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SOJA E MILHO

EUA: mercado ignora área plantada e foca em qualidade da safra e exportação

Consultoria Terra Agronegócio explica que último relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre semeadura não trouxe credibilidade

12 de julho de 2019 às 15h33
Por Canal Rural

agr

O mercado agrícola reage na direção contrária aos dados apontados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgados na quinta-feira, dia 11. Ênio Fernandes, analista de mercado da consultoria Terra Agronegócio, explica que a entidade norte-americana elevou a produção de milho de 357 milhões de toneladas para 352 milhões de toneladas. Para a soja, a produção foi reduzida de quase 113 milhões de toneladas para 104 milhões de toneladas.

“O que se viu, no entanto, foi o milho puxando forte para cima e a soja também. As primeira explicações eram de que o milho estava acompanhando as cotações do trigo, mas a verdade é que ninguém está acreditando no tamanho da área plantada das culturas”, diz.

Ele comenta que o relatório de área semeada do USDA, publicado no fim de junho, apontou uma área plantada muito grande para o milho, o que não trouxe credibilidade. Para Fernandes, o mercado agrícola começou então a buscar novos dados, como a qualidade das lavouras dos EUA e exportações.

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SOJA E MILHO

EUA: mercado ignora área plantada e foca em qualidade da safra e exportação

Consultoria Terra Agronegócio explica que último relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre semeadura não trouxe credibilidade

12 de julho de 2019 às 15h33
Por Canal Rural

agr

O mercado agrícola reage na direção contrária aos dados apontados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgados na quinta-feira, dia 11. Ênio Fernandes, analista de mercado da consultoria Terra Agronegócio, explica que a entidade norte-americana elevou a produção de milho de 357 milhões de toneladas para 352 milhões de toneladas. Para a soja, a produção foi reduzida de quase 113 milhões de toneladas para 104 milhões de toneladas.

“O que se viu, no entanto, foi o milho puxando forte para cima e a soja também. As primeira explicações eram de que o milho estava acompanhando as cotações do trigo, mas a verdade é que ninguém está acreditando no tamanho da área plantada das culturas”, diz.

Ele comenta que o relatório de área semeada do USDA, publicado no fim de junho, apontou uma área plantada muito grande para o milho, o que não trouxe credibilidade. Para Fernandes, o mercado agrícola começou então a buscar novos dados, como a qualidade das lavouras dos EUA e exportações.

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