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DESABAFO

Crédito rural: exigências dos bancos aumentam custos de produtores

Agricultor do Rio Grande do Sul se diz indignado com a dificuldade para conseguir financiamento para a safra 2019/2020

09 de agosto de 2019 às 20h00
Por Canal Rural

O produtor de Machadinho (RS) Vanderlei Zanchetta entrou em contato com a equipe do Canal Rural para relatar indignação com a dificuldade que encontrou para financiar a safra 2019/2020. Segundo ele, além de complicar a vida do agricultor, as exigências das instituições financeiras estão pesando no custo.

O comentarista Miguel Daoud defende que o produtor deve rever sua estratégia e investir de forma mais consciente para não continuar trabalhando para pagar juros aos bancos. “Infelizmente, não temos um governo que parte para o lado social, e sim para o lado dos banqueiros. Por isso é preciso buscar cada vez mais a independência, é um negócio, e os riscos são seus por escolha”, diz.

6 comentários

  1. Paulo Saravi de Oliveira em 10 de agosto de 2019 às 09:21

    Eu já imaginava q esse governo iria agir dessa forma.

  2. Mauro Rogério Medeiros em 10 de agosto de 2019 às 12:03

    São as instituições financeiras que criam as leis?
    Ou elas estão simplesmente cumprindo com as leis? Car, APF, registro cartorários não são nos bancos que criam e sim cumprem.

  3. Rodrigo em 10 de agosto de 2019 às 13:47

    Se eu tivesse e outra forma de ter renda . Eu iria parar de plantar , tem momentos que vc come ou aplicá na sua lavoura . Na roça está cada dia mais difícil

  4. Volnei Roque Zanchetta em 10 de agosto de 2019 às 15:57

    Que pena que o comentarista não soube aproveitar a oportunidade. Falar que o agricultor deve buscar sua independência e sair dos Bancos é uma resposta por demais simplista e rasa. Afinal se os agricultores estão recorrendo ao banco é porquê precisam, ou será que alguém faz empréstimos por mero capricho. O que é necessário ser enfrentado é a burocracia dos empréstimos, que não é culpa dos bancos, pois precisam ter segurança e são obrigados a cumprir uma dezena de disposições legais (desde verificação sobre uso da água, recolhimentos de taxas em projetos, impostos, etc), até o alto risco jurídico dos empréstimos, em razão da baixa liquidez das garantias legalmente previstas na legislação brasileira, especialmente pela morosidade e leniencia do poder judiciário. Logo, para efetividade, urge votar leis que melhorem o risco jurídico e de adimplência dos empréstimos. Isso daria mais segurança aos bancos, aumentaria a concorrência entre eles, fazendo aumentar a disponibilização de crédito para o setor e conseqüentemente reduziria os juros, aí sim, em ganho final do produtor. Se os bancos tem lucros, é porquê são competentes no que fazem; assim como o são a maioria absoluta dos agricultores, logo, nada de anormal. Imaginar, ainda, que os Governos devem bancar ou pagar esse risco (por exemplo, com subsídio ou seguro…) também fora de cogitação, afinal esse governo eleito, é Liberal, e por Matriz ideológica não intervém a tal ponto na economia. E assim tem que ser. Logo, que se busque a desburocratização dos financiamentos e a redução de seus custos, por leis e regulamentos capazes de dar a todos o conforto jurídico necessário.

  5. Edivaldo em 10 de agosto de 2019 às 16:53

    É só fazer arminha que passa essa fase.

  6. Maximilliano hortolane fugolin em 11 de agosto de 2019 às 09:30

    Se Bolsonaro elogia tanto o governo trampo porque ele não aplica as medidas de protecionismo aos produtores rurais assim como tramp faz ?
    E ridículo o preço do café praticado no período da safra onde o produtor mais precisa de incentivo !

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Crédito rural: exigências dos bancos aumentam custos de produtores

Agricultor do Rio Grande do Sul se diz indignado com a dificuldade para conseguir financiamento para a safra 2019/2020

09 de agosto de 2019 às 20h00
Por Canal Rural

O produtor de Machadinho (RS) Vanderlei Zanchetta entrou em contato com a equipe do Canal Rural para relatar indignação com a dificuldade que encontrou para financiar a safra 2019/2020. Segundo ele, além de complicar a vida do agricultor, as exigências das instituições financeiras estão pesando no custo.

O comentarista Miguel Daoud defende que o produtor deve rever sua estratégia e investir de forma mais consciente para não continuar trabalhando para pagar juros aos bancos. “Infelizmente, não temos um governo que parte para o lado social, e sim para o lado dos banqueiros. Por isso é preciso buscar cada vez mais a independência, é um negócio, e os riscos são seus por escolha”, diz.

6 comentários

  1. Paulo Saravi de Oliveira em 10 de agosto de 2019 às 09:21

    Eu já imaginava q esse governo iria agir dessa forma.

  2. Mauro Rogério Medeiros em 10 de agosto de 2019 às 12:03

    São as instituições financeiras que criam as leis?
    Ou elas estão simplesmente cumprindo com as leis? Car, APF, registro cartorários não são nos bancos que criam e sim cumprem.

  3. Rodrigo em 10 de agosto de 2019 às 13:47

    Se eu tivesse e outra forma de ter renda . Eu iria parar de plantar , tem momentos que vc come ou aplicá na sua lavoura . Na roça está cada dia mais difícil

  4. Volnei Roque Zanchetta em 10 de agosto de 2019 às 15:57

    Que pena que o comentarista não soube aproveitar a oportunidade. Falar que o agricultor deve buscar sua independência e sair dos Bancos é uma resposta por demais simplista e rasa. Afinal se os agricultores estão recorrendo ao banco é porquê precisam, ou será que alguém faz empréstimos por mero capricho. O que é necessário ser enfrentado é a burocracia dos empréstimos, que não é culpa dos bancos, pois precisam ter segurança e são obrigados a cumprir uma dezena de disposições legais (desde verificação sobre uso da água, recolhimentos de taxas em projetos, impostos, etc), até o alto risco jurídico dos empréstimos, em razão da baixa liquidez das garantias legalmente previstas na legislação brasileira, especialmente pela morosidade e leniencia do poder judiciário. Logo, para efetividade, urge votar leis que melhorem o risco jurídico e de adimplência dos empréstimos. Isso daria mais segurança aos bancos, aumentaria a concorrência entre eles, fazendo aumentar a disponibilização de crédito para o setor e conseqüentemente reduziria os juros, aí sim, em ganho final do produtor. Se os bancos tem lucros, é porquê são competentes no que fazem; assim como o são a maioria absoluta dos agricultores, logo, nada de anormal. Imaginar, ainda, que os Governos devem bancar ou pagar esse risco (por exemplo, com subsídio ou seguro…) também fora de cogitação, afinal esse governo eleito, é Liberal, e por Matriz ideológica não intervém a tal ponto na economia. E assim tem que ser. Logo, que se busque a desburocratização dos financiamentos e a redução de seus custos, por leis e regulamentos capazes de dar a todos o conforto jurídico necessário.

  5. Edivaldo em 10 de agosto de 2019 às 16:53

    É só fazer arminha que passa essa fase.

  6. Maximilliano hortolane fugolin em 11 de agosto de 2019 às 09:30

    Se Bolsonaro elogia tanto o governo trampo porque ele não aplica as medidas de protecionismo aos produtores rurais assim como tramp faz ?
    E ridículo o preço do café praticado no período da safra onde o produtor mais precisa de incentivo !

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