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HERBICIDA

Soja: Rússia detecta glifosato acima do tolerado e pede explicação ao Brasil

Segundo o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, José Guilherme Leal, governo tem até duas semanas para prestar esclarecimentos

01 de fevereiro de 2019 às 12h37
Por Canal Rural

Autoridades do Ministério da Agricultura foram notificadas pela Rússia sobre a presença de glifosato acima do permitido pelo país na soja importada pelos russos. O produto é um dos herbicidas mais usados na agricultura brasileira para acabar com as ervas daninhas que atacam as lavouras.

Na manhã desta sexta-feira, dia 1º, o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, José Guilherme Leal, afirmou que aconteceria uma teleconferência entre representantes do Ministério da Agricultura do Brasil e os russos para esclarecer o laudo.

Segundo dados do Ministério da Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), a Rússia ocupa a 5ª posição no ranking de importadores do produto brasileiro, junto com a Tailândia, com representação de 1,4% nos embarques de soja.

De janeiro a dezembro de 2018, essas compras chegaram a 1,1 milhão de toneladas, equivalente a U$S 34,58 milhões. Em janeiro de 2019, o volume de soja enviada para o país chegou a 64 mil toneladas, de acordo com a (Anec).

Segundo Leal, a negociação com o país russo segue pacífica. “Apesar de notificar uma possível suspensão da soja como uma das medidas de correção para o problema, nada foi acertado até o momento. O que nos foi solicitado de imediato foi uma investigação para saber o que aconteceu e temos o prazo de até duas semanas para concluir isso”, afirmou.

Ainda de acordo com o secretário de defesa, o nível de herbicida aceito pela Rússia é menor em comparação com outros países, o que leva o Ministério da Agricultura a acreditar que esse é o  principal motivo da acusação contra o Brasil de ultrapassar os limites do glifosato na soja brasileira exportada.

“O Brasil segue o parâmetro intencional de exigências para os agrotóxicos, e não temos nenhuma violação em casos de glifosato em soja. Como importadores, temos que seguir as exigências que são estabelecidas pelos países que compram a oleaginosa”, disse.

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) informou não ter sido notificada até o momento sobre qualquer restrição de autoridades russas sobre cargas originadas no país. “O Brasil exporta produtos de altíssima qualidade do complexo de soja para 170 países. É parceiro em negócios com a Rússia há muitos anos. Caso haja essa notificação, a cadeia produtiva nacional está aberta a tratar de todos os temas relacionados a boas práticas no comércio internacional da soja em grão e seus derivados”, disse a entidade em comunicado.

27 comentários

  1. Kleber Edilson Maculan Giehl em 1 de fevereiro de 2019 às 15:32

    Minha opinião.
    Jogada dos russos já que Brasil não apoia maduro, e russos estão do lado dele.

    • David em 1 de fevereiro de 2019 às 21:34

      Isso aí!!! É blefe deles para no mínimo tentar baixar o preco de compra. Por mim os russos que comam pedra!

      • Mari em 14 de abril de 2019 às 13:12

        O Brasil que está perdendo em ser aliado dos Estados Unidos. Quem vai comer pedra somos nós Brasileiros . O Brasil vai afundar .

      • Moacyr ramos s neto em 18 de abril de 2019 às 10:25

        Eles come pedra e nois bebe venenos mas de 27 tipo agrotoxico encontrado na agua nosso !

    • Aline em 2 de fevereiro de 2019 às 14:51

      Antes fosse! Infelizmente o nível do glifosato está mais alto do que o permitido. Autoridades pretendem reverter o problema para as próximas produções. Se a China tiver o mesmo limite de tolerância a coisa vai ficar feia! Não adianta invetar teorias conspiratórias, estamos falando de empresas e capital. Nessa área, temos competidores só esperando o Brasil dar mole para tomar o lugar no mercado!

      • Maria do Carmo Rader em 13 de abril de 2019 às 18:51

        Também estamos falando de alimentos.se vão envenenar os consumidores quem vai comprar depois

    • Daniela em 17 de abril de 2019 às 14:21

      Nada…saiu uma pesquisa essa semana dizendo que 1 em cada 4 cidades do país contém 27 agrotóxicos na água de abastecimento da população. E essa frase da ministra de que o Brasil segue os padrões internacionais de agrotóxicos é mentira!!!! O limite no Brasil é 5000 vezes maior que o permitido na União européia só do glifosato, fora outros que estão no mínimo 300 vezes acima do limite aceito lá. Enquanto isso desde o início do ano, o ministério da agricultura apresentou projetos para a liberação de 152 novos agrotóxicos no país que estão sendo aprovados em tempo record. Somente na semana passada 31 novos agrotóxicos foram liberados para comercialização. É um escândalo de saúde pública, e sanções econômicas de países como a Rússia devem e vão acontecer!

  2. mullala em 1 de fevereiro de 2019 às 15:52

    “O Brasil segue o parâmetro intencional de exigências para os agrotóxicos, ”
    Pergunto: O que se entende por parâmetro INTENCIONAL???? Não entendi….não seria parâmetro INTERNACIONAL?
    Mas, mesmo corrigindo a digitação, a grande falha está nas quantidades que são pulverizadas…..Simples: A transgenia torna a soja resistente ao veneno glifosato (produzido pela ex-Monsanto americana….atual Bayer alemã)….Então, por que perder tempo em regular a dosagem usada se a planta aguenta o excesso numa boa? E aí tome veneno a rodo…..Por esse motivo a soja e seus derivados, inclusive o “leite de soja”, tornou-se uma péssima opção de alimentação….Pensem bem antes de engolir esses venenos……Quem avisa amigo é….e, se é Bayer, nem sempre e bom!!!!!

    • Clovis Teschke em 14 de abril de 2019 às 10:59

      Seguindo as correções do texto: …”como importadores”…
      Não seria EXPORTADORES?
      Suas colocações são bem pertinentes.
      Uma dúvida que sempre me perseguiu:
      Por que a Bayer e as demais multinacionais não conseguem inventar ( criar) um produto para as plantações mundo afora que não agrida o ser humano e a natureza?
      Eles possuem os mais modernos laboratórios do mundo e um corpo de técnicos extremamente qualificados.
      *Um detalhe que chama a atenção: a Bayer atualmente fabrica a doença e também o remédio!

      • Caroline em 4 de junho de 2019 às 16:15

        Eles envenenam pra depois lucrarem vendendo o tratamento também. É tudo questão de $$!!

  3. R. Guerreiro em 1 de fevereiro de 2019 às 16:45

    Retaliação política por termos apoiado Juan Guaido

  4. […] Soja: Rússia detecta glifosato acima do tolerado e pede explicação ao Brasil Canal Rural (01/02/19) Segundo o secretário de defesa agropecuária do Ministério da Agricultura, José Guilherme Leal, governo tem até duas semanas para prestar esclarecimentos. Leia mais […]

  5. Eduardo em 2 de fevereiro de 2019 às 01:50

    Glifosfato já foi proibido nos EUA, e aqui ficam insistindo nessa porcaria

  6. Abiezer Neto em 2 de fevereiro de 2019 às 07:18

    É muita coincidência mas, isso parece uma briga política por conta da Venezuela.

    • Marcos em 15 de abril de 2019 às 15:11

      se a China fizer o mesmo o produto brasileiro, e toda a cadeia produtiva da soja, vais entrar em uma situação muito delicada.

  7. Jeferson em 2 de fevereiro de 2019 às 13:41

    Jogada comunista pela rejeiçao de maduro…o Putim que coma pedra…

  8. […] leia mais canalrural uol … […]

  9. Elis em 6 de fevereiro de 2019 às 12:20

    https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/campo-e-lavoura/noticia/2019/01/apicultores-buscam-respostas-para-morte-de-400-milhoes-de-abelhas-no-rs-cjrb3d73z00ee01q9wskn5sa8.html?fbclid=IwAR318Fe-ObeYy5mzWqSXwPIIDrhUMHvHPdxRRoGrF9uQUrGX8mnd3MNf4Dk

    A aplicação incorreta de um inseticida nas lavouras de soja é a principal suspeita para a morte de 5 mil colmeias – em municípios como Jaguari, Santiago e Mata, na Região Central, Santana do Livramento, na Fronteira, e Cruz Alta e Boa Vista do Cadeado, no Noroeste.

    Só não vê quem não quer.

  10. sebasti~~ao fernando em 14 de abril de 2019 às 09:03

    or Bruno Stankevicius Bassi, no De Olho nos Ruralistas

    Apenas um dia após a ministra Tereza Cristina afirmar, perante a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento da Câmara, que “não existe liberação geral” de agrotóxicos em sua pasta, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou um novo ato concedendo novos registros de pesticidas.

    Publicado nesta quarta-feira (10) no Diário Oficial da União, o Ato nº 24 autorizou mais 31 produtos, totalizando 152 agrotóxicos liberados nos primeiros cem dias do governo Bolsonaro.

    A nova lista trouxe, até agora, a maior quantidade de pesticidas classe I, o grau mais elevado de risco toxicológico, segundo classificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a quem a ministra responsabilizou pelo número recorde de registros.

    Dentre os 31 produtos liberados, 16 são classificados como “extremamente tóxicos”. Mais da metade da nova listagem. Considerando todos os produtos autorizados no ano, 44 são de classe I.

    Isso contraria outra declaração dada pela ex-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) durante a audiência, a de que o governo trabalha pela substituição progressiva dos pesticidas mais perigosos por aqueles considerados menos tóxicos:

    “Nós temos que mudar a legislação para que os produtos de baixa toxicidade tenham seu registro facilitado e possam chegar mais rápido ao mercado”.

    Dos 152 agrotóxicos liberados nos primeiros cem dias do ano, apenas 18 foram classificados pela Anvisa como “pouco tóxicos”.

  11. Sebastiao fernando da silva em 14 de abril de 2019 às 09:04

    or Bruno Stankevicius Bassi, no De Olho nos Ruralistas

    Apenas um dia após a ministra Tereza Cristina afirmar, perante a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento da Câmara, que “não existe liberação geral” de agrotóxicos em sua pasta, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou um novo ato concedendo novos registros de pesticidas.

    Publicado nesta quarta-feira (10) no Diário Oficial da União, o Ato nº 24 autorizou mais 31 produtos, totalizando 152 agrotóxicos liberados nos primeiros cem dias do governo Bolsonaro.

    A nova lista trouxe, até agora, a maior quantidade de pesticidas classe I, o grau mais elevado de risco toxicológico, segundo classificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a quem a ministra responsabilizou pelo número recorde de registros.

    Dentre os 31 produtos liberados, 16 são classificados como “extremamente tóxicos”. Mais da metade da nova listagem. Considerando todos os produtos autorizados no ano, 44 são de classe I.

    Isso contraria outra declaração dada pela ex-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) durante a audiência, a de que o governo trabalha pela substituição progressiva dos pesticidas mais perigosos por aqueles considerados menos tóxicos:

    “Nós temos que mudar a legislação para que os produtos de baixa toxicidade tenham seu registro facilitado e possam chegar mais rápido ao mercado”.

    Dos 152 agrotóxicos liberados nos primeiros cem dias do ano, apenas 18 foram classificados pela Anvisa como “pouco tóxicos”.

  12. Ines em 14 de abril de 2019 às 11:52

    Liberaram mais de 152 venenos em cem dias de governo e a culpa e do Maduro. Essa Venezuela é mesmo importante.

  13. […] Soja: Rússia detecta glifosato acima do tolerado e pede explicação ao Brasil […]

  14. Marly em 15 de abril de 2019 às 10:05

    Não basta a Russia pedir explicações, melhor seria boicotar mesmo, talvez assim, se conscientizem do estrago que estão fazendo. Que exportem para os Estados Unidos e Israel!

  15. Marcello Hameister em 15 de abril de 2019 às 18:48

    Eu explico. A sede de lucro rápido não se importa com as atuais e futuras gerações.

  16. Joana Ribeiro em 16 de abril de 2019 às 16:33

    Sou uma consumidora da soja principalmente do Ades original sem adição de açúcar, gostaria de saber qual são os danos que podem ocorrer com a ingestão desse produto que por sinal gosto muito , então faço uma pergunta o Ades é uma bebida que pode desenvolver câncer por conta de sua validade e conserva por longo tempo mi tire essa dúvida pois minha nutricionista mi proibiu e eu gostaria de tirar essa dúvida pois não mi dou com outros leites somente com o Ades. Obrigada!!

  17. JorgeMoreira em 18 de abril de 2019 às 06:13

    As queixas com tranquilidade os produtos brasileiros são apenas pretexto para retaliar nosso país depois de opiniões desastradas de algunsdirigentes políticos

  18. Sandra Ávila em 19 de abril de 2019 às 08:35

    Atualmente tem se permitido o uso além do convencional, que pode causar danos sim.
    Minha filha é auditora, e já foi constatado uma quantidade elevada de veneno até em abacaxis ….
    Isto é muito sério, se os produtores abusarem no uso de pesticidas, como o governo autorizou e liberou, outros pesticidas igualmente graves, será um grande risco para a exportação de grãos.
    Tem regras, tem leis, tem manual de certificados para exportação, as coisas não são assim como as pessoas pensam, que cada um vai usando a sem próprio interesse, produtos de pesticidas ou outros. E vale lembrar que precisa de um selo de qualidade, aconfirmando que passou por todos os transmites legais, e as poucas EMPRESAS CERTIFICADORAS, não vão querer correr o risco de negligência e perder sua confiabilidade…

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HERBICIDA

Soja: Rússia detecta glifosato acima do tolerado e pede explicação ao Brasil

Segundo o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, José Guilherme Leal, governo tem até duas semanas para prestar esclarecimentos

01 de fevereiro de 2019 às 12h37
Por Canal Rural

Autoridades do Ministério da Agricultura foram notificadas pela Rússia sobre a presença de glifosato acima do permitido pelo país na soja importada pelos russos. O produto é um dos herbicidas mais usados na agricultura brasileira para acabar com as ervas daninhas que atacam as lavouras.

Na manhã desta sexta-feira, dia 1º, o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, José Guilherme Leal, afirmou que aconteceria uma teleconferência entre representantes do Ministério da Agricultura do Brasil e os russos para esclarecer o laudo.

Segundo dados do Ministério da Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), a Rússia ocupa a 5ª posição no ranking de importadores do produto brasileiro, junto com a Tailândia, com representação de 1,4% nos embarques de soja.

De janeiro a dezembro de 2018, essas compras chegaram a 1,1 milhão de toneladas, equivalente a U$S 34,58 milhões. Em janeiro de 2019, o volume de soja enviada para o país chegou a 64 mil toneladas, de acordo com a (Anec).

Segundo Leal, a negociação com o país russo segue pacífica. “Apesar de notificar uma possível suspensão da soja como uma das medidas de correção para o problema, nada foi acertado até o momento. O que nos foi solicitado de imediato foi uma investigação para saber o que aconteceu e temos o prazo de até duas semanas para concluir isso”, afirmou.

Ainda de acordo com o secretário de defesa, o nível de herbicida aceito pela Rússia é menor em comparação com outros países, o que leva o Ministério da Agricultura a acreditar que esse é o  principal motivo da acusação contra o Brasil de ultrapassar os limites do glifosato na soja brasileira exportada.

“O Brasil segue o parâmetro intencional de exigências para os agrotóxicos, e não temos nenhuma violação em casos de glifosato em soja. Como importadores, temos que seguir as exigências que são estabelecidas pelos países que compram a oleaginosa”, disse.

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) informou não ter sido notificada até o momento sobre qualquer restrição de autoridades russas sobre cargas originadas no país. “O Brasil exporta produtos de altíssima qualidade do complexo de soja para 170 países. É parceiro em negócios com a Rússia há muitos anos. Caso haja essa notificação, a cadeia produtiva nacional está aberta a tratar de todos os temas relacionados a boas práticas no comércio internacional da soja em grão e seus derivados”, disse a entidade em comunicado.

27 comentários

  1. Kleber Edilson Maculan Giehl em 1 de fevereiro de 2019 às 15:32

    Minha opinião.
    Jogada dos russos já que Brasil não apoia maduro, e russos estão do lado dele.

    • David em 1 de fevereiro de 2019 às 21:34

      Isso aí!!! É blefe deles para no mínimo tentar baixar o preco de compra. Por mim os russos que comam pedra!

      • Mari em 14 de abril de 2019 às 13:12

        O Brasil que está perdendo em ser aliado dos Estados Unidos. Quem vai comer pedra somos nós Brasileiros . O Brasil vai afundar .

      • Moacyr ramos s neto em 18 de abril de 2019 às 10:25

        Eles come pedra e nois bebe venenos mas de 27 tipo agrotoxico encontrado na agua nosso !

    • Aline em 2 de fevereiro de 2019 às 14:51

      Antes fosse! Infelizmente o nível do glifosato está mais alto do que o permitido. Autoridades pretendem reverter o problema para as próximas produções. Se a China tiver o mesmo limite de tolerância a coisa vai ficar feia! Não adianta invetar teorias conspiratórias, estamos falando de empresas e capital. Nessa área, temos competidores só esperando o Brasil dar mole para tomar o lugar no mercado!

      • Maria do Carmo Rader em 13 de abril de 2019 às 18:51

        Também estamos falando de alimentos.se vão envenenar os consumidores quem vai comprar depois

    • Daniela em 17 de abril de 2019 às 14:21

      Nada…saiu uma pesquisa essa semana dizendo que 1 em cada 4 cidades do país contém 27 agrotóxicos na água de abastecimento da população. E essa frase da ministra de que o Brasil segue os padrões internacionais de agrotóxicos é mentira!!!! O limite no Brasil é 5000 vezes maior que o permitido na União européia só do glifosato, fora outros que estão no mínimo 300 vezes acima do limite aceito lá. Enquanto isso desde o início do ano, o ministério da agricultura apresentou projetos para a liberação de 152 novos agrotóxicos no país que estão sendo aprovados em tempo record. Somente na semana passada 31 novos agrotóxicos foram liberados para comercialização. É um escândalo de saúde pública, e sanções econômicas de países como a Rússia devem e vão acontecer!

  2. mullala em 1 de fevereiro de 2019 às 15:52

    “O Brasil segue o parâmetro intencional de exigências para os agrotóxicos, ”
    Pergunto: O que se entende por parâmetro INTENCIONAL???? Não entendi….não seria parâmetro INTERNACIONAL?
    Mas, mesmo corrigindo a digitação, a grande falha está nas quantidades que são pulverizadas…..Simples: A transgenia torna a soja resistente ao veneno glifosato (produzido pela ex-Monsanto americana….atual Bayer alemã)….Então, por que perder tempo em regular a dosagem usada se a planta aguenta o excesso numa boa? E aí tome veneno a rodo…..Por esse motivo a soja e seus derivados, inclusive o “leite de soja”, tornou-se uma péssima opção de alimentação….Pensem bem antes de engolir esses venenos……Quem avisa amigo é….e, se é Bayer, nem sempre e bom!!!!!

    • Clovis Teschke em 14 de abril de 2019 às 10:59

      Seguindo as correções do texto: …”como importadores”…
      Não seria EXPORTADORES?
      Suas colocações são bem pertinentes.
      Uma dúvida que sempre me perseguiu:
      Por que a Bayer e as demais multinacionais não conseguem inventar ( criar) um produto para as plantações mundo afora que não agrida o ser humano e a natureza?
      Eles possuem os mais modernos laboratórios do mundo e um corpo de técnicos extremamente qualificados.
      *Um detalhe que chama a atenção: a Bayer atualmente fabrica a doença e também o remédio!

      • Caroline em 4 de junho de 2019 às 16:15

        Eles envenenam pra depois lucrarem vendendo o tratamento também. É tudo questão de $$!!

  3. R. Guerreiro em 1 de fevereiro de 2019 às 16:45

    Retaliação política por termos apoiado Juan Guaido

  4. […] Soja: Rússia detecta glifosato acima do tolerado e pede explicação ao Brasil Canal Rural (01/02/19) Segundo o secretário de defesa agropecuária do Ministério da Agricultura, José Guilherme Leal, governo tem até duas semanas para prestar esclarecimentos. Leia mais […]

  5. Eduardo em 2 de fevereiro de 2019 às 01:50

    Glifosfato já foi proibido nos EUA, e aqui ficam insistindo nessa porcaria

  6. Abiezer Neto em 2 de fevereiro de 2019 às 07:18

    É muita coincidência mas, isso parece uma briga política por conta da Venezuela.

    • Marcos em 15 de abril de 2019 às 15:11

      se a China fizer o mesmo o produto brasileiro, e toda a cadeia produtiva da soja, vais entrar em uma situação muito delicada.

  7. Jeferson em 2 de fevereiro de 2019 às 13:41

    Jogada comunista pela rejeiçao de maduro…o Putim que coma pedra…

  8. […] leia mais canalrural uol … […]

  9. Elis em 6 de fevereiro de 2019 às 12:20

    https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/campo-e-lavoura/noticia/2019/01/apicultores-buscam-respostas-para-morte-de-400-milhoes-de-abelhas-no-rs-cjrb3d73z00ee01q9wskn5sa8.html?fbclid=IwAR318Fe-ObeYy5mzWqSXwPIIDrhUMHvHPdxRRoGrF9uQUrGX8mnd3MNf4Dk

    A aplicação incorreta de um inseticida nas lavouras de soja é a principal suspeita para a morte de 5 mil colmeias – em municípios como Jaguari, Santiago e Mata, na Região Central, Santana do Livramento, na Fronteira, e Cruz Alta e Boa Vista do Cadeado, no Noroeste.

    Só não vê quem não quer.

  10. sebasti~~ao fernando em 14 de abril de 2019 às 09:03

    or Bruno Stankevicius Bassi, no De Olho nos Ruralistas

    Apenas um dia após a ministra Tereza Cristina afirmar, perante a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento da Câmara, que “não existe liberação geral” de agrotóxicos em sua pasta, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou um novo ato concedendo novos registros de pesticidas.

    Publicado nesta quarta-feira (10) no Diário Oficial da União, o Ato nº 24 autorizou mais 31 produtos, totalizando 152 agrotóxicos liberados nos primeiros cem dias do governo Bolsonaro.

    A nova lista trouxe, até agora, a maior quantidade de pesticidas classe I, o grau mais elevado de risco toxicológico, segundo classificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a quem a ministra responsabilizou pelo número recorde de registros.

    Dentre os 31 produtos liberados, 16 são classificados como “extremamente tóxicos”. Mais da metade da nova listagem. Considerando todos os produtos autorizados no ano, 44 são de classe I.

    Isso contraria outra declaração dada pela ex-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) durante a audiência, a de que o governo trabalha pela substituição progressiva dos pesticidas mais perigosos por aqueles considerados menos tóxicos:

    “Nós temos que mudar a legislação para que os produtos de baixa toxicidade tenham seu registro facilitado e possam chegar mais rápido ao mercado”.

    Dos 152 agrotóxicos liberados nos primeiros cem dias do ano, apenas 18 foram classificados pela Anvisa como “pouco tóxicos”.

  11. Sebastiao fernando da silva em 14 de abril de 2019 às 09:04

    or Bruno Stankevicius Bassi, no De Olho nos Ruralistas

    Apenas um dia após a ministra Tereza Cristina afirmar, perante a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento da Câmara, que “não existe liberação geral” de agrotóxicos em sua pasta, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou um novo ato concedendo novos registros de pesticidas.

    Publicado nesta quarta-feira (10) no Diário Oficial da União, o Ato nº 24 autorizou mais 31 produtos, totalizando 152 agrotóxicos liberados nos primeiros cem dias do governo Bolsonaro.

    A nova lista trouxe, até agora, a maior quantidade de pesticidas classe I, o grau mais elevado de risco toxicológico, segundo classificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a quem a ministra responsabilizou pelo número recorde de registros.

    Dentre os 31 produtos liberados, 16 são classificados como “extremamente tóxicos”. Mais da metade da nova listagem. Considerando todos os produtos autorizados no ano, 44 são de classe I.

    Isso contraria outra declaração dada pela ex-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) durante a audiência, a de que o governo trabalha pela substituição progressiva dos pesticidas mais perigosos por aqueles considerados menos tóxicos:

    “Nós temos que mudar a legislação para que os produtos de baixa toxicidade tenham seu registro facilitado e possam chegar mais rápido ao mercado”.

    Dos 152 agrotóxicos liberados nos primeiros cem dias do ano, apenas 18 foram classificados pela Anvisa como “pouco tóxicos”.

  12. Ines em 14 de abril de 2019 às 11:52

    Liberaram mais de 152 venenos em cem dias de governo e a culpa e do Maduro. Essa Venezuela é mesmo importante.

  13. […] Soja: Rússia detecta glifosato acima do tolerado e pede explicação ao Brasil […]

  14. Marly em 15 de abril de 2019 às 10:05

    Não basta a Russia pedir explicações, melhor seria boicotar mesmo, talvez assim, se conscientizem do estrago que estão fazendo. Que exportem para os Estados Unidos e Israel!

  15. Marcello Hameister em 15 de abril de 2019 às 18:48

    Eu explico. A sede de lucro rápido não se importa com as atuais e futuras gerações.

  16. Joana Ribeiro em 16 de abril de 2019 às 16:33

    Sou uma consumidora da soja principalmente do Ades original sem adição de açúcar, gostaria de saber qual são os danos que podem ocorrer com a ingestão desse produto que por sinal gosto muito , então faço uma pergunta o Ades é uma bebida que pode desenvolver câncer por conta de sua validade e conserva por longo tempo mi tire essa dúvida pois minha nutricionista mi proibiu e eu gostaria de tirar essa dúvida pois não mi dou com outros leites somente com o Ades. Obrigada!!

  17. JorgeMoreira em 18 de abril de 2019 às 06:13

    As queixas com tranquilidade os produtos brasileiros são apenas pretexto para retaliar nosso país depois de opiniões desastradas de algunsdirigentes políticos

  18. Sandra Ávila em 19 de abril de 2019 às 08:35

    Atualmente tem se permitido o uso além do convencional, que pode causar danos sim.
    Minha filha é auditora, e já foi constatado uma quantidade elevada de veneno até em abacaxis ….
    Isto é muito sério, se os produtores abusarem no uso de pesticidas, como o governo autorizou e liberou, outros pesticidas igualmente graves, será um grande risco para a exportação de grãos.
    Tem regras, tem leis, tem manual de certificados para exportação, as coisas não são assim como as pessoas pensam, que cada um vai usando a sem próprio interesse, produtos de pesticidas ou outros. E vale lembrar que precisa de um selo de qualidade, aconfirmando que passou por todos os transmites legais, e as poucas EMPRESAS CERTIFICADORAS, não vão querer correr o risco de negligência e perder sua confiabilidade…

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