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PERSPECTIVA

Preços dos grãos vão continuar subindo? ARC Mercosul responde

O clima não tem colaborado com a safra dos EUA, o que fez as cotações dispararem na Bolsa de Chicago. Mas as altas ainda tem fôlego? Veja o que analista tem a dizer

20 de junho de 2019 às 15h57
Por Canal Rural

A safra norte-americana de grãos tem passado por sérios problemas climáticos. O excesso de chuva no cinturão produtor atrasou o plantio de milho e fez produtores diminuírem a área plantada ao fim da janela ideal de plantio. Os trabalhos da soja também estão sendo prejudicados pelas precipitações.

Como consequência, os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago subiram de forma acentuada. A oleaginosa, por exemplo, teve sete sessões consecutivas de alta e chegou a atingir o melhor preço em três meses.

Mas, para a consultoria ARC Mercosul, as cotações podem ter altas mais consistentes entre julho e agosto, quando as perdas na produção americana serão consolidadas. “Quem já comercializou boa parte da safra pode esperar o desenvolvimento das safras americana e brasileira”, diz o analista Tarso Veloso.

Mas o especialista alerta: o mercado já precificou parte da quebra e a demanda global não está tão aquecida. “As altas até agora são baseadas no clima. Se ele melhorar daqui em diante, o pico dos preços pode ficar para trás”, afirma.

Segundo informações da Somar Meteorologia, a chuva perde força em território americano na próxima semana, mas se mantém entre 15 mm e 30 mm. “O ideal é que ficasse um tempo bastante seco, mais de uma semana de tempo aberto, para fazer a evapotranspiração”, explica a editora de Tempo do Canal Rural, Pryscilla Paiva. A partir da sexta, dia 28, as precipitações diminuem ainda mais, chegando a 5 mm.

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O clima não tem colaborado com a safra dos EUA, o que fez as cotações dispararem na Bolsa de Chicago. Mas as altas ainda tem fôlego? Veja o que analista tem a dizer

20 de junho de 2019 às 15h57
Por Canal Rural

A safra norte-americana de grãos tem passado por sérios problemas climáticos. O excesso de chuva no cinturão produtor atrasou o plantio de milho e fez produtores diminuírem a área plantada ao fim da janela ideal de plantio. Os trabalhos da soja também estão sendo prejudicados pelas precipitações.

Como consequência, os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago subiram de forma acentuada. A oleaginosa, por exemplo, teve sete sessões consecutivas de alta e chegou a atingir o melhor preço em três meses.

Mas, para a consultoria ARC Mercosul, as cotações podem ter altas mais consistentes entre julho e agosto, quando as perdas na produção americana serão consolidadas. “Quem já comercializou boa parte da safra pode esperar o desenvolvimento das safras americana e brasileira”, diz o analista Tarso Veloso.

Mas o especialista alerta: o mercado já precificou parte da quebra e a demanda global não está tão aquecida. “As altas até agora são baseadas no clima. Se ele melhorar daqui em diante, o pico dos preços pode ficar para trás”, afirma.

Segundo informações da Somar Meteorologia, a chuva perde força em território americano na próxima semana, mas se mantém entre 15 mm e 30 mm. “O ideal é que ficasse um tempo bastante seco, mais de uma semana de tempo aberto, para fazer a evapotranspiração”, explica a editora de Tempo do Canal Rural, Pryscilla Paiva. A partir da sexta, dia 28, as precipitações diminuem ainda mais, chegando a 5 mm.

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