Início » Notícias da Agropecuária » Notícias » USP vai ouvir demanda de caminhoneiros sobre preço mínimo do frete

NA PRÓXIMA SEMANA

USP vai ouvir demanda de caminhoneiros sobre preço mínimo do frete

A reunião terá a participação de diversas entidades logísticas, entre embarcadores, empresas e cooperativas de transportes e transportadores autônomos

31 de janeiro de 2019 às 10h14
Por Francielle Bertolacini, de São Paulo

Foto: Marcelo Pinto

O Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial (Esalq-Log), da Universidade de São Paulo (USP), deve realizar na próxima semana um encontro entre representantes do setor de transporte rodoviário para discutir uma nova metodologia para os preços mínimos da tabela do frete.

O encontro, que acontece em Piracicaba (SP), tem o objetivo de coletar opiniões, sugestões e apontamentos para o aprimoramento da Lei nº 13.703/2018, que estabeleceu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas.

Segundo a instituição de ensino, a reunião terá a participação de segmentos envolvidos em diversas cadeias logísticas do Brasil, entre embarcadores, empresas e cooperativas de transportes e transportadores autônomos.

Nova call to action

“A expectativa da organização é que representantes desses setores, vindos de todo o país, possam oferecer sugestões e apontamentos, de acordo com suas realidades e necessidades, propiciando uma melhor compreensão das diversas especificidades que envolvem a atividade de transporte rodoviário de cargas no Brasil”, disse a Esalq-Log.

Estudo sobre nova tabela

Na última quarta-feira, dia 30, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, anunciou o estudo de uma nova referência para os preços mínimos da tabela do frete pela USP.

“Estamos trabalhando intensamente com a Universidade de São Paulo em uma nova referência que elimine determinadas distorções e que torne este assunto cada vez menos importante, ou seja, uma tabela que seja aceita por todos, a gente vai tentar construir um consenso”, afirmou.

A pesquisa, que está sendo realizada por pesquisadores da Esalq-Log e pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), tem duração de 21 meses. No entanto, a atualização de novos pisos mínimos deverá ser finalizada ainda neste semestre.

No relatório, serão levados em conta estudos técnicos subsidiados, análises dos impactos econômicos e regulatórios da lei da tabela do frete

apresenta um escopo técnico de diversas atividades, envolvendo: estudos técnicos subsidiados, análises dos impactos econômicos e regulatórios da Lei 13.703/2018, revisão da metodologia dos pisos de fretes rodoviários, dentre outros fatores.

Entenda o caso

Criada após a greve dos caminhoneiros, a Lei 13.703, de 2018, instituiu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, e prevê que uma nova tabela com frete mínimo deve ser publicada quando houver oscilação superior a 10% no preço do óleo diesel no mercado nacional.

De acordo com a lei, a publicação da nova tabela tem que ser feita até os dias 20 de janeiro e 20 de julho de cada ano, ficando os valores válidos para o semestre.

A lei em vigor especifica que os pisos mínimos de frete deverão refletir os custos operacionais totais do transporte, definidos e divulgados nos termos da ANTT, com priorização dos custos referentes ao óleo diesel e aos pedágios.

De acordo com a legislação, a tabela deve trazer os pisos mínimos referentes ao quilômetro rodado por eixo carregado, consideradas as distâncias e as especificidades das cargas, bem como planilha de cálculos utilizada para a obtenção dos pisos mínimos.

Pela tabela em vigor, as multas aplicadas a quem descumprir os preços mínimos da tabela do frete rodoviário se enquadram em quatro situações distintas, variando do valor mínimo de R$ 550 e podendo chegar ao máximo de R$ 10,5 mil.

Frete rodoviário: nova tabela deve ser concluída até abril

17 comentários

  1. Roque William Ferreira Machado em 31 de janeiro de 2019 às 12:16

    Sou caminhoneiro a mais de trinta anos,sempre tivemos discordâncias sobre valores de frete de terceiros ,uma composição fácil de se calcular é sobrar mais que 50% do frete.Essa tabela de fretes que ANTT fez é prejudicial aos autônomos,porque praticamente é o frete da transportadora recebe do cliente,eu defendo uma tabela para cada tipo de transporte,o meu por exemplo é container ,depois que vc coloca ele em cima do seu caminhão vc fica preso a ele até a hora terminar a viagem ,carga seca é diferente ou vai ou volta ,temos que ter uma representação mais forte.

  2. Gildembergues Souza ciriaco em 31 de janeiro de 2019 às 12:27

    Espero q resolvendo isso as empresas do Nordeste e Norte acabe á lei

  3. Inacio dapper em 31 de janeiro de 2019 às 13:41

    Boa tarde sou caminhoneiro autônomo não precisa aumentar sempre a tabela única coisa preciso abaixar valor óleo diesel

  4. Cassio antonio em 31 de janeiro de 2019 às 14:41

    Acabar destruir e incinerar frete de retorno.isso é nocivo para o nosso setor.avaliar regiões onde não temos cargas para voltar.areas sem pavimentação.balsas e definir dias tempo e prazo.pagamento de fretes e extinguir atravessadores .acabar com prazo de 5.10 e 25 dias úteis para pagamento de saldos .acabar com a tal carta frete ainda presente em nosso dia a dia

  5. Jackson Teló em 31 de janeiro de 2019 às 16:24

    O tabelamento do frete precisa pois a prática do frete retorno não pode existir,o frete para descer como dizem é quase o dobro da volta e isso não cobre nem os custos e isso resulta. Caminhões sem manutenção pois entre colocar comida na mesa e arrumar o veículo não existe comparação.assim andamos com veículos com manutenção porcaria falta de freios, suspensão, direção,pneus tornando a vida dos condutores de automóveis e motos e outros veículos uma situação de risco eminente de acidentes. E o argumento de que o tabelamento inflaciona o mercado isso é conversa pois a 5 anos atrás com o diesel quase a metade do preço o frete mato grosso para os portos estava em torno de 15% melhor então não procede está atitude dos produtores mas é claro que na volta majorou o frete pois o custo de ida e volta é o mesmo para nós.

  6. Vânia silva em 31 de janeiro de 2019 às 18:04

    Sugestão vão fazer uma pesquisa realizada com quem trabalha,faz uma viagem do começo a fim em uma cabine de caminhão sem ar condicionado de são Paulo a Fortaleza e ouça realmente quem entendi do assunto

  7. José wilson de freitas em 31 de janeiro de 2019 às 19:12

    Esse jogo de só acaba quando essa tabela beneficiar só os empresários. Vivemos em um país onde só benéficia os latifundiários.vergonhoso ser caminhoneiro.

  8. Waldir Guiza Ferreira em 31 de janeiro de 2019 às 19:53

    O governo precisa fiscalizar as transportadoras esse sim é o câncer maliguino do transporte estou carregado com uma carga recebendo quatro mil reais,quando recebi o manifesto o valor do frete empresa é dê oito mil e setecentos reais esse sim é o maior problema do transporte.

  9. Jorge valdir barbosa de Oliveira em 31 de janeiro de 2019 às 20:20

    Tem q rever logo esa tabela porque nao. Estamos aguentando..mais

  10. Tiago em 31 de janeiro de 2019 às 21:15

    Muito blábláblá quero ver se para denovo em meio uma safra ai quero ver vamos ter respeito

    • Nataniel De Oliveira Gonçalves em 1 de fevereiro de 2019 às 10:43

      Eu acho e deve ser como o salário mínimo que ninguém pode ganhar menos .E sim daí pra cima tem a livre negociação. E no passar o manifesto da carga tenha um campo a ser preenchido pelas transportadoras. A km rodados quantidade de eixos. Distância o valor do km por eixo .E o valor da comissão das transportadora coimbrão.pela prestação de serviços. Se não tiver esses requisitos. O sistema Antt. E rec.federal .Não libere.o ciot.so A sim elimina o descumprimento. E economista custo.ao estado .em funcionários pra fiscalizar em rodovia ..E a burocracia. Porque não adianta .A Antt.autuar as empresas e o camioneiros ter q tá conzistinando o poder judiciário pra cobrar as diferenças do frete. Q só traz prejuízo ao estado Brasilaeiro.concordo se for A sim como está e só parando de novo aí ser A resolvido porque até agora tão achando q camioneiros são palhaço

  11. Janislei Roberto em 1 de fevereiro de 2019 às 00:18

    Sou camioneiro estou em Piracicaba e gostaria muito de conversar com o povo da USP

  12. Jose Angelo Faria em 1 de fevereiro de 2019 às 08:11

    O piso minimo do frete apenas irá retirar do mercado o atravessador que enriquece as custas do transportador sem comprar um parafuso sequer… os fretes praticados hoje abaixo do custo é quem alimenta o mercado clandestino de peças e produtos roubados do setor de transporte!!!

  13. Francisco Renée Travassos de Albuquerque em 1 de fevereiro de 2019 às 10:34

    O que vale as empresas não paga o preço da tabela o caminhoneiro não pode para pois devemos temos família para da de comer e ficar sujeito a transporta não tem fiscalização e a corda só se quebrar no lado fraco que e no nosso . acho que não tem mais jeito e procurar outro coisaa fazer que ter caminhão o pequeno pensando em ter uma vida melhor para vc e sua família e ilusão só arrumar dívida estresse e estresse para a família como sempre as portas do são abertas para quem tem dinheiro para o empresário . para quem tenta como eu que só tem um caminhão acho que e envão tá nessa vida de estradeiro.

  14. Fábio em 1 de fevereiro de 2019 às 10:35

    O problema é que tem transpotadoras aproveitando da ocasião nem são acociadas a confederação da FIESP e acabam explorando o motorista e trazendo desordem ao país o governo precisa acabar com agenciamento pois eles não tem compromissos com os autônomos isso virou uma casa sem dono

  15. Nataniel De Oliveira Gonçalves em 1 de fevereiro de 2019 às 10:37

    Eu acho e deve ser como o salário mínimo que ninguém pode ganhar menos .E sim daí pra cima tem a livre negociação. E no passar o manifesto da carga tenha um campo a ser preenchido pelas transportadoras. A km rodados quantidade de eixos. Distância o valor do km por eixo .E o valor da comissão das transportadora coimbrão.pela prestação de serviços. Se não tiver esses requisitos. O sistema Antt. E rec.federal .Não libere.o ciot.so A sim elimina o descumprimento. E economista custo.ao estado .em funcionários pra fiscalizar em rodovia ..E a burocracia. Porque não adianta .A Antt.autuar as empresas e o camioneiros ter q tá conzistinando o poder judiciário pra cobrar as diferenças do frete. Q só traz prejuízo ao estado Brasilaeiro.

  16. EDMILSON ESPINDOLA em 2 de fevereiro de 2019 às 12:12

    Teria que rever valores de pedágios tbm…. da cidade onde eu moro em Cachoeiro de Itapemirm até a cidade de Maringá no Paraná eu costumo pagar beirando os 1.900.00 um mil e novessentos reais de pedagio…

Deixe um Comentário





Início » Notícias da Agropecuária » Notícias » USP vai ouvir demanda de caminhoneiros sobre preço mínimo do frete

NA PRÓXIMA SEMANA

USP vai ouvir demanda de caminhoneiros sobre preço mínimo do frete

A reunião terá a participação de diversas entidades logísticas, entre embarcadores, empresas e cooperativas de transportes e transportadores autônomos

31 de janeiro de 2019 às 10h14
Por Francielle Bertolacini, de São Paulo

Foto: Marcelo Pinto

O Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial (Esalq-Log), da Universidade de São Paulo (USP), deve realizar na próxima semana um encontro entre representantes do setor de transporte rodoviário para discutir uma nova metodologia para os preços mínimos da tabela do frete.

O encontro, que acontece em Piracicaba (SP), tem o objetivo de coletar opiniões, sugestões e apontamentos para o aprimoramento da Lei nº 13.703/2018, que estabeleceu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas.

Segundo a instituição de ensino, a reunião terá a participação de segmentos envolvidos em diversas cadeias logísticas do Brasil, entre embarcadores, empresas e cooperativas de transportes e transportadores autônomos.

Nova call to action

“A expectativa da organização é que representantes desses setores, vindos de todo o país, possam oferecer sugestões e apontamentos, de acordo com suas realidades e necessidades, propiciando uma melhor compreensão das diversas especificidades que envolvem a atividade de transporte rodoviário de cargas no Brasil”, disse a Esalq-Log.

Estudo sobre nova tabela

Na última quarta-feira, dia 30, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, anunciou o estudo de uma nova referência para os preços mínimos da tabela do frete pela USP.

“Estamos trabalhando intensamente com a Universidade de São Paulo em uma nova referência que elimine determinadas distorções e que torne este assunto cada vez menos importante, ou seja, uma tabela que seja aceita por todos, a gente vai tentar construir um consenso”, afirmou.

A pesquisa, que está sendo realizada por pesquisadores da Esalq-Log e pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), tem duração de 21 meses. No entanto, a atualização de novos pisos mínimos deverá ser finalizada ainda neste semestre.

No relatório, serão levados em conta estudos técnicos subsidiados, análises dos impactos econômicos e regulatórios da lei da tabela do frete

apresenta um escopo técnico de diversas atividades, envolvendo: estudos técnicos subsidiados, análises dos impactos econômicos e regulatórios da Lei 13.703/2018, revisão da metodologia dos pisos de fretes rodoviários, dentre outros fatores.

Entenda o caso

Criada após a greve dos caminhoneiros, a Lei 13.703, de 2018, instituiu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, e prevê que uma nova tabela com frete mínimo deve ser publicada quando houver oscilação superior a 10% no preço do óleo diesel no mercado nacional.

De acordo com a lei, a publicação da nova tabela tem que ser feita até os dias 20 de janeiro e 20 de julho de cada ano, ficando os valores válidos para o semestre.

A lei em vigor especifica que os pisos mínimos de frete deverão refletir os custos operacionais totais do transporte, definidos e divulgados nos termos da ANTT, com priorização dos custos referentes ao óleo diesel e aos pedágios.

De acordo com a legislação, a tabela deve trazer os pisos mínimos referentes ao quilômetro rodado por eixo carregado, consideradas as distâncias e as especificidades das cargas, bem como planilha de cálculos utilizada para a obtenção dos pisos mínimos.

Pela tabela em vigor, as multas aplicadas a quem descumprir os preços mínimos da tabela do frete rodoviário se enquadram em quatro situações distintas, variando do valor mínimo de R$ 550 e podendo chegar ao máximo de R$ 10,5 mil.

Frete rodoviário: nova tabela deve ser concluída até abril

17 comentários

  1. Roque William Ferreira Machado em 31 de janeiro de 2019 às 12:16

    Sou caminhoneiro a mais de trinta anos,sempre tivemos discordâncias sobre valores de frete de terceiros ,uma composição fácil de se calcular é sobrar mais que 50% do frete.Essa tabela de fretes que ANTT fez é prejudicial aos autônomos,porque praticamente é o frete da transportadora recebe do cliente,eu defendo uma tabela para cada tipo de transporte,o meu por exemplo é container ,depois que vc coloca ele em cima do seu caminhão vc fica preso a ele até a hora terminar a viagem ,carga seca é diferente ou vai ou volta ,temos que ter uma representação mais forte.

  2. Gildembergues Souza ciriaco em 31 de janeiro de 2019 às 12:27

    Espero q resolvendo isso as empresas do Nordeste e Norte acabe á lei

  3. Inacio dapper em 31 de janeiro de 2019 às 13:41

    Boa tarde sou caminhoneiro autônomo não precisa aumentar sempre a tabela única coisa preciso abaixar valor óleo diesel

  4. Cassio antonio em 31 de janeiro de 2019 às 14:41

    Acabar destruir e incinerar frete de retorno.isso é nocivo para o nosso setor.avaliar regiões onde não temos cargas para voltar.areas sem pavimentação.balsas e definir dias tempo e prazo.pagamento de fretes e extinguir atravessadores .acabar com prazo de 5.10 e 25 dias úteis para pagamento de saldos .acabar com a tal carta frete ainda presente em nosso dia a dia

  5. Jackson Teló em 31 de janeiro de 2019 às 16:24

    O tabelamento do frete precisa pois a prática do frete retorno não pode existir,o frete para descer como dizem é quase o dobro da volta e isso não cobre nem os custos e isso resulta. Caminhões sem manutenção pois entre colocar comida na mesa e arrumar o veículo não existe comparação.assim andamos com veículos com manutenção porcaria falta de freios, suspensão, direção,pneus tornando a vida dos condutores de automóveis e motos e outros veículos uma situação de risco eminente de acidentes. E o argumento de que o tabelamento inflaciona o mercado isso é conversa pois a 5 anos atrás com o diesel quase a metade do preço o frete mato grosso para os portos estava em torno de 15% melhor então não procede está atitude dos produtores mas é claro que na volta majorou o frete pois o custo de ida e volta é o mesmo para nós.

  6. Vânia silva em 31 de janeiro de 2019 às 18:04

    Sugestão vão fazer uma pesquisa realizada com quem trabalha,faz uma viagem do começo a fim em uma cabine de caminhão sem ar condicionado de são Paulo a Fortaleza e ouça realmente quem entendi do assunto

  7. José wilson de freitas em 31 de janeiro de 2019 às 19:12

    Esse jogo de só acaba quando essa tabela beneficiar só os empresários. Vivemos em um país onde só benéficia os latifundiários.vergonhoso ser caminhoneiro.

  8. Waldir Guiza Ferreira em 31 de janeiro de 2019 às 19:53

    O governo precisa fiscalizar as transportadoras esse sim é o câncer maliguino do transporte estou carregado com uma carga recebendo quatro mil reais,quando recebi o manifesto o valor do frete empresa é dê oito mil e setecentos reais esse sim é o maior problema do transporte.

  9. Jorge valdir barbosa de Oliveira em 31 de janeiro de 2019 às 20:20

    Tem q rever logo esa tabela porque nao. Estamos aguentando..mais

  10. Tiago em 31 de janeiro de 2019 às 21:15

    Muito blábláblá quero ver se para denovo em meio uma safra ai quero ver vamos ter respeito

    • Nataniel De Oliveira Gonçalves em 1 de fevereiro de 2019 às 10:43

      Eu acho e deve ser como o salário mínimo que ninguém pode ganhar menos .E sim daí pra cima tem a livre negociação. E no passar o manifesto da carga tenha um campo a ser preenchido pelas transportadoras. A km rodados quantidade de eixos. Distância o valor do km por eixo .E o valor da comissão das transportadora coimbrão.pela prestação de serviços. Se não tiver esses requisitos. O sistema Antt. E rec.federal .Não libere.o ciot.so A sim elimina o descumprimento. E economista custo.ao estado .em funcionários pra fiscalizar em rodovia ..E a burocracia. Porque não adianta .A Antt.autuar as empresas e o camioneiros ter q tá conzistinando o poder judiciário pra cobrar as diferenças do frete. Q só traz prejuízo ao estado Brasilaeiro.concordo se for A sim como está e só parando de novo aí ser A resolvido porque até agora tão achando q camioneiros são palhaço

  11. Janislei Roberto em 1 de fevereiro de 2019 às 00:18

    Sou camioneiro estou em Piracicaba e gostaria muito de conversar com o povo da USP

  12. Jose Angelo Faria em 1 de fevereiro de 2019 às 08:11

    O piso minimo do frete apenas irá retirar do mercado o atravessador que enriquece as custas do transportador sem comprar um parafuso sequer… os fretes praticados hoje abaixo do custo é quem alimenta o mercado clandestino de peças e produtos roubados do setor de transporte!!!

  13. Francisco Renée Travassos de Albuquerque em 1 de fevereiro de 2019 às 10:34

    O que vale as empresas não paga o preço da tabela o caminhoneiro não pode para pois devemos temos família para da de comer e ficar sujeito a transporta não tem fiscalização e a corda só se quebrar no lado fraco que e no nosso . acho que não tem mais jeito e procurar outro coisaa fazer que ter caminhão o pequeno pensando em ter uma vida melhor para vc e sua família e ilusão só arrumar dívida estresse e estresse para a família como sempre as portas do são abertas para quem tem dinheiro para o empresário . para quem tenta como eu que só tem um caminhão acho que e envão tá nessa vida de estradeiro.

  14. Fábio em 1 de fevereiro de 2019 às 10:35

    O problema é que tem transpotadoras aproveitando da ocasião nem são acociadas a confederação da FIESP e acabam explorando o motorista e trazendo desordem ao país o governo precisa acabar com agenciamento pois eles não tem compromissos com os autônomos isso virou uma casa sem dono

  15. Nataniel De Oliveira Gonçalves em 1 de fevereiro de 2019 às 10:37

    Eu acho e deve ser como o salário mínimo que ninguém pode ganhar menos .E sim daí pra cima tem a livre negociação. E no passar o manifesto da carga tenha um campo a ser preenchido pelas transportadoras. A km rodados quantidade de eixos. Distância o valor do km por eixo .E o valor da comissão das transportadora coimbrão.pela prestação de serviços. Se não tiver esses requisitos. O sistema Antt. E rec.federal .Não libere.o ciot.so A sim elimina o descumprimento. E economista custo.ao estado .em funcionários pra fiscalizar em rodovia ..E a burocracia. Porque não adianta .A Antt.autuar as empresas e o camioneiros ter q tá conzistinando o poder judiciário pra cobrar as diferenças do frete. Q só traz prejuízo ao estado Brasilaeiro.

  16. EDMILSON ESPINDOLA em 2 de fevereiro de 2019 às 12:12

    Teria que rever valores de pedágios tbm…. da cidade onde eu moro em Cachoeiro de Itapemirm até a cidade de Maringá no Paraná eu costumo pagar beirando os 1.900.00 um mil e novessentos reais de pedagio…

Deixe um Comentário





Mais Notícias