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NOVAS REGRAS

Tabela do frete: ANTT publica novos preços mínimos

O texto revoga a primeira tabela, editada em 30 de maio do ano passado dentro do pacote negociado pelo governo federal com os caminhoneiros

18 de julho de 2019 às 10h01
Por Estadão Conteúdo
frete, estrada, rodovia, logística, caminhão, caminhoneiro, tabela do frete, greve

Foto: Agência IBGE Notícias

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 18, a Resolução 5.849/2019, que traz uma nova tabela com preços mínimos do frete rodoviário. O texto revoga a primeira tabela, editada em 30 de maio do ano passado dentro do pacote negociado pelo governo federal com os caminhoneiros para acabar com greve da categoria, que durou 11 dias no fim daquele mês.

A nova resolução já está valendo. O ato “estabelece as regras gerais, a metodologia e os coeficientes dos pisos mínimos, referentes ao quilômetro rodado na realização do serviço de transporte rodoviário remunerado de cargas, por eixo carregado, instituído pela Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas” e também fixa regras para fiscalização e para punição por descumprimento da tabela.

Segundo a ANTT, a elaboração da nova resolução contou com a participação de transportadores autônomos, empresas e cooperativas de transporte, contratantes de frete, embarcadores e diversos outros agentes da sociedade. Durante uma audiência pública foram recebidas aproximadamente 350 manifestações, que englobaram cerca de 500 contribuições específicas e que foram analisadas individualmente pela ANTT. Parte significativa dessas contribuições foram acatadas e serviram de subsídio para aprimoramento da proposta submetida à audiência pública.

“A nova resolução é resultado do primeiro ciclo regulatório do projeto entre a ANTT e a entidade sem fins lucrativos Esalq-Log/Fealq-USP, que será desenvolvido durante 21 meses, a contar de janeiro de 2019”, disse a entidade.

Para a primeira etapa do ciclo, foram realizados análise da metodologia da resolução ANTT nº 5.820/2018; análise de impacto regulatório; estudos sobre os diversos mercados de fretes; revisão da metodologia de custo operacional total (piso mínimo de frete); definição dos insumos que compõem os custos de transporte de cargas; pesquisa para ampla participação social e contribuições em indicadores operacionais do custo de transporte (questionário presencial e online); definição da metodologia de coleta de dados; e processo de participação e controle social (através de audiências públicas).

 

7 comentários

  1. Marcos em 18 de julho de 2019 às 10:45

    Só têm que se fazer cumprir a tabela quê é lei e têm multa para quem não cumpre então vamos multa

  2. Edivan da Silva em 18 de julho de 2019 às 10:46

    Não adianta reajustes na tabela frete se não esisti empresa alguma pagando o valor da tabela tem que esisti pô parte do governo federal uma fiscalização que resulte em alguns resultados pois a ANTT não está resolvendo nada infelizmente

  3. Antonio Carlos Daudt em 18 de julho de 2019 às 13:13

    Boa tarde trabalho agregado numa empresa e eles não pagam a tabela da ANTT o que eu faço

  4. Vilmar Ferreira em 18 de julho de 2019 às 13:46

    Boa tarde,quero fazer um comentário sobre esta tabela de frete da ANTT,se não for atrelado ao ciot. Não vamos conseguir nada é a melhor maneira de fiscalizar a sonegação.

  5. Mauro Sérgio em 18 de julho de 2019 às 14:26

    fosse pra ficar do mesmo jeito não precisava fazer essa bosta de tabela

  6. Liberato em 18 de julho de 2019 às 16:33

    Se for está nova tabela de frete foi selada o fim do transporte no Brasil nem autônomo nem transportadora consiguirao pagar sua frota

  7. Gilson Cassiano Fávero em 18 de julho de 2019 às 16:58

    O matemático de merda que fez esta tabela deve ser embarcador, porque a calculadora só dá benefícios para eles, o motorista autônomo só se ferra cada vez mais. O ano passado antes da greve o preço do diesel era R$3,25 em média, agora em alguns lugares já tá R$4,00 ou mais, isso porque agora não tá incluso a diária e nem os pedágios que tem que negociar na hora agora, e muitos se negam em negociar pedágio. Agora vem um Zé Roela que se diz matemático e coloca o preço da tabela menor do que a 1ª tabela em 2018. Os grandes frotistas se mantém porque lavam dinheiro pra ficar em pé. Agora só rico pode ter seu próprio caminhão, pobre não tem o direito de dirigir e trabalhar com seu próprio caminhão e nunca mais vai poder, já que financiamento é só para os tubarões que nem precisam, os pobres que precisam não tem o direito de financiamento, e principalmente se for pessoa física. Desculpa aí o desabafo, mas é a realidade de um país que não dá oportunidade, ao contrário dos Estados Unidos, Japão, Coréia do Sul, Canadá, Alemanha…
    (Onde tá o Bolsonaro pra ver isso?)
    Agora acaba de vez o caminhoneiro autônomo pra dar lugar aos frotistas. Só não se esqueçam que quem levantou este país no século passado foi os caminhoneiros autônomos.

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NOVAS REGRAS

Tabela do frete: ANTT publica novos preços mínimos

O texto revoga a primeira tabela, editada em 30 de maio do ano passado dentro do pacote negociado pelo governo federal com os caminhoneiros

18 de julho de 2019 às 10h01
Por Estadão Conteúdo
frete, estrada, rodovia, logística, caminhão, caminhoneiro, tabela do frete, greve

Foto: Agência IBGE Notícias

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 18, a Resolução 5.849/2019, que traz uma nova tabela com preços mínimos do frete rodoviário. O texto revoga a primeira tabela, editada em 30 de maio do ano passado dentro do pacote negociado pelo governo federal com os caminhoneiros para acabar com greve da categoria, que durou 11 dias no fim daquele mês.

A nova resolução já está valendo. O ato “estabelece as regras gerais, a metodologia e os coeficientes dos pisos mínimos, referentes ao quilômetro rodado na realização do serviço de transporte rodoviário remunerado de cargas, por eixo carregado, instituído pela Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas” e também fixa regras para fiscalização e para punição por descumprimento da tabela.

Segundo a ANTT, a elaboração da nova resolução contou com a participação de transportadores autônomos, empresas e cooperativas de transporte, contratantes de frete, embarcadores e diversos outros agentes da sociedade. Durante uma audiência pública foram recebidas aproximadamente 350 manifestações, que englobaram cerca de 500 contribuições específicas e que foram analisadas individualmente pela ANTT. Parte significativa dessas contribuições foram acatadas e serviram de subsídio para aprimoramento da proposta submetida à audiência pública.

“A nova resolução é resultado do primeiro ciclo regulatório do projeto entre a ANTT e a entidade sem fins lucrativos Esalq-Log/Fealq-USP, que será desenvolvido durante 21 meses, a contar de janeiro de 2019”, disse a entidade.

Para a primeira etapa do ciclo, foram realizados análise da metodologia da resolução ANTT nº 5.820/2018; análise de impacto regulatório; estudos sobre os diversos mercados de fretes; revisão da metodologia de custo operacional total (piso mínimo de frete); definição dos insumos que compõem os custos de transporte de cargas; pesquisa para ampla participação social e contribuições em indicadores operacionais do custo de transporte (questionário presencial e online); definição da metodologia de coleta de dados; e processo de participação e controle social (através de audiências públicas).

 

7 comentários

  1. Marcos em 18 de julho de 2019 às 10:45

    Só têm que se fazer cumprir a tabela quê é lei e têm multa para quem não cumpre então vamos multa

  2. Edivan da Silva em 18 de julho de 2019 às 10:46

    Não adianta reajustes na tabela frete se não esisti empresa alguma pagando o valor da tabela tem que esisti pô parte do governo federal uma fiscalização que resulte em alguns resultados pois a ANTT não está resolvendo nada infelizmente

  3. Antonio Carlos Daudt em 18 de julho de 2019 às 13:13

    Boa tarde trabalho agregado numa empresa e eles não pagam a tabela da ANTT o que eu faço

  4. Vilmar Ferreira em 18 de julho de 2019 às 13:46

    Boa tarde,quero fazer um comentário sobre esta tabela de frete da ANTT,se não for atrelado ao ciot. Não vamos conseguir nada é a melhor maneira de fiscalizar a sonegação.

  5. Mauro Sérgio em 18 de julho de 2019 às 14:26

    fosse pra ficar do mesmo jeito não precisava fazer essa bosta de tabela

  6. Liberato em 18 de julho de 2019 às 16:33

    Se for está nova tabela de frete foi selada o fim do transporte no Brasil nem autônomo nem transportadora consiguirao pagar sua frota

  7. Gilson Cassiano Fávero em 18 de julho de 2019 às 16:58

    O matemático de merda que fez esta tabela deve ser embarcador, porque a calculadora só dá benefícios para eles, o motorista autônomo só se ferra cada vez mais. O ano passado antes da greve o preço do diesel era R$3,25 em média, agora em alguns lugares já tá R$4,00 ou mais, isso porque agora não tá incluso a diária e nem os pedágios que tem que negociar na hora agora, e muitos se negam em negociar pedágio. Agora vem um Zé Roela que se diz matemático e coloca o preço da tabela menor do que a 1ª tabela em 2018. Os grandes frotistas se mantém porque lavam dinheiro pra ficar em pé. Agora só rico pode ter seu próprio caminhão, pobre não tem o direito de dirigir e trabalhar com seu próprio caminhão e nunca mais vai poder, já que financiamento é só para os tubarões que nem precisam, os pobres que precisam não tem o direito de financiamento, e principalmente se for pessoa física. Desculpa aí o desabafo, mas é a realidade de um país que não dá oportunidade, ao contrário dos Estados Unidos, Japão, Coréia do Sul, Canadá, Alemanha…
    (Onde tá o Bolsonaro pra ver isso?)
    Agora acaba de vez o caminhoneiro autônomo pra dar lugar aos frotistas. Só não se esqueçam que quem levantou este país no século passado foi os caminhoneiros autônomos.

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