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ANÁLISE

‘Acordo Mercosul-UE não corre mais riscos do que no passado’

As queimadas na Amazônia foram alvo de críticas internacionais, que foram rebatidas pelo governo de Jair Bolsonaro. O presidente chegou, inclusive, a rejeitar ajuda financeira do G7

27 de agosto de 2019 às 14h31
Por Canal Rural

O cientista político da GO Associados, Fernando Marcato, afirma que o risco de rompimento do acordo entre Mercosul e União Europeia não aumentou por causa das queimadas na Amazônia. “Continua sendo o mesmo que já existia no passado”, diz.

Os incêndios nas últimas semanas desencadearam críticas internacionais que foram rebatidas pelo governo de Jair Bolsonaro. Na segunda, 26, o Palácio do Planalto informou que iria recusar o equivalente a quase R$ 90 milhões, anunciados pelo presidente da França, Emmanuel Macron, em nome dos países do G7, para ajudar no controle das chamas.

Bolsonaro disse nesta terça, 27, que pode reconsiderar a decisão de não aceitar a ajuda caso Macron peça desculpas pelos insultos contra ele e descarte a ideia de “internacionalização” da Amazônia.

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‘Acordo Mercosul-UE não corre mais riscos do que no passado’

As queimadas na Amazônia foram alvo de críticas internacionais, que foram rebatidas pelo governo de Jair Bolsonaro. O presidente chegou, inclusive, a rejeitar ajuda financeira do G7

27 de agosto de 2019 às 14h31
Por Canal Rural

O cientista político da GO Associados, Fernando Marcato, afirma que o risco de rompimento do acordo entre Mercosul e União Europeia não aumentou por causa das queimadas na Amazônia. “Continua sendo o mesmo que já existia no passado”, diz.

Os incêndios nas últimas semanas desencadearam críticas internacionais que foram rebatidas pelo governo de Jair Bolsonaro. Na segunda, 26, o Palácio do Planalto informou que iria recusar o equivalente a quase R$ 90 milhões, anunciados pelo presidente da França, Emmanuel Macron, em nome dos países do G7, para ajudar no controle das chamas.

Bolsonaro disse nesta terça, 27, que pode reconsiderar a decisão de não aceitar a ajuda caso Macron peça desculpas pelos insultos contra ele e descarte a ideia de “internacionalização” da Amazônia.

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