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ANÁLISE

Carne suína: exportação tem desempenho mais fraco em agosto

Segundo a consultoria Safras, a perspectiva é que o fluxo volte a aumentar no curto prazo devido à demanda da China, que sofre com a peste suína africana

31 de agosto de 2019 às 17h04
Por Agência Safras

O mercado brasileiro de carne suína chega ao fim de agosto com um desempenho mais fraco na exportação e, também, com um fluxo de negócios menos efetivo entre o atacado e o varejo. De acordo com o analista da Safras & Mercado Allan Maia, os agentes atuaram de maneira cautelosa, avaliando o comportamento tímido da demanda interna.

Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), os embarques da proteína in natura do Brasil renderam US$ 77,3 milhões em agosto (17 dias úteis), com média diária de US$ 4,5 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 34,8 mil toneladas, com média diária de 2.000 toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.222,30.

Em relação a julho, houve baixa de 23,7% na receita média diária, perda de 21,3% no volume diário e recuo de 3,1% no preço. Na comparação com agosto de 2018, houve aumento de 7,0% no valor médio diário exportado, recuo de 13,1% na quantidade média diária e ganho de 23,1% no preço.

Contudo, segundo o analista, a perspectiva é que o fluxo volte a aumentar no curto prazo, em linha com a necessidade das importações da China, que sofre com um grande desequilíbrio de oferta, devido a peste suína africana. Outro ponto que teve destaque em agosto foi a forte desvalorização do real frente ao dólar registrada nos últimos dias, fator que torna a carne suína brasileira ainda mais atrativa no mercado externo.

A análise de preços apontou que a arroba suína em São Paulo foi cotada a R$ 83, recuo frente aos R$ 90 do início de agosto. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo seguiu em R$ 3,70. No interior gaúcho, a cotação baixou de R$ 4,30 para R$ 4,10. Em Santa Catarina o preço do quilo na integração continuou em R$ 3,80. No interior catarinense, a cotação retrocedeu de R$ 4,20 para R$ 4,15. No Paraná o quilo vivo baixou de R$ 4,60 para R$ 3,95 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo continuou em R$ 3,60.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração continuou em R$ 3,72, enquanto em Campo Grande o preço permaneceu em R$ 3,80. Em Goiânia, o preço recuou de R$ 4,70 para R$ 4,30. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno baixou de R$ 4,70 para R$ 4,50. No mercado independente mineiro, o preço também caiu de R$ 4,70 para R$ 4,50. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis baixou de R$ 3,90 para R$ 3,75. Já na integração do estado a cotação seguiu em R$ 3,70.

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ANÁLISE

Carne suína: exportação tem desempenho mais fraco em agosto

Segundo a consultoria Safras, a perspectiva é que o fluxo volte a aumentar no curto prazo devido à demanda da China, que sofre com a peste suína africana

31 de agosto de 2019 às 17h04
Por Agência Safras

O mercado brasileiro de carne suína chega ao fim de agosto com um desempenho mais fraco na exportação e, também, com um fluxo de negócios menos efetivo entre o atacado e o varejo. De acordo com o analista da Safras & Mercado Allan Maia, os agentes atuaram de maneira cautelosa, avaliando o comportamento tímido da demanda interna.

Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), os embarques da proteína in natura do Brasil renderam US$ 77,3 milhões em agosto (17 dias úteis), com média diária de US$ 4,5 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 34,8 mil toneladas, com média diária de 2.000 toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.222,30.

Em relação a julho, houve baixa de 23,7% na receita média diária, perda de 21,3% no volume diário e recuo de 3,1% no preço. Na comparação com agosto de 2018, houve aumento de 7,0% no valor médio diário exportado, recuo de 13,1% na quantidade média diária e ganho de 23,1% no preço.

Contudo, segundo o analista, a perspectiva é que o fluxo volte a aumentar no curto prazo, em linha com a necessidade das importações da China, que sofre com um grande desequilíbrio de oferta, devido a peste suína africana. Outro ponto que teve destaque em agosto foi a forte desvalorização do real frente ao dólar registrada nos últimos dias, fator que torna a carne suína brasileira ainda mais atrativa no mercado externo.

A análise de preços apontou que a arroba suína em São Paulo foi cotada a R$ 83, recuo frente aos R$ 90 do início de agosto. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo seguiu em R$ 3,70. No interior gaúcho, a cotação baixou de R$ 4,30 para R$ 4,10. Em Santa Catarina o preço do quilo na integração continuou em R$ 3,80. No interior catarinense, a cotação retrocedeu de R$ 4,20 para R$ 4,15. No Paraná o quilo vivo baixou de R$ 4,60 para R$ 3,95 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo continuou em R$ 3,60.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração continuou em R$ 3,72, enquanto em Campo Grande o preço permaneceu em R$ 3,80. Em Goiânia, o preço recuou de R$ 4,70 para R$ 4,30. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno baixou de R$ 4,70 para R$ 4,50. No mercado independente mineiro, o preço também caiu de R$ 4,70 para R$ 4,50. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis baixou de R$ 3,90 para R$ 3,75. Já na integração do estado a cotação seguiu em R$ 3,70.

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