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AGROPECUÁRIA

Tereza Cristina: veja quem é e o que pensa a ministra da Agricultura de Bolsonaro

Natural de Campo Grande (MS) e formada em engenharia agronômica, a deputada lidera a Frente Parlamentar da Agropecuária no Congresso e tem posicionamentos firmes sobre temas que envolvem o setor

07 de novembro de 2018 às 18h41
Por Canal Rural

Foto: FPA/ divulgação

Com 64 anos de idade e presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) desde fevereiro de 2018, a deputada do Democratas de Mato Grosso do Sul Tereza Cristina é a primeira ministra mulher do governo Bolsonaro, confirmada nesta quarta-feira, dia 7, como a futura ministra da Agricultura.

Em entrevista exclusiva ao Canal Rural quando assumiu a FPA, no início do ano, a parlamentar falou sobre as prioridades de sua gestão e como conciliar as demandas e um calendário apertado.

Natural de Campo Grande (MS) e formada em engenharia agronômica pela Universidade Federal de Viçosa (MG), a deputada federal Tereza Cristina ocupou como gerente-executiva quatro secretarias: Planejamento, Agricultura, Indústria, Comércio e Turismo. No último ano, ocupou a liderança do PSB na Câmara dos Deputados.

Ela também foi secretária estadual de Desenvolvimento Agrário até 2014. No ano passado, foi líder da bancada do PSB na Câmara dos Deputados, mas, após divergências com a cúpula do partido, rompeu com a sigla e ingressou no Democratas.

A FPA é composta por 27 senadores e 209 deputados federais e conta com o apoio de mais de 40 entidades do agronegócio. A nova ministra já está envolvida em temas relevantes para o setor, tanto que foi a relatora do projeto de lei que criou o programa de renegociação para as dívidas do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).

“Nós tivemos grandes conquistas e as pessoas têm que valorizar o trabalho da FPA, que conquistou 1,5% da nova alíquota e o pagamento sobre a folha a partir de 2019. Talvez essa seja a maior conquista e eu não tenho visto ninguém fazer disso um grande ganho que nós tivemos”, disse Tereza Cristina na ocasião.

Veja, abaixo, o posicionamento da parlamentar sobre os principais temas do agronegócio:

21 comentários

  1. Alberto Jorge Fernandes Jnior em 7 de novembro de 2018 às 18:47

    Votei nela para Deputada Federal, fico feliz pela sua indicação para o Ministério da Agricultura. Sou micro produtor de cirtos em Campo Grande no Indubrasil. Parabéns.

  2. DORIVALDO SALLES DE OLIVEIRA em 7 de novembro de 2018 às 19:39

    Ela fala: “o grande problema que é o produtor que teve a sua área invadida”, como se as terras reocupadas pelos povos indígenas o fossem por estrangeiros invasores e não por descendentes dos povos originários.

  3. Antonio Teixeira Resende em 7 de novembro de 2018 às 19:44

    Muito interessante: trata-se de uma mulher que não é apenas mulher, mas estudiosa, corajosa e trabalhadeira.

  4. Ciccero Klima em 7 de novembro de 2018 às 19:46

    Estão deixando os coelhos tomarem conta da horta de alface, bem feito; esses radicais de direita vão entender brevemente porque eles nunca tiveram votos com lisura, nunca chegaram ao poder sem um golpe, e nunca souberam governar.

  5. Reinaldo Mortari Junior em 7 de novembro de 2018 às 19:57

    Pronto agora a bancada petista morre do coração com essa convocação, eles são contra tudo e contra todos, parabéns futura ministra, sua força é mais um golpe nesta seita maldita que tem como Deus um presidiário.

  6. Fernando Meirelles em 7 de novembro de 2018 às 20:26

    Pena o MInistério ir parar nas mãos de um grupo onde todos tem interesse pessoal no assunto. Pena uma área tão importante da nossa economia não ter rcebido um técnico isento, conforme o prometido. Teria sido mais sensato. Sai Katia da CNA e entra Tereza da FPA. Não captei onde estará a mudança. Na entrevista a Ministra fala em defesa de um grupo e não do país. Espero que ela entenda a diferença entre trabalhar para os ruralistas da FPA ou para o Brasil.

  7. Pedro Luis de Souza Morais em 7 de novembro de 2018 às 20:44

    Mais uma ótima escolha, do Presidente Jair Bolssonaro. Discreta, excelente formação, experiente no setor e tem graduação relacionada com a agropecuária. Trabalhei no último Censo Agropecuária do IBGE e em conversas informais com pequenos produtores, ouvi dos próprios muita preocupação com o abandono e descaso em todas as esferas, municipal, estadual e federal.
    Crédito oneroso, dificuldade no emaranhado de leis (burocracia), dificuldades para agregar e colocar seus produtos no mercado.
    Isso tanto na agricultura quanto na pecuária, principalmente na de gado leiteiro. Estradas, comunicação, internet, dificuldades na logística. Muitos abandonando o setor.

  8. Robert Luiz do nascimento em 7 de novembro de 2018 às 20:58

    Qual ano que formou na U F V a futura ministra. Alguém sabe?

  9. Renato Fernandes Soares em 7 de novembro de 2018 às 22:37

    Gostei muito do posicionamento da ministra da agricultura que vai assumir no governo Bolsonaro.
    Otima escolha.
    Parabéns

  10. João Francisco Ilario filho em 7 de novembro de 2018 às 22:50

    Como ficará as GLEBAS FEDERAIS que estão no estado do Amapá e conforme decreto 8713. Foi transferida e não entregue. Teremos dinheiro pra essa TRANSFERENCIA REAL

  11. Leonardo Junqueira Fonseca Mourão em 8 de novembro de 2018 às 01:01

    A ministra fará um excelente trabalho se posicionar-se contra a reforma agrária socialista e confiscatória. O maior latifundiário do Brasil é o Estado. A reforma agraria deve começar com as terras devolutas e não com as terras particulares. Concordo plenamente que se as terras do proprietario for desapropriada, deve receber pelo valor real de suas terras. Nem mais 1 milímetro de terra para os índios. A região Raposa Serra do Sol deve ser devolvida aos proprietários.

  12. Luiz ernesto em 8 de novembro de 2018 às 06:53

    Quais são os interesses de estrangeiros para comprar terra no Brasil? Qual a interferência na soberania nacional? Quanto vai mudar a quantidade de terra comparável em um município? Isso já não foi definido?
    Como outros países tratam do assunto?
    Qual o Real poder de fiscalização teremos se hoje já não as temos?
    Sou contra venda de grandes áreas para estrangeiros, principalmente se for representantes estatais que ao serem financiados sem limites poderão oprimir brasileiros agricultores, venderem comodites abaixo do preço para seis países de origem trazendo concorrências espúrias. Não vejo como Boa coisa.

  13. Maria Cristina de Oliveira em 8 de novembro de 2018 às 07:03

    Bom dia, antes de vender as terras para os estrangeiros deveríamos ver os milhares de brasileiros que buscam comprar sua terra para produzir e não conseguem financiamento justo para o médio produtor. Aqueles q como eu quer comprar a terra e produzir e não invadir.
    Obrigado e desculpe o desabafo.

  14. joselyr benedito silvestre em 8 de novembro de 2018 às 08:45

    Precisamos de pessoas que conheçam a bem a agricultura, o agronegócio, para comandar o Ministério da Agricultura. Pessoas que já teve no campo.

  15. Odil Neves em 8 de novembro de 2018 às 18:49

    Parabéns ministra!
    Vamos acabar com essa quadrilha do MST que não tem nenhum compromisso com a produção desse país. Simplesmente querem invadir terras para vende-las. Conheço grileiros que já invadiram terras em vários estados do centro oeste. Todos de caminhões, nunca plantaram nada.

  16. Roque Oliveira em 9 de novembro de 2018 às 08:51

    Qualificações não parece faltar para a nova ministra da agricultura consegui desenvolver um bom trabalho.

  17. sergio castelani em 10 de novembro de 2018 às 12:11

    parabens ministra, continue firme em seus propósitos voltados para o nosso setor, precisamos de lideres que coloquem o nosso Pais no lugar que merece.
    Chega de oportunistas.
    vamos em frente.
    ”O BRASIL ACIMA DE TUDO E DEUS ACIMA DE TODOS”’

  18. Eloy Fenker em 10 de novembro de 2018 às 13:49

    Espera-se que a Ministra, juntamente com quem vai comandar o Meio Ambiente, coloque ordem na bagunça e desestruturação feita nos ultimos anos. Produtor Rural passou a ser tratado como inimigo, bandido, poluidor, etc… a partir a atuação de ONGS estrangeiras e ambientalistas que nada produzem, a nao ser discursos para defender quem lhes paga $$$ e contra os interesses, a partir, entre outros, do interesse dos contra o BRICS e do G-7/G8.
    O G7 é muito criticado por um grande número de movimentos sociais, normalmente integrados no movimento antiglobalização, que acusam o G8 de decidir uma grande parte das políticas globais, social e ecologicamente destrutivas, sem qualquer legitimidade nem transparência (http://pt.wikipedia.org/w. iki/G8) . A falta de representantes do hemisfério sul mantem muitas críticas dizendo que o G8 na verdade, só quer manter seu poder e influência sobre o mundo (http://pt.wikipedia.org/wiki/G8). A ESTRATÉGIA DO G-7 É IMPEDIR O DESENVOLVIMENTO DO BRICS, utilizando-se para isso da causa ambiental e, no Brasil, também a causa indigenista/quilombola. O G-7 nao atua diretamente na scausas, mas por interrmédio de organismos internacionais, como, ONU, IUCM, UNESCO, Bancos, instituições de ensino e pesquisa e outros organismos internacionais, como ONGs alinhados com a ideologia de dominaçao econômica. O PPG-7 inicialmente criou o programa ARPA – para “proteger” a Amazonia Brasileira. Depois, para ampliar, instituiu os Programas Demonstrativos PDA – para “proteger” a Mata Atlantica.
    A Academia produz trabalhos “cientificos” , muitos com dados distorcidos, incompletos ou quem sabe até falsificados, onde procura demonstrar a crise ambiental, inclusive no Brasil, como o “desmatamento da Amazônia – para o qual tem o Programa Desmatamento Zero”, a “baixa cobertura florestal”, de somente 7% da Mata Atlantica (SOS MATA ATLANTICA e outros que a citam (WWF, Natural Conservancy) quando na realidade conforme dados Oficiais do PROBIO do Ministério do Meio ambiente, é de 26,97%. No Sul do Brasil parece que falsificaram a “extinção” da araucária, uma árvore que abunda e produz sementes em excesso.Foi falsificado o conceito e nome constitucional da Mata Altantica (agora denominado bioma da mata atlantica) , ampliando em 500% a área deste território, e transformando 100% em área de preservação ambiental, ao impedir qualquer expansão agrícola (art 27 vetado) , desrespeitando os 20% de Reserva Legal e 80% autorizado para uso pelo Código Florestal.
    Na área indígena, são falsificados laudos antropológicos , “criadas” tribos inexistentes e importados índigenas ou quilombolas de outras regioes e paises. O Livro Mafia Verde descreve a forma de atuaçao deste “esquema do G-7, do CIMI e das ONGs a seu serviço!.Muitas áreas são criadas preferencialmente onde existem minerais e recursos de alto valor. Invocam atualidade para áreas já possuídas e tituladas há mais de 100 anos! Para as áreas indígenas, pretendem declarar a independencia das nações e para as Unidades de Conservação pretendem terceirizar para as “ongs” as tarefas de gestão. Com isto vão dominar nossos recursos naturais, que já estão sendo roubados e contrabadeados.
    Ao que consta, o Ministério do Meio Ambiente, especialmente ICMBio seria dominado por ONGS estrangeiras e seus parceiros no Brasil, definindo e interferindo nas políticas públicas, em detrimento dos interesses nacionais.
    Espera-se que os que nada produzem passem a ser desempregados e passem a trabalhar a favor do país. OU que retorne para seus países de origem e seus financiadores.

  19. Destaques no Instagram - Canal Rural em 28 de novembro de 2018 às 14:47

    […] Tereza Cristina: veja quem é e o que pensa a ministra da Agricultura de Bolsonaro. Natural de Campo Grande (MS) e formada em engenharia agronômica, a deputada lidera a Frente Parlamentar da Agropecuária no Congresso e tem posicionamentos firmes sobre temas que envolvem o setor. Confira aqui […]

  20. Alice Maria da Conceição em 19 de março de 2019 às 08:09

    Perabens fico feliz que temos uma ministra mulher, que possa olhar com bom olhos para nos pequenos produtor, que lutamos tanto com tão pouco para poder cultivar nossos plantio, temos a terra que já é uma grande bênção de Deus, mas também precisamos de ter condições ou seja de financiamento obrigada Deus abençoe a todos e a nois pequenos agricultores

  21. […] da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). A pasta é comandada por Tereza Cristina, celebrada pelos ruralistas por ser presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que conta com o apoio de mais de 40 entidades do agronegócio, apontadas como inimigos nas […]

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AGROPECUÁRIA

Tereza Cristina: veja quem é e o que pensa a ministra da Agricultura de Bolsonaro

Natural de Campo Grande (MS) e formada em engenharia agronômica, a deputada lidera a Frente Parlamentar da Agropecuária no Congresso e tem posicionamentos firmes sobre temas que envolvem o setor

07 de novembro de 2018 às 18h41
Por Canal Rural

Foto: FPA/ divulgação

Com 64 anos de idade e presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) desde fevereiro de 2018, a deputada do Democratas de Mato Grosso do Sul Tereza Cristina é a primeira ministra mulher do governo Bolsonaro, confirmada nesta quarta-feira, dia 7, como a futura ministra da Agricultura.

Em entrevista exclusiva ao Canal Rural quando assumiu a FPA, no início do ano, a parlamentar falou sobre as prioridades de sua gestão e como conciliar as demandas e um calendário apertado.

Natural de Campo Grande (MS) e formada em engenharia agronômica pela Universidade Federal de Viçosa (MG), a deputada federal Tereza Cristina ocupou como gerente-executiva quatro secretarias: Planejamento, Agricultura, Indústria, Comércio e Turismo. No último ano, ocupou a liderança do PSB na Câmara dos Deputados.

Ela também foi secretária estadual de Desenvolvimento Agrário até 2014. No ano passado, foi líder da bancada do PSB na Câmara dos Deputados, mas, após divergências com a cúpula do partido, rompeu com a sigla e ingressou no Democratas.

A FPA é composta por 27 senadores e 209 deputados federais e conta com o apoio de mais de 40 entidades do agronegócio. A nova ministra já está envolvida em temas relevantes para o setor, tanto que foi a relatora do projeto de lei que criou o programa de renegociação para as dívidas do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).

“Nós tivemos grandes conquistas e as pessoas têm que valorizar o trabalho da FPA, que conquistou 1,5% da nova alíquota e o pagamento sobre a folha a partir de 2019. Talvez essa seja a maior conquista e eu não tenho visto ninguém fazer disso um grande ganho que nós tivemos”, disse Tereza Cristina na ocasião.

Veja, abaixo, o posicionamento da parlamentar sobre os principais temas do agronegócio:

21 comentários

  1. Alberto Jorge Fernandes Jnior em 7 de novembro de 2018 às 18:47

    Votei nela para Deputada Federal, fico feliz pela sua indicação para o Ministério da Agricultura. Sou micro produtor de cirtos em Campo Grande no Indubrasil. Parabéns.

  2. DORIVALDO SALLES DE OLIVEIRA em 7 de novembro de 2018 às 19:39

    Ela fala: “o grande problema que é o produtor que teve a sua área invadida”, como se as terras reocupadas pelos povos indígenas o fossem por estrangeiros invasores e não por descendentes dos povos originários.

  3. Antonio Teixeira Resende em 7 de novembro de 2018 às 19:44

    Muito interessante: trata-se de uma mulher que não é apenas mulher, mas estudiosa, corajosa e trabalhadeira.

  4. Ciccero Klima em 7 de novembro de 2018 às 19:46

    Estão deixando os coelhos tomarem conta da horta de alface, bem feito; esses radicais de direita vão entender brevemente porque eles nunca tiveram votos com lisura, nunca chegaram ao poder sem um golpe, e nunca souberam governar.

  5. Reinaldo Mortari Junior em 7 de novembro de 2018 às 19:57

    Pronto agora a bancada petista morre do coração com essa convocação, eles são contra tudo e contra todos, parabéns futura ministra, sua força é mais um golpe nesta seita maldita que tem como Deus um presidiário.

  6. Fernando Meirelles em 7 de novembro de 2018 às 20:26

    Pena o MInistério ir parar nas mãos de um grupo onde todos tem interesse pessoal no assunto. Pena uma área tão importante da nossa economia não ter rcebido um técnico isento, conforme o prometido. Teria sido mais sensato. Sai Katia da CNA e entra Tereza da FPA. Não captei onde estará a mudança. Na entrevista a Ministra fala em defesa de um grupo e não do país. Espero que ela entenda a diferença entre trabalhar para os ruralistas da FPA ou para o Brasil.

  7. Pedro Luis de Souza Morais em 7 de novembro de 2018 às 20:44

    Mais uma ótima escolha, do Presidente Jair Bolssonaro. Discreta, excelente formação, experiente no setor e tem graduação relacionada com a agropecuária. Trabalhei no último Censo Agropecuária do IBGE e em conversas informais com pequenos produtores, ouvi dos próprios muita preocupação com o abandono e descaso em todas as esferas, municipal, estadual e federal.
    Crédito oneroso, dificuldade no emaranhado de leis (burocracia), dificuldades para agregar e colocar seus produtos no mercado.
    Isso tanto na agricultura quanto na pecuária, principalmente na de gado leiteiro. Estradas, comunicação, internet, dificuldades na logística. Muitos abandonando o setor.

  8. Robert Luiz do nascimento em 7 de novembro de 2018 às 20:58

    Qual ano que formou na U F V a futura ministra. Alguém sabe?

  9. Renato Fernandes Soares em 7 de novembro de 2018 às 22:37

    Gostei muito do posicionamento da ministra da agricultura que vai assumir no governo Bolsonaro.
    Otima escolha.
    Parabéns

  10. João Francisco Ilario filho em 7 de novembro de 2018 às 22:50

    Como ficará as GLEBAS FEDERAIS que estão no estado do Amapá e conforme decreto 8713. Foi transferida e não entregue. Teremos dinheiro pra essa TRANSFERENCIA REAL

  11. Leonardo Junqueira Fonseca Mourão em 8 de novembro de 2018 às 01:01

    A ministra fará um excelente trabalho se posicionar-se contra a reforma agrária socialista e confiscatória. O maior latifundiário do Brasil é o Estado. A reforma agraria deve começar com as terras devolutas e não com as terras particulares. Concordo plenamente que se as terras do proprietario for desapropriada, deve receber pelo valor real de suas terras. Nem mais 1 milímetro de terra para os índios. A região Raposa Serra do Sol deve ser devolvida aos proprietários.

  12. Luiz ernesto em 8 de novembro de 2018 às 06:53

    Quais são os interesses de estrangeiros para comprar terra no Brasil? Qual a interferência na soberania nacional? Quanto vai mudar a quantidade de terra comparável em um município? Isso já não foi definido?
    Como outros países tratam do assunto?
    Qual o Real poder de fiscalização teremos se hoje já não as temos?
    Sou contra venda de grandes áreas para estrangeiros, principalmente se for representantes estatais que ao serem financiados sem limites poderão oprimir brasileiros agricultores, venderem comodites abaixo do preço para seis países de origem trazendo concorrências espúrias. Não vejo como Boa coisa.

  13. Maria Cristina de Oliveira em 8 de novembro de 2018 às 07:03

    Bom dia, antes de vender as terras para os estrangeiros deveríamos ver os milhares de brasileiros que buscam comprar sua terra para produzir e não conseguem financiamento justo para o médio produtor. Aqueles q como eu quer comprar a terra e produzir e não invadir.
    Obrigado e desculpe o desabafo.

  14. joselyr benedito silvestre em 8 de novembro de 2018 às 08:45

    Precisamos de pessoas que conheçam a bem a agricultura, o agronegócio, para comandar o Ministério da Agricultura. Pessoas que já teve no campo.

  15. Odil Neves em 8 de novembro de 2018 às 18:49

    Parabéns ministra!
    Vamos acabar com essa quadrilha do MST que não tem nenhum compromisso com a produção desse país. Simplesmente querem invadir terras para vende-las. Conheço grileiros que já invadiram terras em vários estados do centro oeste. Todos de caminhões, nunca plantaram nada.

  16. Roque Oliveira em 9 de novembro de 2018 às 08:51

    Qualificações não parece faltar para a nova ministra da agricultura consegui desenvolver um bom trabalho.

  17. sergio castelani em 10 de novembro de 2018 às 12:11

    parabens ministra, continue firme em seus propósitos voltados para o nosso setor, precisamos de lideres que coloquem o nosso Pais no lugar que merece.
    Chega de oportunistas.
    vamos em frente.
    ”O BRASIL ACIMA DE TUDO E DEUS ACIMA DE TODOS”’

  18. Eloy Fenker em 10 de novembro de 2018 às 13:49

    Espera-se que a Ministra, juntamente com quem vai comandar o Meio Ambiente, coloque ordem na bagunça e desestruturação feita nos ultimos anos. Produtor Rural passou a ser tratado como inimigo, bandido, poluidor, etc… a partir a atuação de ONGS estrangeiras e ambientalistas que nada produzem, a nao ser discursos para defender quem lhes paga $$$ e contra os interesses, a partir, entre outros, do interesse dos contra o BRICS e do G-7/G8.
    O G7 é muito criticado por um grande número de movimentos sociais, normalmente integrados no movimento antiglobalização, que acusam o G8 de decidir uma grande parte das políticas globais, social e ecologicamente destrutivas, sem qualquer legitimidade nem transparência (http://pt.wikipedia.org/w. iki/G8) . A falta de representantes do hemisfério sul mantem muitas críticas dizendo que o G8 na verdade, só quer manter seu poder e influência sobre o mundo (http://pt.wikipedia.org/wiki/G8). A ESTRATÉGIA DO G-7 É IMPEDIR O DESENVOLVIMENTO DO BRICS, utilizando-se para isso da causa ambiental e, no Brasil, também a causa indigenista/quilombola. O G-7 nao atua diretamente na scausas, mas por interrmédio de organismos internacionais, como, ONU, IUCM, UNESCO, Bancos, instituições de ensino e pesquisa e outros organismos internacionais, como ONGs alinhados com a ideologia de dominaçao econômica. O PPG-7 inicialmente criou o programa ARPA – para “proteger” a Amazonia Brasileira. Depois, para ampliar, instituiu os Programas Demonstrativos PDA – para “proteger” a Mata Atlantica.
    A Academia produz trabalhos “cientificos” , muitos com dados distorcidos, incompletos ou quem sabe até falsificados, onde procura demonstrar a crise ambiental, inclusive no Brasil, como o “desmatamento da Amazônia – para o qual tem o Programa Desmatamento Zero”, a “baixa cobertura florestal”, de somente 7% da Mata Atlantica (SOS MATA ATLANTICA e outros que a citam (WWF, Natural Conservancy) quando na realidade conforme dados Oficiais do PROBIO do Ministério do Meio ambiente, é de 26,97%. No Sul do Brasil parece que falsificaram a “extinção” da araucária, uma árvore que abunda e produz sementes em excesso.Foi falsificado o conceito e nome constitucional da Mata Altantica (agora denominado bioma da mata atlantica) , ampliando em 500% a área deste território, e transformando 100% em área de preservação ambiental, ao impedir qualquer expansão agrícola (art 27 vetado) , desrespeitando os 20% de Reserva Legal e 80% autorizado para uso pelo Código Florestal.
    Na área indígena, são falsificados laudos antropológicos , “criadas” tribos inexistentes e importados índigenas ou quilombolas de outras regioes e paises. O Livro Mafia Verde descreve a forma de atuaçao deste “esquema do G-7, do CIMI e das ONGs a seu serviço!.Muitas áreas são criadas preferencialmente onde existem minerais e recursos de alto valor. Invocam atualidade para áreas já possuídas e tituladas há mais de 100 anos! Para as áreas indígenas, pretendem declarar a independencia das nações e para as Unidades de Conservação pretendem terceirizar para as “ongs” as tarefas de gestão. Com isto vão dominar nossos recursos naturais, que já estão sendo roubados e contrabadeados.
    Ao que consta, o Ministério do Meio Ambiente, especialmente ICMBio seria dominado por ONGS estrangeiras e seus parceiros no Brasil, definindo e interferindo nas políticas públicas, em detrimento dos interesses nacionais.
    Espera-se que os que nada produzem passem a ser desempregados e passem a trabalhar a favor do país. OU que retorne para seus países de origem e seus financiadores.

  19. Destaques no Instagram - Canal Rural em 28 de novembro de 2018 às 14:47

    […] Tereza Cristina: veja quem é e o que pensa a ministra da Agricultura de Bolsonaro. Natural de Campo Grande (MS) e formada em engenharia agronômica, a deputada lidera a Frente Parlamentar da Agropecuária no Congresso e tem posicionamentos firmes sobre temas que envolvem o setor. Confira aqui […]

  20. Alice Maria da Conceição em 19 de março de 2019 às 08:09

    Perabens fico feliz que temos uma ministra mulher, que possa olhar com bom olhos para nos pequenos produtor, que lutamos tanto com tão pouco para poder cultivar nossos plantio, temos a terra que já é uma grande bênção de Deus, mas também precisamos de ter condições ou seja de financiamento obrigada Deus abençoe a todos e a nois pequenos agricultores

  21. […] da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). A pasta é comandada por Tereza Cristina, celebrada pelos ruralistas por ser presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que conta com o apoio de mais de 40 entidades do agronegócio, apontadas como inimigos nas […]

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