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MUDANÇAS NAS REGRAS

Nova tabela do frete é parecida com a anterior, diz especialista

Resolução da ANTT indica volta do pagamento de multas para quem descumprir valores estipulados

18 de julho de 2019 às 13h02
Por Canal Rural

A nova tabela do frete, apresentada nesta quinta-feira, dia 18, pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), realizou algumas alterações no modo como o piso mínimo é calculado. De acordo com Edeon Vaz, que é presidente da Câmara Temática de Logística e Infraestrutura do Ministério da Agricultura e diretor executivo do Movimento Pró-Logística, as mudanças ocorreram principalmente em relação ao cálculo de quilômetro rodado por caminhoneiros. Além disso, a nova tabela também não contempla lucro e valores de pedágio. “O valor é de fato o piso mínimo do frete”, comenta.

Na avaliação dele, apesar das alterações, a tabela está bem próxima do que estava sendo praticado atualmente. “Eles desdobraram e criaram novas categorias (de cargas), o que veio a responder a alguma solicitação feita por transportadores. Temos agora que ter cautela em divulgar esses valores uma vez que existem processos (que questionam a tabela) no SFT e, como já foi dito, ela não resolve o problema do transportador e do setor produtivo”, comentou.

Acordo entre as partes e multas

Vaz reiterou ainda que o setor produtivo precisa respeitar a tabela de preços mínimos, já que a medida prevê pagamento de multas. Além disso, o documento da ANTT não prevê acordo entre as partes para valores menores que o piso mínimo. “O acordo pode ser feito desde que o valor fique acima do mínimo”, pondera.

Novo reajuste

Novos reajustes nos preços mínimos do transporte rodoviário podem acontecer quando o valor do diesel suba acima de 10% sobre o valor considerado na tabela. Outro caso seria daqui seis meses, quando um novo reajuste é previsto em lei.

Veja o documento com as alterações:

5 comentários

  1. Alicia Pagalday em 18 de julho de 2019 às 13:57

    Bom se entendi bem tem um preço mínimo pelo quilômetro rodado que é menos do que o valor do litro do diesel, e que o motorista teria que negociar por um valor q não fique abaixo da tabela…na teoria é bonito mas na prática com a economia brecada desse jeito ele vai ter q ir pelo que a transportadora oferecer.

  2. Carlos em 18 de julho de 2019 às 16:48

    01 carga para 03 caminhões, venda de pesados cresceu 47% para frotista, que ver qd acabar a safra de milho, nós autônomos, nem de graça vamos conseguir trabalhar, minha opinião.

  3. Márcio em 19 de julho de 2019 às 13:27

    E agora ficou ótimo pro agronegócio…. uma tabela de merda dessa…. conseguiram o que queriam… ferraram a todos…quero ver se alguém vai conseguir trabalhar nesse preço ficou bem… mais bem pior que antes da Greve…

  4. william oliveira em 20 de julho de 2019 às 22:47

    o que acontece é que muitos vão sai totalmente falidos do ramos de transportes, infelizmente o que estava ruim, ficou muito pior.

  5. Claudio em 26 de julho de 2019 às 09:48

    Ora, em um livre mercado, as partes que ajustem os seus preços. O transportador põe o seu preço, se o contratante achar caro não contrata e o transportador não transporta se achar pouco. Simples assim! Papo de comunista essa tabela de frete. As partes que se acertem livremente. Coisa de comunista esses caminhoneiros obrigando tabela de preço mínimo e ainda ameaçando paralisar o país.

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MUDANÇAS NAS REGRAS

Nova tabela do frete é parecida com a anterior, diz especialista

Resolução da ANTT indica volta do pagamento de multas para quem descumprir valores estipulados

18 de julho de 2019 às 13h02
Por Canal Rural

A nova tabela do frete, apresentada nesta quinta-feira, dia 18, pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), realizou algumas alterações no modo como o piso mínimo é calculado. De acordo com Edeon Vaz, que é presidente da Câmara Temática de Logística e Infraestrutura do Ministério da Agricultura e diretor executivo do Movimento Pró-Logística, as mudanças ocorreram principalmente em relação ao cálculo de quilômetro rodado por caminhoneiros. Além disso, a nova tabela também não contempla lucro e valores de pedágio. “O valor é de fato o piso mínimo do frete”, comenta.

Na avaliação dele, apesar das alterações, a tabela está bem próxima do que estava sendo praticado atualmente. “Eles desdobraram e criaram novas categorias (de cargas), o que veio a responder a alguma solicitação feita por transportadores. Temos agora que ter cautela em divulgar esses valores uma vez que existem processos (que questionam a tabela) no SFT e, como já foi dito, ela não resolve o problema do transportador e do setor produtivo”, comentou.

Acordo entre as partes e multas

Vaz reiterou ainda que o setor produtivo precisa respeitar a tabela de preços mínimos, já que a medida prevê pagamento de multas. Além disso, o documento da ANTT não prevê acordo entre as partes para valores menores que o piso mínimo. “O acordo pode ser feito desde que o valor fique acima do mínimo”, pondera.

Novo reajuste

Novos reajustes nos preços mínimos do transporte rodoviário podem acontecer quando o valor do diesel suba acima de 10% sobre o valor considerado na tabela. Outro caso seria daqui seis meses, quando um novo reajuste é previsto em lei.

Veja o documento com as alterações:

5 comentários

  1. Alicia Pagalday em 18 de julho de 2019 às 13:57

    Bom se entendi bem tem um preço mínimo pelo quilômetro rodado que é menos do que o valor do litro do diesel, e que o motorista teria que negociar por um valor q não fique abaixo da tabela…na teoria é bonito mas na prática com a economia brecada desse jeito ele vai ter q ir pelo que a transportadora oferecer.

  2. Carlos em 18 de julho de 2019 às 16:48

    01 carga para 03 caminhões, venda de pesados cresceu 47% para frotista, que ver qd acabar a safra de milho, nós autônomos, nem de graça vamos conseguir trabalhar, minha opinião.

  3. Márcio em 19 de julho de 2019 às 13:27

    E agora ficou ótimo pro agronegócio…. uma tabela de merda dessa…. conseguiram o que queriam… ferraram a todos…quero ver se alguém vai conseguir trabalhar nesse preço ficou bem… mais bem pior que antes da Greve…

  4. william oliveira em 20 de julho de 2019 às 22:47

    o que acontece é que muitos vão sai totalmente falidos do ramos de transportes, infelizmente o que estava ruim, ficou muito pior.

  5. Claudio em 26 de julho de 2019 às 09:48

    Ora, em um livre mercado, as partes que ajustem os seus preços. O transportador põe o seu preço, se o contratante achar caro não contrata e o transportador não transporta se achar pouco. Simples assim! Papo de comunista essa tabela de frete. As partes que se acertem livremente. Coisa de comunista esses caminhoneiros obrigando tabela de preço mínimo e ainda ameaçando paralisar o país.

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