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MERCADO

Preços da carne suína na China podem subir ainda mais, prevê banco

Valores já aumentaram 93% no acumulado do ano até agosto; epidemia de peste suína africana que está dizimando o plantel local é a responsável pela cenário

11 de setembro de 2019 às 17h42
Por Estadão Conteúdo

Foto: Pixabay

Os preços da carne suína na China podem subir ainda mais, mesmo depois de aumentar 93% no acumulado do ano até agosto, projeta o banco Bocom. A instituição financeira atribui a continuidade da elevação dos preços do produto ao “alívio limitado” das medidas anunciada pelo governo chinês para liberar reservas de emergência e aumentar as importações do produto, em meio à epidemia de peste suína africana que está dizimando o plantel local.

O governo da China vem tentando uma série de medidas nas últimas semanas para elevar a oferta de carne suína local.

O Bocom relatou que o volume de suínas reprodutoras declinou mais rápido do que o esperado em julho, o que se refletirá em contínuo declínio na produção de suínos nos próximos 10 meses.

Em compensação, a epidemia pode beneficiar grandes produtores de suínos, como Wens Foodstuff e Muyuan Foodstuff, porque as suas escalas industriais permitem controlar doenças, manter a produção e aproveitar melhor o atual aumento de preços e as políticas do governo que incentivam a produção, afirma o Bocom.

Nova call to action

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11 de setembro de 2019 às 17h42
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Os preços da carne suína na China podem subir ainda mais, mesmo depois de aumentar 93% no acumulado do ano até agosto, projeta o banco Bocom. A instituição financeira atribui a continuidade da elevação dos preços do produto ao “alívio limitado” das medidas anunciada pelo governo chinês para liberar reservas de emergência e aumentar as importações do produto, em meio à epidemia de peste suína africana que está dizimando o plantel local.

O governo da China vem tentando uma série de medidas nas últimas semanas para elevar a oferta de carne suína local.

O Bocom relatou que o volume de suínas reprodutoras declinou mais rápido do que o esperado em julho, o que se refletirá em contínuo declínio na produção de suínos nos próximos 10 meses.

Em compensação, a epidemia pode beneficiar grandes produtores de suínos, como Wens Foodstuff e Muyuan Foodstuff, porque as suas escalas industriais permitem controlar doenças, manter a produção e aproveitar melhor o atual aumento de preços e as políticas do governo que incentivam a produção, afirma o Bocom.

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