o governador paranaense, Beto Richa (PSDB), irá inaugurar uma das barreiras físicas que estão sendo instaladas nas divisas com São Paulo e Mato Grosso do Sul, que irá aperfeiçoar o sistema de vigilância sanitária e o trânsito de animais no Estado, além de nomear os servidores aprovados em concursos para reforçar a estrutura da Agência de Defesa Agropecuária (Adapar), executora do processo.

O secretário estadual da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, informou que cerca de quatro milhões de cabeças de gado e de búfalos com até 24 meses de idade serão vacinados. Com isso, não será necessária uma segunda etapa da campanha, no mês de novembro, já que os animais mais velhos já foram imunizados.

– Estamos há três anos sem a circulação do vírus na América e já faz mais de dez anos que não há foco de aftosa no Paraná, por isso achamos que chegou o momento de buscar este novo status de sanidade animal – declarou o secretário.

Conforme a secretaria, já foram iniciadas a construção e as reformas de postos de fiscalização, com a colaboração da iniciativa privada, que será beneficiada diretamente com o processo. Outros cinco postos já existentes serão adequados e as fiscalizações volantes, que monitoram o trânsito de animais e produtos de origem animal em todo Estado, serão reforçadas.

Paraná será o segundo Estado brasileiro, atrás apenas de Santa Catarina, a manter a febre aftosa erradicada nos rebanhos de bovinos e bubalinos, o que permite a abertura dos mercados que remuneram melhor as carnes bovina e suína, como Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul.

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