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Pessoas que vivem no campo e atuam fora do agro sobem para 47,5%

A atração por empregos não agrícolas e o alto custo da atividade agrícola influenciaram resultado; seis anos atrás, número estava em 41,5%

09 de outubro de 2019 às 14h54
Por Canal Rural

O número de pessoas que vivem em áreas rurais mas não trabalham na agropecuária cresceu de 41,5% para 47,5% entre 2012 e 2018, o que segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) representa 280 mil pessoas.

A participação da agroindústria no total de empregos não agrícolas dos moradores de áreas rurais variou entre 8,4% e 9,8% no mesmo período, não tendo apresentado uma tendência geral. E, entre as agroindústrias, destacaram-se a agroalimentar e as indústrias de madeira, móveis de madeira, papel e celulose.

A pesquisadora responsável pelo levantamento, Nicole Renó, comenta que resultado acontece dois fatores principais: o primeiro é a atração por empregos não agrícolas e o segundo é o fator de saída da atividade agrícola por conta de custos. “É uma reflexão do que acontece com a agropecuária”, diz.

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Pessoas que vivem no campo e atuam fora do agro sobem para 47,5%

A atração por empregos não agrícolas e o alto custo da atividade agrícola influenciaram resultado; seis anos atrás, número estava em 41,5%

09 de outubro de 2019 às 14h54
Por Canal Rural

O número de pessoas que vivem em áreas rurais mas não trabalham na agropecuária cresceu de 41,5% para 47,5% entre 2012 e 2018, o que segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) representa 280 mil pessoas.

A participação da agroindústria no total de empregos não agrícolas dos moradores de áreas rurais variou entre 8,4% e 9,8% no mesmo período, não tendo apresentado uma tendência geral. E, entre as agroindústrias, destacaram-se a agroalimentar e as indústrias de madeira, móveis de madeira, papel e celulose.

A pesquisadora responsável pelo levantamento, Nicole Renó, comenta que resultado acontece dois fatores principais: o primeiro é a atração por empregos não agrícolas e o segundo é o fator de saída da atividade agrícola por conta de custos. “É uma reflexão do que acontece com a agropecuária”, diz.

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