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IMPASSE

Tabela do frete: 5 fatos que você precisa saber para ficar bem informado

Depois de uma semana de reunião com embarcadores, transportadores e caminhoneiros autônomos, governo ainda não conseguiu chegar em acordo

03 de agosto de 2019 às 17h06
Por Canal Rural
caminhões na estrada, caminhoneiros

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

1-Reuniões entre governo e setores continuam na próxima semana

O governo deve voltar a se reunir com representantes de embarcadores, que são os contratantes de fretes, transportadoras e caminhoneiros autônomos para continuar as negociações sobre a tabela do frete.

Na semana passada, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, e representantes da pasta tiveram diversas rodadas de negociações. A ideia é tentar fechar acordos diferentes entre as 11 categorias. Segundo apuração do Canal Rural, duas delas estavam mais adiantadas e podem ter acordos fechados em breve: líquidos e contêineres.

2-Ministro da Infraestrutura é contra a tabela do frete

Apesar de seguir negociando um acordo entre as partes, o ministro Tarcísio de Freitas afirmou em entrevista nesta semana à Globo News que é contra a tabela do frete. Segundo ele,  em uma economia de mercado, a criação de pisos mínimos para o transporte rodoviário não é boa e não faz sentido. “Acho que boa parte dos (caminhoneiros) autônomos já percebem que o tabelamento foi um erro”, comentou.

Apesar disso, Freitas afirmou que uma possível ruptura do tabelamento não pode acontecer de maneira abrupta e que as recentes negociações entre os setores envolvidos se tratam de uma tentativa de ‘descolar’ a tabela do frete aos poucos. “Um trabalho de conscientização que talvez a gente avance agora”, disse. Confira a entrevista completa do ministro.

3-Estudo realizado pela Esalq-Log será usado como referência

De acordo com o ministro, a tabela do frete criada pelo Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial da Esalq servirá como uma espécie de referência de preços. A partir disso, a remuneração de transportadores será feita através de acordo coletivo. “A base será a tabela da Esalq e em cima disso vamos pactuar com os setores a parcela de remuneração, que é extra custo”, disse.

A principal reclamação de caminhoneiros era que a tabela não trazia a previsão do lucro, ou seja, a remuneração da atividade. Entenda!

4-STF julga validade da tabela do frete em setembro

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, incluiu o julgamento da tabela do frete na pauta da Corte. As ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) estão agendadas para análise em 4 de setembro. Há na Corte três ADIs, relatadas pelo ministro Luiz Fux, contra a tabela de preços mínimos de frete. Os processos foram abertos pela Associação do Transporte Rodoviário do Brasil (ATR Brasil), que representa empresas transportadoras; pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Saiba mais.

Segundo o ministro da Infraestrutura, as recentes negociações entre os setores pode ser vista como uma tentativa prevenção de qualquer tipo de declaração de inconstitucionalidade, caso o SFT julgue assim.

5-Venda de caminhões para frota própria aumenta em 2019

Uma alternativa encontrada por muitas empresas para contornar o tabelamento dos preços do frete foi a compra de caminhões para montar frotas próprias. De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), entidade que representa concessionárias de veículos, as vendas de caminhões no país somaram 39 mil unidades nos cinco primeiros meses do ano, alta de 47% ante igual período de 2018.

Segundo o presidente da Associação Nacional dos Usuários de Transportes (Anut), Luis Henrique Baldez, o investimento em frotas próprias é um movimento natural e generalizado, embora as estratégias das empresas variem. Em alguns casos, as empresas recorrem a outras modalidades de transporte, como a cabotagem e as ferrovias. Em outros, compram ou alugam caminhões.

A produtora de soja e milho Amaggi, por exemplo, anunciou a compra de 300 caminhões da Scania em novembro passado. Na época, a montadora sueca informou que tinha outras 400 encomendas de clientes variados. O frigorífico JBS também confirmou a aquisição de 360 caminhões após a greve dos caminhoneiros.

Nova call to action

22 comentários

  1. Ednaldo alber de Oliveira em 3 de agosto de 2019 às 18:32

    Os caminhoneiros estão sofrendo com os altos custos, não devemos fazer greve porque somos responsáveis. Nós temos e que parar carregar o país nas carroceria de nosso caminhão ai os brasileiros verá novamente como somos importantes no progresso do Brasil.

  2. Luiz Carlos em 3 de agosto de 2019 às 21:10

    Já virou palhaçada essa tabela de frete, ela nunca existiu e nem vai existir só é bom pra especuladores ganharem dinheiro em cima dos pobres caminhoneiros e agricultores

  3. NORBERTO NESPOLO em 3 de agosto de 2019 às 21:15

    Eu particularmente acho uma palhaçada falar que não precisa de ter tabela de frete, então os embarcadores pagam o que querem, como consegue abastecer, fazer manutenção, pagar documentos, pagar impostos, comer, pagar aluguel, tratar da família, farmácia e etc….

  4. Andre em 3 de agosto de 2019 às 21:32

    Deixe que eles comprem eles vão ver que seria bem melhor pagar o valor da tabela do que ter a frota propia

  5. Arinaldo de Menezes em 3 de agosto de 2019 às 23:01

    A maioria das transportadoras não estão respeitando a tabela vigente. Essas transportadoras estão praticando valores em torno de R$ 2,00 o km rodado, algumas acrescentam o pedágio, o qual é obrigatório, mais só no papel. Se não houver fiscalização, de nada servirá a tabela do valor de custo mínimo, acrescentado do lucro.

  6. Flávio Denevit em 3 de agosto de 2019 às 23:33

    Boa noite me chamo Flávio denvio caminhoneiro autônomo. Estão brigando por tabela de frete certo mas não ninguém está pagando a tabela a única empresa que está trabalhando com a tabela e a Gerdau o resto ninguém paga ok.mas da primeira tabela pra ser corrigir e só acertar o frete para câmera fria e caminhões tanque e outros modelos container também é preciso acertar esse foi o único erro da primeira tabela e pra fazer a tabela funcionar a antt tem que fiscalizar o (cte) conhecimento de transporte eletrônico que todos sabem que todos os caminhões transportando cargas e obrigatório mas porque a antt não fiscaliza chega de balela se antt quiser a tabela funciona do contrário são um monte de gente besta que estão brigando pelo que não existe. Onde a tabela tem que funciona na região norte e nordeste e onde tabela não existe. Mossoro o sal está combinado não carrega autônomos só pessoas jurídicas e antt cadê o grupo m dias branco paga com uma carga de Fortaleza a são Paulo 4500 reais pra carreta 5eixos e ninguém fala nada mas se quiserem e só olhar o cte.

  7. Marcos Sérgio Moreira César em 3 de agosto de 2019 às 23:41

    Se não tiver a tabela do frete mínimo eles vão massacrar a nossa cresce como sempre fizeram e só vocês ver os anúncios de fretes no frete Brás vê a kilometragem os pedágios tira o diesel dois litros por kilometros rodados se não tiver a tabela nós vamos quebrar deixa eles comprarem frotas nós vamos trabalhar para eles

  8. Antonio Iglesias balseiro junior em 4 de agosto de 2019 às 00:34

    Quem fala muito dá bom dia a cavalo,pois até papagaio fala!!!!, nesse país autônomo só se lasca a cada dia, não nos dão crédito para troca de caminhão para estarmos dentro do mercado de cargas, às grandes transportadoras estão nos engolindo a cada dia,em breve não restará autônomos,pena que neste país nossos governantes não nos ajudam

  9. Samuel Do Nascimento em 4 de agosto de 2019 às 02:47

    Ammagi, JBS, comprando caminhões novos . Of course. Com o lucro da exploração dos caminhoneiros. Enquanto os caminhoneiros não têm dinheiro pra por pneus nas sucatas.

  10. Ezequiel em 4 de agosto de 2019 às 04:36

    39.000 caminhões comprados….ou seja 39.000 autônomos sem carga…..da minha parte venho dizendo a mais de um ano que seria problema pra nós e agora é tarde o prejuízo já foi feito.
    Agora vou prever outro problema …..Se ocorrer outra greve tenho receio que possa dar até morte uma vez que alguns vão querer parar mas a grande maioria não aceita mais.
    A tabela feita pela Esag pra maioria iria ajudar, seria boa veja que no meu caso eu carrego bem acima daqueles preços menos no retorno , então esta tabela acabaria com o maldito frete retorno.

  11. Julio Emílio Mota Paschoal em 4 de agosto de 2019 às 08:52

    O que acontece é que não existe negociação e nunca existiu, o que existe é o governo ganhado tempo para que as empresas se organizem e almentem suas frotas com recursos dos bancos oficiais. O resto é só enganação. O presidente Jair Bolsonaro, deu aquela declaração de apoio ao caminhoneiro no período eleitoral porque estava em campanha. Agora já eleito vem traindo a categoria que ajudou fortemente, para ele se eleger. E O ministro dos transportes que com muita competência e dissimulação conduziu este teatro . Agora quando tem a certeza de que a categoria está enfraquecida, dis que é contra o tabelamento do fret. Só fico muito mais indignado é porque não explicam a população que desde sempre nunca existiu negociação entre transportadoras e caminhoneiros e sim imposição pela força do poder aquisitivo contra a necessidade e vulnerabilidade do caminhoneiro. Sejamos justos se não deve existir preço mínimo de frete, não deve existir preço mínimo para a agricultura. Porque se nós vivemos e dependemos da produção agrícola temos que ter alguma garantia para sobreviver e não sermos marginalizados. Quero avisar ao senhor presidente, que fiz campanha para lhe eleger, achando que estaria ao nosso lado. Mas mais uma vez estamos sendo enganado. Bolsonaro você é só mais um político em político não devemos confiar.

  12. Jacinto Pinto em 4 de agosto de 2019 às 10:22

    Quem é contra o PISO MÍNIMO DE FRETE que compre o próprio caminhão e faça o seu transporte…. Pronto!

  13. Antonio frco em 4 de agosto de 2019 às 12:07

    Tudo bem fala pra eles colocar a sua mulher pra trabalhar com os seus caminhão sua filha seu filho vamos ver se eles consegui trabalh

  14. Ricardo em 4 de agosto de 2019 às 12:57

    Parece que não querem enchergar que o grande problema do frete é a ganância dos intermediário…. além da ganância estão tendo oportunidades que nenhum autônomo tem comprar vários caminhões “novos” pelo BNDES com carência de anos para pagar….isso prova que no Brasil manda quem tem dinheiro.

  15. Cirival schvantz em 4 de agosto de 2019 às 14:02

    Si a tabela não existir no Brasil os autônomos pôde parar de trabalhar porque vão ficar de refém as empresas aí
    a perguta você vai ter que ir embora si você quiser ! Aí frete de três mil eles vão querer pagar mil quientos reais , então fica o valor do óleo o que eu quis dizer que tabela deveria ser só para os autônomos ok

  16. Cirival schvantz em 4 de agosto de 2019 às 14:09

    Deveria ser para aqueles que tem um ou dois caminhões eu acho que a tabela deveria ser para o pequeno o governo so quer ajudar o grande o que feio para o país eu acho q.. tem que aver oportunidade para todos

  17. JOAO VITOR DE OLIVEIRA DANTAS em 4 de agosto de 2019 às 17:51

    Só so os grupo de filhos de uma puta quem ver os altonamos Est á ministra da agricutura seboza mais esse grupo que estão fazendo este estudo vão colocar osso pais em situação. Muito roim nosso. Presidente esta. Empurrando com a barriga vai si poder pois vamos parar este pais. Senhor presidente não fassa com os caminhoneiros o que Pt fez com o nosso Brasil

  18. Paulo Gomes em 4 de agosto de 2019 às 18:04

    Podem comprar a quantidade de caminhões que quiserem, porque o tem extenções de médios e pequenos agricultores, e mesma a grande vai se deparar com a falta de motorista conforme informações a França passa por este problema em um número de 30.000 profissionais do transporte. Vamos lutar também por um piso salarial competente, com a nossa profissão de risco, nos aguardem…

  19. Alex Bongiorno em 4 de agosto de 2019 às 20:57

    Sou autônomo a 12 anos, por mim as transportadoras pode comprar caminhões a vontade, melhor eu trabalhar menos com qualidade, do que trabalhar bastante e não conseguir manter o caminhão, chega de trabalhar a preço de óleo e pedágio. Empresas pequenas vão continuar dependendo do autônomo, não é qualquer empresa que tem coragem de investir 500 mil em um conjunto.

  20. Rafael Robson de Souza em 5 de agosto de 2019 às 07:16

    Em um país que tenta sugar ao máximo o trabalho do caminhoneiro é vinculada uma tabela de frete com custo de viagem! Então a pergunta é: Quem vai se propôr a pagar mais que o custo? E quem consegue viver trabalhando apenas com o custo de viagem?

  21. Roberio silva pereira em 5 de agosto de 2019 às 08:05

    se os táxis tem o taxímetro os caminhões teriam que ter o fretimetro acho que seria mais justo e fácil

  22. Elvis em 7 de agosto de 2019 às 04:01

    Compre bastante caminhão msm…quero vê acha motorista qualificado para tal função…Disposto a deixar de viver sua própria vida …para transportar o Brasil nas costa…

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IMPASSE

Tabela do frete: 5 fatos que você precisa saber para ficar bem informado

Depois de uma semana de reunião com embarcadores, transportadores e caminhoneiros autônomos, governo ainda não conseguiu chegar em acordo

03 de agosto de 2019 às 17h06
Por Canal Rural
caminhões na estrada, caminhoneiros

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

1-Reuniões entre governo e setores continuam na próxima semana

O governo deve voltar a se reunir com representantes de embarcadores, que são os contratantes de fretes, transportadoras e caminhoneiros autônomos para continuar as negociações sobre a tabela do frete.

Na semana passada, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, e representantes da pasta tiveram diversas rodadas de negociações. A ideia é tentar fechar acordos diferentes entre as 11 categorias. Segundo apuração do Canal Rural, duas delas estavam mais adiantadas e podem ter acordos fechados em breve: líquidos e contêineres.

2-Ministro da Infraestrutura é contra a tabela do frete

Apesar de seguir negociando um acordo entre as partes, o ministro Tarcísio de Freitas afirmou em entrevista nesta semana à Globo News que é contra a tabela do frete. Segundo ele,  em uma economia de mercado, a criação de pisos mínimos para o transporte rodoviário não é boa e não faz sentido. “Acho que boa parte dos (caminhoneiros) autônomos já percebem que o tabelamento foi um erro”, comentou.

Apesar disso, Freitas afirmou que uma possível ruptura do tabelamento não pode acontecer de maneira abrupta e que as recentes negociações entre os setores envolvidos se tratam de uma tentativa de ‘descolar’ a tabela do frete aos poucos. “Um trabalho de conscientização que talvez a gente avance agora”, disse. Confira a entrevista completa do ministro.

3-Estudo realizado pela Esalq-Log será usado como referência

De acordo com o ministro, a tabela do frete criada pelo Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial da Esalq servirá como uma espécie de referência de preços. A partir disso, a remuneração de transportadores será feita através de acordo coletivo. “A base será a tabela da Esalq e em cima disso vamos pactuar com os setores a parcela de remuneração, que é extra custo”, disse.

A principal reclamação de caminhoneiros era que a tabela não trazia a previsão do lucro, ou seja, a remuneração da atividade. Entenda!

4-STF julga validade da tabela do frete em setembro

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, incluiu o julgamento da tabela do frete na pauta da Corte. As ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) estão agendadas para análise em 4 de setembro. Há na Corte três ADIs, relatadas pelo ministro Luiz Fux, contra a tabela de preços mínimos de frete. Os processos foram abertos pela Associação do Transporte Rodoviário do Brasil (ATR Brasil), que representa empresas transportadoras; pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Saiba mais.

Segundo o ministro da Infraestrutura, as recentes negociações entre os setores pode ser vista como uma tentativa prevenção de qualquer tipo de declaração de inconstitucionalidade, caso o SFT julgue assim.

5-Venda de caminhões para frota própria aumenta em 2019

Uma alternativa encontrada por muitas empresas para contornar o tabelamento dos preços do frete foi a compra de caminhões para montar frotas próprias. De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), entidade que representa concessionárias de veículos, as vendas de caminhões no país somaram 39 mil unidades nos cinco primeiros meses do ano, alta de 47% ante igual período de 2018.

Segundo o presidente da Associação Nacional dos Usuários de Transportes (Anut), Luis Henrique Baldez, o investimento em frotas próprias é um movimento natural e generalizado, embora as estratégias das empresas variem. Em alguns casos, as empresas recorrem a outras modalidades de transporte, como a cabotagem e as ferrovias. Em outros, compram ou alugam caminhões.

A produtora de soja e milho Amaggi, por exemplo, anunciou a compra de 300 caminhões da Scania em novembro passado. Na época, a montadora sueca informou que tinha outras 400 encomendas de clientes variados. O frigorífico JBS também confirmou a aquisição de 360 caminhões após a greve dos caminhoneiros.

Nova call to action

22 comentários

  1. Ednaldo alber de Oliveira em 3 de agosto de 2019 às 18:32

    Os caminhoneiros estão sofrendo com os altos custos, não devemos fazer greve porque somos responsáveis. Nós temos e que parar carregar o país nas carroceria de nosso caminhão ai os brasileiros verá novamente como somos importantes no progresso do Brasil.

  2. Luiz Carlos em 3 de agosto de 2019 às 21:10

    Já virou palhaçada essa tabela de frete, ela nunca existiu e nem vai existir só é bom pra especuladores ganharem dinheiro em cima dos pobres caminhoneiros e agricultores

  3. NORBERTO NESPOLO em 3 de agosto de 2019 às 21:15

    Eu particularmente acho uma palhaçada falar que não precisa de ter tabela de frete, então os embarcadores pagam o que querem, como consegue abastecer, fazer manutenção, pagar documentos, pagar impostos, comer, pagar aluguel, tratar da família, farmácia e etc….

  4. Andre em 3 de agosto de 2019 às 21:32

    Deixe que eles comprem eles vão ver que seria bem melhor pagar o valor da tabela do que ter a frota propia

  5. Arinaldo de Menezes em 3 de agosto de 2019 às 23:01

    A maioria das transportadoras não estão respeitando a tabela vigente. Essas transportadoras estão praticando valores em torno de R$ 2,00 o km rodado, algumas acrescentam o pedágio, o qual é obrigatório, mais só no papel. Se não houver fiscalização, de nada servirá a tabela do valor de custo mínimo, acrescentado do lucro.

  6. Flávio Denevit em 3 de agosto de 2019 às 23:33

    Boa noite me chamo Flávio denvio caminhoneiro autônomo. Estão brigando por tabela de frete certo mas não ninguém está pagando a tabela a única empresa que está trabalhando com a tabela e a Gerdau o resto ninguém paga ok.mas da primeira tabela pra ser corrigir e só acertar o frete para câmera fria e caminhões tanque e outros modelos container também é preciso acertar esse foi o único erro da primeira tabela e pra fazer a tabela funcionar a antt tem que fiscalizar o (cte) conhecimento de transporte eletrônico que todos sabem que todos os caminhões transportando cargas e obrigatório mas porque a antt não fiscaliza chega de balela se antt quiser a tabela funciona do contrário são um monte de gente besta que estão brigando pelo que não existe. Onde a tabela tem que funciona na região norte e nordeste e onde tabela não existe. Mossoro o sal está combinado não carrega autônomos só pessoas jurídicas e antt cadê o grupo m dias branco paga com uma carga de Fortaleza a são Paulo 4500 reais pra carreta 5eixos e ninguém fala nada mas se quiserem e só olhar o cte.

  7. Marcos Sérgio Moreira César em 3 de agosto de 2019 às 23:41

    Se não tiver a tabela do frete mínimo eles vão massacrar a nossa cresce como sempre fizeram e só vocês ver os anúncios de fretes no frete Brás vê a kilometragem os pedágios tira o diesel dois litros por kilometros rodados se não tiver a tabela nós vamos quebrar deixa eles comprarem frotas nós vamos trabalhar para eles

  8. Antonio Iglesias balseiro junior em 4 de agosto de 2019 às 00:34

    Quem fala muito dá bom dia a cavalo,pois até papagaio fala!!!!, nesse país autônomo só se lasca a cada dia, não nos dão crédito para troca de caminhão para estarmos dentro do mercado de cargas, às grandes transportadoras estão nos engolindo a cada dia,em breve não restará autônomos,pena que neste país nossos governantes não nos ajudam

  9. Samuel Do Nascimento em 4 de agosto de 2019 às 02:47

    Ammagi, JBS, comprando caminhões novos . Of course. Com o lucro da exploração dos caminhoneiros. Enquanto os caminhoneiros não têm dinheiro pra por pneus nas sucatas.

  10. Ezequiel em 4 de agosto de 2019 às 04:36

    39.000 caminhões comprados….ou seja 39.000 autônomos sem carga…..da minha parte venho dizendo a mais de um ano que seria problema pra nós e agora é tarde o prejuízo já foi feito.
    Agora vou prever outro problema …..Se ocorrer outra greve tenho receio que possa dar até morte uma vez que alguns vão querer parar mas a grande maioria não aceita mais.
    A tabela feita pela Esag pra maioria iria ajudar, seria boa veja que no meu caso eu carrego bem acima daqueles preços menos no retorno , então esta tabela acabaria com o maldito frete retorno.

  11. Julio Emílio Mota Paschoal em 4 de agosto de 2019 às 08:52

    O que acontece é que não existe negociação e nunca existiu, o que existe é o governo ganhado tempo para que as empresas se organizem e almentem suas frotas com recursos dos bancos oficiais. O resto é só enganação. O presidente Jair Bolsonaro, deu aquela declaração de apoio ao caminhoneiro no período eleitoral porque estava em campanha. Agora já eleito vem traindo a categoria que ajudou fortemente, para ele se eleger. E O ministro dos transportes que com muita competência e dissimulação conduziu este teatro . Agora quando tem a certeza de que a categoria está enfraquecida, dis que é contra o tabelamento do fret. Só fico muito mais indignado é porque não explicam a população que desde sempre nunca existiu negociação entre transportadoras e caminhoneiros e sim imposição pela força do poder aquisitivo contra a necessidade e vulnerabilidade do caminhoneiro. Sejamos justos se não deve existir preço mínimo de frete, não deve existir preço mínimo para a agricultura. Porque se nós vivemos e dependemos da produção agrícola temos que ter alguma garantia para sobreviver e não sermos marginalizados. Quero avisar ao senhor presidente, que fiz campanha para lhe eleger, achando que estaria ao nosso lado. Mas mais uma vez estamos sendo enganado. Bolsonaro você é só mais um político em político não devemos confiar.

  12. Jacinto Pinto em 4 de agosto de 2019 às 10:22

    Quem é contra o PISO MÍNIMO DE FRETE que compre o próprio caminhão e faça o seu transporte…. Pronto!

  13. Antonio frco em 4 de agosto de 2019 às 12:07

    Tudo bem fala pra eles colocar a sua mulher pra trabalhar com os seus caminhão sua filha seu filho vamos ver se eles consegui trabalh

  14. Ricardo em 4 de agosto de 2019 às 12:57

    Parece que não querem enchergar que o grande problema do frete é a ganância dos intermediário…. além da ganância estão tendo oportunidades que nenhum autônomo tem comprar vários caminhões “novos” pelo BNDES com carência de anos para pagar….isso prova que no Brasil manda quem tem dinheiro.

  15. Cirival schvantz em 4 de agosto de 2019 às 14:02

    Si a tabela não existir no Brasil os autônomos pôde parar de trabalhar porque vão ficar de refém as empresas aí
    a perguta você vai ter que ir embora si você quiser ! Aí frete de três mil eles vão querer pagar mil quientos reais , então fica o valor do óleo o que eu quis dizer que tabela deveria ser só para os autônomos ok

  16. Cirival schvantz em 4 de agosto de 2019 às 14:09

    Deveria ser para aqueles que tem um ou dois caminhões eu acho que a tabela deveria ser para o pequeno o governo so quer ajudar o grande o que feio para o país eu acho q.. tem que aver oportunidade para todos

  17. JOAO VITOR DE OLIVEIRA DANTAS em 4 de agosto de 2019 às 17:51

    Só so os grupo de filhos de uma puta quem ver os altonamos Est á ministra da agricutura seboza mais esse grupo que estão fazendo este estudo vão colocar osso pais em situação. Muito roim nosso. Presidente esta. Empurrando com a barriga vai si poder pois vamos parar este pais. Senhor presidente não fassa com os caminhoneiros o que Pt fez com o nosso Brasil

  18. Paulo Gomes em 4 de agosto de 2019 às 18:04

    Podem comprar a quantidade de caminhões que quiserem, porque o tem extenções de médios e pequenos agricultores, e mesma a grande vai se deparar com a falta de motorista conforme informações a França passa por este problema em um número de 30.000 profissionais do transporte. Vamos lutar também por um piso salarial competente, com a nossa profissão de risco, nos aguardem…

  19. Alex Bongiorno em 4 de agosto de 2019 às 20:57

    Sou autônomo a 12 anos, por mim as transportadoras pode comprar caminhões a vontade, melhor eu trabalhar menos com qualidade, do que trabalhar bastante e não conseguir manter o caminhão, chega de trabalhar a preço de óleo e pedágio. Empresas pequenas vão continuar dependendo do autônomo, não é qualquer empresa que tem coragem de investir 500 mil em um conjunto.

  20. Rafael Robson de Souza em 5 de agosto de 2019 às 07:16

    Em um país que tenta sugar ao máximo o trabalho do caminhoneiro é vinculada uma tabela de frete com custo de viagem! Então a pergunta é: Quem vai se propôr a pagar mais que o custo? E quem consegue viver trabalhando apenas com o custo de viagem?

  21. Roberio silva pereira em 5 de agosto de 2019 às 08:05

    se os táxis tem o taxímetro os caminhões teriam que ter o fretimetro acho que seria mais justo e fácil

  22. Elvis em 7 de agosto de 2019 às 04:01

    Compre bastante caminhão msm…quero vê acha motorista qualificado para tal função…Disposto a deixar de viver sua própria vida …para transportar o Brasil nas costa…

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