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A CONTA NÃO FECHA

Caminhoneiros: custos calculados estão 19% menores que a realidade

As lideranças do setor se reuniram com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, para pleitear ajustes na tabela dos preços mínimos de frete

24 de julho de 2019 às 20h45
Por Canal Rural

Lideranças dos caminhoneiros se reuniram com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, para discutir ajustes na tabela de preços mínimos de frete. A categoria contesta o cálculo dos custos feito pela Esalq-Log e diz que a diferença é de até 19%.

Entres outros problemas apontados, a categoria diz que o cálculo foi feito com um piso salarial de cerca de R$ 2.200 por mês, quando a remuneração média seria de R$ 5.300. Também informam que deixaram de ser contemplados diversos gastos e custos. Afirmam ainda que seria preciso especificar o conceito de retorno vazio e criar diferenciações para faixas de distância, pedindo que o gasto com diesel represente no máximo 35% do frete.

1 comentário

  1. Paulo em 24 de julho de 2019 às 20:48

    Correto

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As lideranças do setor se reuniram com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, para pleitear ajustes na tabela dos preços mínimos de frete

24 de julho de 2019 às 20h45
Por Canal Rural

Lideranças dos caminhoneiros se reuniram com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, para discutir ajustes na tabela de preços mínimos de frete. A categoria contesta o cálculo dos custos feito pela Esalq-Log e diz que a diferença é de até 19%.

Entres outros problemas apontados, a categoria diz que o cálculo foi feito com um piso salarial de cerca de R$ 2.200 por mês, quando a remuneração média seria de R$ 5.300. Também informam que deixaram de ser contemplados diversos gastos e custos. Afirmam ainda que seria preciso especificar o conceito de retorno vazio e criar diferenciações para faixas de distância, pedindo que o gasto com diesel represente no máximo 35% do frete.

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