DEFENSIVOS

Como evitar o comércio de defensivos falsificados ou contrabandeados

Burocracia e penas brandas contribuem para o desenvolvimento do problema no Brasil

A terceira reportagem especial sobre o mercado ilegal de defensivos agrícolas fala sobre a burocracia e a demora para a liberação de novas moléculas que poderiam inibir o contrabando em países latino-americanos. No Brasil, estes produtos levam em média mais de 10 anos para serem aprovados. Um estudo inédito do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), divulgado com exclusividade pelo Canal Rural, mostra ainda que as penas são muito brandas para o transporte e comercialização de produtos falsificados ou contrabandeados. Qual seria a solução para esse problema? O analista Benedito Rosa responde.

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Um comentário em “Como evitar o comércio de defensivos falsificados ou contrabandeados

  1. A tabela do frete veio para eliminar mesmo que parcialmente, meio que de forma acanhada, a discrepância dos preços do frete praticados por empresas transportadoras quando subcontrata profissionais autônomos.
    O que existe aos olhos da lei, até desse ministro que disse ser a tabela um instrumento inconstitucional, é a promoção do sucateamento dos caminhões de autônomos e da profissão de motoristas autônomos. Isso esse juiz não ver, corrijo, ele ver, mais prefere não ver.
    As empresas que contratam os serviços de transporte pagam bem, o problema é que não aceitam que seus produtos sejam transportados por pessoa física, por autônomos e passam o frete bom de alto valor para quem não dar conta de transportar e subcontrata os autônomos e ficam com a grande parte de do frete.
    Só do ramo já vi caso que a empresa transportadora fica com 50% do valor do frete somente como comissão de agenciamento.