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PRODUTO DO FUTURO

Universidade de Brasília cria biofertilizante que aumenta produtividade

Substância desenvolvida em parceria com a Embrapa enriquece alimentos e diminui necessidade de defensivos agrícolas

11 de agosto de 2019 às 15h01
Por Agência Brasil
biofertilizante UnB

Como a substância é luminescente, é possível rastrear nos alimentos a sua absorção. Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil

O Instituto de Química da Universidade de Brasília (UnB), em parceria com a Embrapa, desenvolveu uma nanotecnologia capaz de incrementar a produtividade das plantas, aumentar o valor nutritivo dos alimentos, reduzir o uso de defensivos agrícolas e tornar a lavoura menos vulnerável à seca e a pragas.

A substância Krill A32, um biofertilizante à base de carbono, luminescente, está em fase de depósito de patente no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi).

O nome Krill é referência a pequenos crustáceos (de 1 a 2 cm) que servem como alimento a diversas espécies marinhas, inclusive baleias, e são fundamentais para a manutenção dos ecossistemas nos oceanos. A nanotecnologia manipula matérias de tamanho de átomos e moléculas de 1 e 1.000 nanômetros, só verificáveis por meio de equipamentos especiais.

Como possibilita o crescimento rápido das plantas, o nanocomposto poderá ser utilizada na recuperação de áreas degradadas, no manejo florestal para produção de madeiras e celulose, na intensificação da atividade agrícola – sem a necessidade de aumentar áreas plantadas e diminuir as florestas.

O nanocomposto, que é atóxico, pode ser aplicado nas raízes e nas folhas das plantas. Os testes mais avançados são com folhagem. Foram estudadas a aplicação com alface, algodão, alho, arroz, cacau, milho, soja e tomate. Como a substância é luminescente, é possível rastrear nos alimentos a sua absorção.

5 comentários

  1. Christiano Rubinger de Queiroz em 11 de agosto de 2019 às 20:36

    Boa noite! É com orgulho de ser brasileiro e pecuarista que recebo as notícias das pesquisas da Embrapa. Existe um universo imenso de possibilidades de manejo e opções de cuidados com culturas, mas também existe uma distância enorme dos pesquisadores com os fazendeiros…. E um abismo entre o governo e os fazendeiros. Vejo com tristeza essa distância e perde com isso o ecossistema, o país, os cidadãos. O sertanejo realmente é um bravo, sem informação sem assessoria vai tocando a vida….

  2. Pedro Donadio Netto em 12 de agosto de 2019 às 12:19

    Pode ser usado para café também…

  3. Mauricio em 12 de agosto de 2019 às 13:19

    Tudo que o mundo precisa é disso. Aumentar produtividade, evitar degradação de solos, evitar desmatamentos, preservando fauna e flora e baixar os custos de produção. Sendo eficiente será um avanço sensacional

  4. José Germano de Moraes em 13 de agosto de 2019 às 22:53

    Como ter acesso a este fertilizante.

  5. Neuri Irineu Freitag em 14 de agosto de 2019 às 11:44

    Parabéns aos pesquisadores!

Deixe um Comentário





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PRODUTO DO FUTURO

Universidade de Brasília cria biofertilizante que aumenta produtividade

Substância desenvolvida em parceria com a Embrapa enriquece alimentos e diminui necessidade de defensivos agrícolas

11 de agosto de 2019 às 15h01
Por Agência Brasil
biofertilizante UnB

Como a substância é luminescente, é possível rastrear nos alimentos a sua absorção. Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil

O Instituto de Química da Universidade de Brasília (UnB), em parceria com a Embrapa, desenvolveu uma nanotecnologia capaz de incrementar a produtividade das plantas, aumentar o valor nutritivo dos alimentos, reduzir o uso de defensivos agrícolas e tornar a lavoura menos vulnerável à seca e a pragas.

A substância Krill A32, um biofertilizante à base de carbono, luminescente, está em fase de depósito de patente no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi).

O nome Krill é referência a pequenos crustáceos (de 1 a 2 cm) que servem como alimento a diversas espécies marinhas, inclusive baleias, e são fundamentais para a manutenção dos ecossistemas nos oceanos. A nanotecnologia manipula matérias de tamanho de átomos e moléculas de 1 e 1.000 nanômetros, só verificáveis por meio de equipamentos especiais.

Como possibilita o crescimento rápido das plantas, o nanocomposto poderá ser utilizada na recuperação de áreas degradadas, no manejo florestal para produção de madeiras e celulose, na intensificação da atividade agrícola – sem a necessidade de aumentar áreas plantadas e diminuir as florestas.

O nanocomposto, que é atóxico, pode ser aplicado nas raízes e nas folhas das plantas. Os testes mais avançados são com folhagem. Foram estudadas a aplicação com alface, algodão, alho, arroz, cacau, milho, soja e tomate. Como a substância é luminescente, é possível rastrear nos alimentos a sua absorção.

5 comentários

  1. Christiano Rubinger de Queiroz em 11 de agosto de 2019 às 20:36

    Boa noite! É com orgulho de ser brasileiro e pecuarista que recebo as notícias das pesquisas da Embrapa. Existe um universo imenso de possibilidades de manejo e opções de cuidados com culturas, mas também existe uma distância enorme dos pesquisadores com os fazendeiros…. E um abismo entre o governo e os fazendeiros. Vejo com tristeza essa distância e perde com isso o ecossistema, o país, os cidadãos. O sertanejo realmente é um bravo, sem informação sem assessoria vai tocando a vida….

  2. Pedro Donadio Netto em 12 de agosto de 2019 às 12:19

    Pode ser usado para café também…

  3. Mauricio em 12 de agosto de 2019 às 13:19

    Tudo que o mundo precisa é disso. Aumentar produtividade, evitar degradação de solos, evitar desmatamentos, preservando fauna e flora e baixar os custos de produção. Sendo eficiente será um avanço sensacional

  4. José Germano de Moraes em 13 de agosto de 2019 às 22:53

    Como ter acesso a este fertilizante.

  5. Neuri Irineu Freitag em 14 de agosto de 2019 às 11:44

    Parabéns aos pesquisadores!

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