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CUSTOS DO CAMPO

Preço do café sobe 11% mas produtor ainda trabalha com margem negativa

Estudo elaborado pela CNA indicou que custos de produção influenciaram a conta final do cafeicultor; mão-de-obra, fertilizantes e defensivos foram os itens que mais impactaram

18 de julho de 2019 às 17h00
Por Canal Rural

Um levantamento feito pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) mostrou que em junho o preço médio do café subiu 11% em algumas regiões produtoras do Brasil quando comparado com o mês anterior. Apesar dessa elevação, os produtores rurais continuam operando com margens negativas.

Maciel Silva, coordenador de produção agrícola da entidade, explica que esse cenário está relacionado ao aumento nos custos de produção no período. “Apesar do aumento no preço de venda do grão, isso não refletiu na margem do produtor, que inclusive se ampliou”, disse.

A mão-de-obra foi indicada como a que mais impactou o cafeicultor em áreas montanhosas. Já nas regiões mecanizadas, fertilizantes e defensivos tiveram destaque.

O especialista aconselha o cafeicultor a adotar o planejamento de médio e longo prazo em sua estratégia, além de ficar de olho no mercado internacional futuro, que pode refletir nos preços brasileiros. “Para que o produtor aproveite os picos de alta para já ir travando”, indica.

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CUSTOS DO CAMPO

Preço do café sobe 11% mas produtor ainda trabalha com margem negativa

Estudo elaborado pela CNA indicou que custos de produção influenciaram a conta final do cafeicultor; mão-de-obra, fertilizantes e defensivos foram os itens que mais impactaram

18 de julho de 2019 às 17h00
Por Canal Rural

Um levantamento feito pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) mostrou que em junho o preço médio do café subiu 11% em algumas regiões produtoras do Brasil quando comparado com o mês anterior. Apesar dessa elevação, os produtores rurais continuam operando com margens negativas.

Maciel Silva, coordenador de produção agrícola da entidade, explica que esse cenário está relacionado ao aumento nos custos de produção no período. “Apesar do aumento no preço de venda do grão, isso não refletiu na margem do produtor, que inclusive se ampliou”, disse.

A mão-de-obra foi indicada como a que mais impactou o cafeicultor em áreas montanhosas. Já nas regiões mecanizadas, fertilizantes e defensivos tiveram destaque.

O especialista aconselha o cafeicultor a adotar o planejamento de médio e longo prazo em sua estratégia, além de ficar de olho no mercado internacional futuro, que pode refletir nos preços brasileiros. “Para que o produtor aproveite os picos de alta para já ir travando”, indica.

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