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COMÉRCIO INTERNACIONAL

China importou 49% menos soja dos Estados Unidos

Consultoria afirma que guerra comercial entre países e surto de peste suína africana na Ásia impactou as compras chinesas da oleaginosa

24 de julho de 2019 às 17h12
Por Canal Rural

As compras de soja norte-americana pela China recuaram 49%. De acordo com a consultoria Datagro, os chineses compraram, entre setembro do ano passado e junho, 14,4 milhões de toneladas do grão, contra 28,1 milhões de toneladas.

O resultado, segundo o chefe do departamento de grãos da consultoria, Flávio França Junior, comenta que os números podem ser influenciados pela guerra comercial entre Estados Unidos e China. Além disso, há também o surto de peste suína africana, que tem diminuído o número de animais no país asiático e consequentemente a demanda pelo grão.

Novas negociações

Estados Unidos e China vão realizar na próxima semana npvas negociações. De acordo com a Casa Branca, as conversas vão tratar de questões como propriedade intelectual, barreiras não tarifárias, agricultura, entre outros pontos.

“Depois de várias semanas com ausência de novidades, temos a retomada nas negociações. O mercado agrícola internacional repercute positivamente mas de uma maneira muito frágil. De conversa, o mercado está saturado e precisaria de um avanço efetivo para alterar os preços”.

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Por Canal Rural

As compras de soja norte-americana pela China recuaram 49%. De acordo com a consultoria Datagro, os chineses compraram, entre setembro do ano passado e junho, 14,4 milhões de toneladas do grão, contra 28,1 milhões de toneladas.

O resultado, segundo o chefe do departamento de grãos da consultoria, Flávio França Junior, comenta que os números podem ser influenciados pela guerra comercial entre Estados Unidos e China. Além disso, há também o surto de peste suína africana, que tem diminuído o número de animais no país asiático e consequentemente a demanda pelo grão.

Novas negociações

Estados Unidos e China vão realizar na próxima semana npvas negociações. De acordo com a Casa Branca, as conversas vão tratar de questões como propriedade intelectual, barreiras não tarifárias, agricultura, entre outros pontos.

“Depois de várias semanas com ausência de novidades, temos a retomada nas negociações. O mercado agrícola internacional repercute positivamente mas de uma maneira muito frágil. De conversa, o mercado está saturado e precisaria de um avanço efetivo para alterar os preços”.

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