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DIAGNÓSTICO

Cana: produtores do Nordeste recebem até 19% mais que Centro-Sul

Apesar disso, produtividade de lavouras nordestinas são 60% menor, o que impacta diretamente na rentabilidade final do agricultor

26 de julho de 2019 às 15h41
Por Canal Rural

Uma pesquisa feita pelo projeto Campo Futuro, realizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), indicou que os produtores de cana-de-açúcar do nordeste recebereram valores até 19% maiores pelo produto do que agricultores do Centro-Sul do país. Enquantoos nordestinos conseguiram pela cana R$ 90 por tonelada, na outra região, o valor recebido foi de R$ 79 por tonelada.

Rogério Avelar, que é assessor técnico da entidade, explica que apesar deste cenário, o Nordeste tem registrado produtividade expressivamente menor, com queda de 60% quando comparado com o Centro-Sul. “A produtividade ainda é um grande gargalo. Enquanto no Nordeste, o produtor consegue algo próximo de 48 toneladas, o agricultor do Centro-Sul atinge 81 toneladas”, comenta.

Entre os itens que mais impactam a produtividade no Nordeste estão a baixa adoção de tecnologia, por conta de menor capacidade de investimento, e alterações no relevo da região, que com alta declividade impossibilita a mecanização dos processos.

Esse cenário, de acordo com o especialista, acaba afetando a rentabilidade, que apesar do preço mais alto no Nordeste, fica menor na conta final.

Nova call to action

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Uma pesquisa feita pelo projeto Campo Futuro, realizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), indicou que os produtores de cana-de-açúcar do nordeste recebereram valores até 19% maiores pelo produto do que agricultores do Centro-Sul do país. Enquantoos nordestinos conseguiram pela cana R$ 90 por tonelada, na outra região, o valor recebido foi de R$ 79 por tonelada.

Rogério Avelar, que é assessor técnico da entidade, explica que apesar deste cenário, o Nordeste tem registrado produtividade expressivamente menor, com queda de 60% quando comparado com o Centro-Sul. “A produtividade ainda é um grande gargalo. Enquanto no Nordeste, o produtor consegue algo próximo de 48 toneladas, o agricultor do Centro-Sul atinge 81 toneladas”, comenta.

Entre os itens que mais impactam a produtividade no Nordeste estão a baixa adoção de tecnologia, por conta de menor capacidade de investimento, e alterações no relevo da região, que com alta declividade impossibilita a mecanização dos processos.

Esse cenário, de acordo com o especialista, acaba afetando a rentabilidade, que apesar do preço mais alto no Nordeste, fica menor na conta final.

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