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CONQUISTA DE MÉDIO PRAZO

O agro só vai sentir efeito do acordo Mercosul-UE daqui cinco anos, diz BMJ

De acordo com a consultoria, a parceria ainda precisa ser aprovada pelos parlamentos de todos os países envolvidos, o que pode levar de dois a quatro anos

01 de julho de 2019 às 16h15
Por Canal Rural

O agronegócio brasileiro só vai sentir os efeitos do acordo entre Mercosul e União Europeia em cinco anos, estima a BMJ Consultores. O analista político Matheus Andrade explica que o processo de aprovação pode levar de dois a quatro anos. “É longo, pois precisa passar pelos quatro parlamentos sul-americanos e pelos 28 europeus”, diz.

Andrade diz que a parceria vai colocar o Brasil em patamar de igualdade com outros grandes players de exportação global, já que vai reduzir ou até zerar as tributações em cima de alguns produtos. “Outros vão se tornar mais competitivos”, pontua.

O analista destaca que o governo cedeu certos mercados sensíveis, como o do vinho, que terá as tarifas de importação zeradas em 12 anos. Agora, segundo ele, o que resta é trabalhar para dar condições competitivas aos produtores locais.

1 comentário

  1. Luiz Eduardo Romero Alves em 1 de julho de 2019 às 16:27

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01 de julho de 2019 às 16h15
Por Canal Rural

O agronegócio brasileiro só vai sentir os efeitos do acordo entre Mercosul e União Europeia em cinco anos, estima a BMJ Consultores. O analista político Matheus Andrade explica que o processo de aprovação pode levar de dois a quatro anos. “É longo, pois precisa passar pelos quatro parlamentos sul-americanos e pelos 28 europeus”, diz.

Andrade diz que a parceria vai colocar o Brasil em patamar de igualdade com outros grandes players de exportação global, já que vai reduzir ou até zerar as tributações em cima de alguns produtos. “Outros vão se tornar mais competitivos”, pontua.

O analista destaca que o governo cedeu certos mercados sensíveis, como o do vinho, que terá as tarifas de importação zeradas em 12 anos. Agora, segundo ele, o que resta é trabalhar para dar condições competitivas aos produtores locais.

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  1. Luiz Eduardo Romero Alves em 1 de julho de 2019 às 16:27

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