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ENTREVISTA

Direto ao ponto discute agilidade na análise de novos defensivos

O deputado federal Luiz Nishimori (PL-PR) e o diretor da Embrapa Celso Moretti falam sobre projeto de lei que atualiza regras para liberação de moléculas no Brasil

16 de junho de 2019 às 21h03
Por Canal Rural
pulverizador defensivo agrotóxico

Foto: Pixabay

O Direto ao Ponto deste domingo, dia 16, recebe o deputado federal Luiz Nishimori (PL-PR) e o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Celso Moretti. Eles debatem sobre o projeto de lei 6299 de 2002, que estabelece novas regras para a liberação e análise de defensivos no Brasil.

“Nós precisamos reduzir a morosidade no registro dessas moléculas, porque o nosso produtor, que tem uma agricultura do século 21, não pode ser assistido por uma legislação desatualizada”, argumenta Moretti.

Segundo o parlamentar, que foi relator do projeto na Comissão Especial de Defensivos Agrícolas na Câmara dos Deputados, as mudanças são mais do que necessárias já que as normas atuais têm quase 30 anos. “Nós estamos apresentando uma das melhores propostas para o consumidor, para a sociedade e para a agricultura”, diz Nishimori.

No seu parecer, o deputado explicou que há muitos mitos e informações falsas sobre esse tipo de produto. “Os pesticidas combatem as pragas na agricultura, garantindo a saúde das plantas e a qualidade dos alimentos. Precisamos deles assim como dos remédios. Nosso projeto pretende garantir mais segurança na produção de alimentos que vão para a mesa do brasileiro”, afirma.

O diretor da Embrapa segue o entendimento do parlamentar e lembra que o Brasil é um grande produtor de alimento e que exporta pra mais de 180 países do mundo. Ele não tem dúvidas de que o Brasil será o maior exportador do mundo até 2030.

Nishimori fez questão de ressaltar, também, a importância do serviço prestado pelo produtor rural à população. “25% do território brasileiro está preservado dentro das propriedades rurais; o produtor é quem mais contribui para a sustentabilidade”, exalta.

Os convidados debateram, ainda, sobre a liberação do uso de defensivos pelos órgãos reguladores e também sobre os eventuais riscos.

3 comentários

  1. Álvaro Rodrigues em 16 de junho de 2019 às 22:41

    Obrigado pela “tecnologia.”
    Prefiro os orgânicos.

Deixe um Comentário





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Direto ao ponto discute agilidade na análise de novos defensivos

O deputado federal Luiz Nishimori (PL-PR) e o diretor da Embrapa Celso Moretti falam sobre projeto de lei que atualiza regras para liberação de moléculas no Brasil

16 de junho de 2019 às 21h03
Por Canal Rural
pulverizador defensivo agrotóxico

Foto: Pixabay

O Direto ao Ponto deste domingo, dia 16, recebe o deputado federal Luiz Nishimori (PL-PR) e o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Celso Moretti. Eles debatem sobre o projeto de lei 6299 de 2002, que estabelece novas regras para a liberação e análise de defensivos no Brasil.

“Nós precisamos reduzir a morosidade no registro dessas moléculas, porque o nosso produtor, que tem uma agricultura do século 21, não pode ser assistido por uma legislação desatualizada”, argumenta Moretti.

Segundo o parlamentar, que foi relator do projeto na Comissão Especial de Defensivos Agrícolas na Câmara dos Deputados, as mudanças são mais do que necessárias já que as normas atuais têm quase 30 anos. “Nós estamos apresentando uma das melhores propostas para o consumidor, para a sociedade e para a agricultura”, diz Nishimori.

No seu parecer, o deputado explicou que há muitos mitos e informações falsas sobre esse tipo de produto. “Os pesticidas combatem as pragas na agricultura, garantindo a saúde das plantas e a qualidade dos alimentos. Precisamos deles assim como dos remédios. Nosso projeto pretende garantir mais segurança na produção de alimentos que vão para a mesa do brasileiro”, afirma.

O diretor da Embrapa segue o entendimento do parlamentar e lembra que o Brasil é um grande produtor de alimento e que exporta pra mais de 180 países do mundo. Ele não tem dúvidas de que o Brasil será o maior exportador do mundo até 2030.

Nishimori fez questão de ressaltar, também, a importância do serviço prestado pelo produtor rural à população. “25% do território brasileiro está preservado dentro das propriedades rurais; o produtor é quem mais contribui para a sustentabilidade”, exalta.

Os convidados debateram, ainda, sobre a liberação do uso de defensivos pelos órgãos reguladores e também sobre os eventuais riscos.

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  1. Álvaro Rodrigues em 16 de junho de 2019 às 22:41

    Obrigado pela “tecnologia.”
    Prefiro os orgânicos.

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