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POLÊMICA

SC: governador critica agrotóxicos mas setor quer diálogo sobre ICMS

Representante da agropecuária do estado afirma que a tributação geraria desemprego e levaria agricultores ao mercado de produtos piratas

14 de agosto de 2019 às 20h17
Por Canal Rural

O governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, afirmou que “aplicar isenção sobre agrotóxico é uma excrescência política”, em entrevista à Folha de S. Paulo. A declaração causou desconforto com o setor produtivo, mas, mesmo assim, o consenso é de que a agricultura deve buscar diálogo sobre o aumento de 17% no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

O presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina (Fecoagro), Cláudio Post, diz que essa cobrança levaria produtores a procurarem produtos piratas, que teriam “preços melhores”. Ele conclui que alguns investidores acabariam saindo do setor pela falta de competitividade e retorno, o que causaria desemprego por toda a cadeia.

“Não existe um estudo que comprove que o que é produzido no estado é prejudicial, isso é desculpa para poder tributar”, dispara o comentarista Miguel Daoud.

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SC: governador critica agrotóxicos mas setor quer diálogo sobre ICMS

Representante da agropecuária do estado afirma que a tributação geraria desemprego e levaria agricultores ao mercado de produtos piratas

14 de agosto de 2019 às 20h17
Por Canal Rural

O governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, afirmou que “aplicar isenção sobre agrotóxico é uma excrescência política”, em entrevista à Folha de S. Paulo. A declaração causou desconforto com o setor produtivo, mas, mesmo assim, o consenso é de que a agricultura deve buscar diálogo sobre o aumento de 17% no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

O presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina (Fecoagro), Cláudio Post, diz que essa cobrança levaria produtores a procurarem produtos piratas, que teriam “preços melhores”. Ele conclui que alguns investidores acabariam saindo do setor pela falta de competitividade e retorno, o que causaria desemprego por toda a cadeia.

“Não existe um estudo que comprove que o que é produzido no estado é prejudicial, isso é desculpa para poder tributar”, dispara o comentarista Miguel Daoud.

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