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POLÊMICA

Tereza Cristina rebate acusação de liberação recorde de agrotóxicos

A ministra da Agricultura reforçou que os processos foram melhorados pelos órgãos envolvidos, principalmente pela Anvisa, o que agilizou a análise

22 de maio de 2019 às 15h12
Por Rafael Walendorff, de Brasília
ministra da Agricultura, Tereza Cristina

Para obter o registro no Brasil, o agroquímico deve passar pela avaliação de três órgãos do governo federal. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

A ministra Tereza Cristina classificou como “falácia” a polêmica em torno da liberação recorde de agrotóxicos pelo Ministério da Agricultura. Ela reforçou que os processos de análise foram melhorados e agilizados, principalmente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que resultou na autorização de 197 defensivos nos primeiros quatro meses do novo governo.

Tereza Cristina também rebateu a informação de que os registros beneficiam apenas grandes produtores. “Vamos acabar com essa falácia. A maior parte dos produtos são genéricos, de moléculas que já estavam aí há anos e que beneficiam pequenos produtores, as minor crops“, diz.

Outro ponto que precisa ser desmistificado, segundo a ministra, é de que a liberação passa pelo líder da pasta. “O ministro nem fica sabendo, ele só sabe pelo Diário Oficial da União. O processo entra no ministério, vai para Anvisa e para o Ibama. Quem cuida de saúde, faz testes e análises não é o ministério”, afirma.

Nova call to action
Para obter o registro no Brasil, o agroquímico deve passar pela avaliação de três órgãos do governo federal: Ministério da Agricultura, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Cada um desses órgãos realiza um determinado tipo de avaliação do produto, de modo independente do outro. Cabe ao Ibama a realização de um dossiê ambiental, no qual é avaliado o potencial poluidor do produto. Ao ministério é atribuída a responsabilidade de avaliar a eficiência e o potencial de uso na agricultura, por meio de um dossiê agronômico. Já a Anvisa realiza o dossiê toxicológico, avaliando o quão tóxico é o produto para a população e em quais condições o seu uso é seguro.

14 comentários

  1. Eu Mesmo Voltei em 22 de maio de 2019 às 17:40

    Em uma palavra: VENDIDA!

  2. Elder Ferreira Marques Nunes em 22 de maio de 2019 às 17:41

    Não há motivo algum para acreditar no governo e nessa senhora…

  3. Nelson marques em 22 de maio de 2019 às 18:09

    E quem nomeia e dá as diretrizes para esse órgãos?

  4. Antonio Barioni Gusman em 22 de maio de 2019 às 18:55

    Mas esses órgãos que analisam os agrotóxicos e liberam, hoje os funcionários são os nomeados pelo governo em substituição ao grupo que realmente era de confiança. Evidente que as análise serão sempre favoráveis. Deve estar tudo amarrado

  5. Sergio Levy em 22 de maio de 2019 às 19:19

    Espero que a ministra sofra numa cama por anos de doênça incurável causada por agrotóxicos.

  6. joseph em 22 de maio de 2019 às 19:55

    esta de agrotóxicos é antiga ninguém faz nada pra mudar, agrot´xicos proibidos na inglaterra são usados aki aos montes entrando no país de forma ilegal, entre outros pesados que matam, matam e não tão nem aí os políticos legislam em causa propria ou em prol de meia duzia de empresários e outros grandes

  7. heloise P Gregolin em 23 de maio de 2019 às 09:14

    Anvisa contribuindo para redução populacional no Brasil. Dra Ministra após ti que a senhora não come nem dá aos seus filhos alimentos com esses agrotóxicos CANCERÍGENOS né?!!

  8. Rafael Soczek em 23 de maio de 2019 às 12:28

    Parabéns ministra. Vamos produzir mais e com responsabilidade. Esses produtos vao colaborar com todos. Assim vamos estar cada vez mais perto de um pais record de produção

    • EDSON LUIZ SZYMACIEK em 14 de outubro de 2019 às 16:44

      Puxa saco, vendedor.

  9. Valquiria Bassani em 24 de maio de 2019 às 06:56

    Com as evidências apresentadas sós EUA sobre o caráter cancerígeno de alguns agrotóxicos, você ministra daria alimentos contendo os mesmos para seus filhos e netos?
    E consegue dormir sabendo que está expondo todas as crianças brasileiras a isto?

  10. […] A ministra da Agricultura reforçou que os processos foram melhorados pelos órgãos envolvidos, principalmente pela Anvisa, o que agilizou a análise. Leia a matéria […]

  11. […] A ministra da Agricultura reforçou que os processos foram melhorados pelos órgãos envolvidos, principalmente pela Anvisa, o que agilizou a análise. Leia a matéria […]

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POLÊMICA

Tereza Cristina rebate acusação de liberação recorde de agrotóxicos

A ministra da Agricultura reforçou que os processos foram melhorados pelos órgãos envolvidos, principalmente pela Anvisa, o que agilizou a análise

22 de maio de 2019 às 15h12
Por Rafael Walendorff, de Brasília
ministra da Agricultura, Tereza Cristina

Para obter o registro no Brasil, o agroquímico deve passar pela avaliação de três órgãos do governo federal. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

A ministra Tereza Cristina classificou como “falácia” a polêmica em torno da liberação recorde de agrotóxicos pelo Ministério da Agricultura. Ela reforçou que os processos de análise foram melhorados e agilizados, principalmente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que resultou na autorização de 197 defensivos nos primeiros quatro meses do novo governo.

Tereza Cristina também rebateu a informação de que os registros beneficiam apenas grandes produtores. “Vamos acabar com essa falácia. A maior parte dos produtos são genéricos, de moléculas que já estavam aí há anos e que beneficiam pequenos produtores, as minor crops“, diz.

Outro ponto que precisa ser desmistificado, segundo a ministra, é de que a liberação passa pelo líder da pasta. “O ministro nem fica sabendo, ele só sabe pelo Diário Oficial da União. O processo entra no ministério, vai para Anvisa e para o Ibama. Quem cuida de saúde, faz testes e análises não é o ministério”, afirma.

Nova call to action
Para obter o registro no Brasil, o agroquímico deve passar pela avaliação de três órgãos do governo federal: Ministério da Agricultura, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Cada um desses órgãos realiza um determinado tipo de avaliação do produto, de modo independente do outro. Cabe ao Ibama a realização de um dossiê ambiental, no qual é avaliado o potencial poluidor do produto. Ao ministério é atribuída a responsabilidade de avaliar a eficiência e o potencial de uso na agricultura, por meio de um dossiê agronômico. Já a Anvisa realiza o dossiê toxicológico, avaliando o quão tóxico é o produto para a população e em quais condições o seu uso é seguro.

14 comentários

  1. Eu Mesmo Voltei em 22 de maio de 2019 às 17:40

    Em uma palavra: VENDIDA!

  2. Elder Ferreira Marques Nunes em 22 de maio de 2019 às 17:41

    Não há motivo algum para acreditar no governo e nessa senhora…

  3. Nelson marques em 22 de maio de 2019 às 18:09

    E quem nomeia e dá as diretrizes para esse órgãos?

  4. Antonio Barioni Gusman em 22 de maio de 2019 às 18:55

    Mas esses órgãos que analisam os agrotóxicos e liberam, hoje os funcionários são os nomeados pelo governo em substituição ao grupo que realmente era de confiança. Evidente que as análise serão sempre favoráveis. Deve estar tudo amarrado

  5. Sergio Levy em 22 de maio de 2019 às 19:19

    Espero que a ministra sofra numa cama por anos de doênça incurável causada por agrotóxicos.

  6. joseph em 22 de maio de 2019 às 19:55

    esta de agrotóxicos é antiga ninguém faz nada pra mudar, agrot´xicos proibidos na inglaterra são usados aki aos montes entrando no país de forma ilegal, entre outros pesados que matam, matam e não tão nem aí os políticos legislam em causa propria ou em prol de meia duzia de empresários e outros grandes

  7. heloise P Gregolin em 23 de maio de 2019 às 09:14

    Anvisa contribuindo para redução populacional no Brasil. Dra Ministra após ti que a senhora não come nem dá aos seus filhos alimentos com esses agrotóxicos CANCERÍGENOS né?!!

  8. Rafael Soczek em 23 de maio de 2019 às 12:28

    Parabéns ministra. Vamos produzir mais e com responsabilidade. Esses produtos vao colaborar com todos. Assim vamos estar cada vez mais perto de um pais record de produção

    • EDSON LUIZ SZYMACIEK em 14 de outubro de 2019 às 16:44

      Puxa saco, vendedor.

  9. Valquiria Bassani em 24 de maio de 2019 às 06:56

    Com as evidências apresentadas sós EUA sobre o caráter cancerígeno de alguns agrotóxicos, você ministra daria alimentos contendo os mesmos para seus filhos e netos?
    E consegue dormir sabendo que está expondo todas as crianças brasileiras a isto?

  10. […] A ministra da Agricultura reforçou que os processos foram melhorados pelos órgãos envolvidos, principalmente pela Anvisa, o que agilizou a análise. Leia a matéria […]

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