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MERCADO DOMÉSTICO

Preço do suíno sobe 34% com peste suína na Ásia e menor produção no Brasil

Essa conjuntura, além de impulsionar os valores da carne no mercado interno, também elevou os preços do animal, desde o leitão até o suíno pronto para abate

17 de maio de 2019 às 11h06
Por Canal Rural
criação de suínos

Foto: Thiago Gomes/Susipe

O aumento das exportações de carne suína, influenciado também pelo avanço da peste suína na Ásia, e a produção brasileira mais ajustada em relação ao ano passado estão elevando os preços no mercado doméstico.

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), essa conjuntura, além de impulsionar os valores da carne no mercado interno, também tem elevado os preços do animal, desde o leitão até o suíno pronto para abate.

No oeste de Santa Catarinense, por exemplo, o suíno vivo, posto no frigorífico, é negociado ao preço médio de R$ 3,89 o quilo na parcial deste mês (até o dia 15), avanço real de 32% frente ao mesmo período do ano passado. Em Erechim (RS), no mesmo comparativo, a alta no preço do animal vivo foi de 34%, com valor médio de R$ 4,09 por quilo.

Nova call to action

Quanto ao mercado de carnes, no atacado da grande São Paulo, o quilo da carcaça especial suína teve valorização real de 30,2% na parcial deste mês frente ao mesmo período do ano passado, com negócios na média de R$ 6,59 o quilo. Para a carcaça comum, no mesmo comparativo, a alta foi de 31,2%, a R$ 6,34, na parcial de maio.

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MERCADO DOMÉSTICO

Preço do suíno sobe 34% com peste suína na Ásia e menor produção no Brasil

Essa conjuntura, além de impulsionar os valores da carne no mercado interno, também elevou os preços do animal, desde o leitão até o suíno pronto para abate

17 de maio de 2019 às 11h06
Por Canal Rural
criação de suínos

Foto: Thiago Gomes/Susipe

O aumento das exportações de carne suína, influenciado também pelo avanço da peste suína na Ásia, e a produção brasileira mais ajustada em relação ao ano passado estão elevando os preços no mercado doméstico.

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), essa conjuntura, além de impulsionar os valores da carne no mercado interno, também tem elevado os preços do animal, desde o leitão até o suíno pronto para abate.

No oeste de Santa Catarinense, por exemplo, o suíno vivo, posto no frigorífico, é negociado ao preço médio de R$ 3,89 o quilo na parcial deste mês (até o dia 15), avanço real de 32% frente ao mesmo período do ano passado. Em Erechim (RS), no mesmo comparativo, a alta no preço do animal vivo foi de 34%, com valor médio de R$ 4,09 por quilo.

Nova call to action

Quanto ao mercado de carnes, no atacado da grande São Paulo, o quilo da carcaça especial suína teve valorização real de 30,2% na parcial deste mês frente ao mesmo período do ano passado, com negócios na média de R$ 6,59 o quilo. Para a carcaça comum, no mesmo comparativo, a alta foi de 31,2%, a R$ 6,34, na parcial de maio.

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