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AINDA É UMA AMEAÇA?

Vaca louca: comitê do Ministério da Agricultura vai atualizar normas de erradicação

O grupo contará com pesquisadores de universidades e membros da pasta. O último caso atípico no Brasil foi confirmado em 2014

03 de abril de 2019 às 18h28
Por Estadão Conteúdo
vaca

Foto: Pexels

O Ministério da Agricultura criou um comitê que vai revisar as normas para vigilância, controle, erradicação, certificação e emergência sanitária do mal da vaca louca (encefalopatia espongiforme bovina). Também serão modernizadas as análises laboratoriais para diagnóstico da doença. A medida será aplicada com atualizações do Código Terrestre de Animais da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), informou a pasta em comunicado.

O grupo foi criado pela Portaria 44 e contará com pesquisadores de universidades, além de membros do ministério. As ações imediatas do comitê serão a análise dos pedidos de atualização da legislação do programa do ministério para a doença e inclusão de novas descobertas e conhecimentos sobre as encefalopatias.

Ainda de acordo com a nota, atualmente, a OIE classifica o Brasil com o menor grau de risco para a vaca louca: “Insignificante”. A pior situação é a do risco desconhecido. Existe ainda o risco controlado, no qual se enquadram alguns países da Europa. A encefalopatia espongiforme bovina é uma doença degenerativa que atinge o sistema nervoso do gado e seus sintomas incluem agressividade e falta de coordenação.

Nova call to action

O último caso atípico de vaca louca no Brasil foi confirmado em 2014, pelo Laboratório Nacional Agropecuário em Pernambuco (Lanagro-PE), do ministério, em uma vaca de 12 anos de idade, de uma fazenda de Mato Grosso. “Foi considerado atípico pois o animal não consumia ração de origem animal (restos de carne, miúdos e medula óssea), que pode conter a proteína que desencadeia a doença no cérebro do bovino. O animal foi abatido e destruído em 19 de março daquele ano”, lembra o ministério. Foram feitas investigações em 11 propriedades próximas da fazenda e sacrificados 49 animais nascidos um ano antes e um ano depois do animal com a encefalopatia.

6 comentários

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  3. Marcos Alberto Campos em 10 de abril de 2019 às 11:24

    Os gastos com alimentação estarão compatíveis , mas os núcleos estão proibitivos.
    Também pode inviabilizar o custo do boi magro.

  4. celso de almeida gaudencio em 3 de junho de 2019 às 18:25

    É importante saber qual a raça da vaca. Pela foto induz a pardo suíça.

  5. Claudete Fátima Nogueira Capuzzo em 20 de junho de 2019 às 20:30

    Esses dados de acordo com a Unicamp tá furado. Carlos Augusto Buglia. Foi internado dia 07 fevereiro 2019.Depois de todos exames
    Realizados. Chegou a conclusão de que era a doença da vaca louca e tem segundo estudos mais recentes um caso em americana.

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AINDA É UMA AMEAÇA?

Vaca louca: comitê do Ministério da Agricultura vai atualizar normas de erradicação

O grupo contará com pesquisadores de universidades e membros da pasta. O último caso atípico no Brasil foi confirmado em 2014

03 de abril de 2019 às 18h28
Por Estadão Conteúdo
vaca

Foto: Pexels

O Ministério da Agricultura criou um comitê que vai revisar as normas para vigilância, controle, erradicação, certificação e emergência sanitária do mal da vaca louca (encefalopatia espongiforme bovina). Também serão modernizadas as análises laboratoriais para diagnóstico da doença. A medida será aplicada com atualizações do Código Terrestre de Animais da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), informou a pasta em comunicado.

O grupo foi criado pela Portaria 44 e contará com pesquisadores de universidades, além de membros do ministério. As ações imediatas do comitê serão a análise dos pedidos de atualização da legislação do programa do ministério para a doença e inclusão de novas descobertas e conhecimentos sobre as encefalopatias.

Ainda de acordo com a nota, atualmente, a OIE classifica o Brasil com o menor grau de risco para a vaca louca: “Insignificante”. A pior situação é a do risco desconhecido. Existe ainda o risco controlado, no qual se enquadram alguns países da Europa. A encefalopatia espongiforme bovina é uma doença degenerativa que atinge o sistema nervoso do gado e seus sintomas incluem agressividade e falta de coordenação.

Nova call to action

O último caso atípico de vaca louca no Brasil foi confirmado em 2014, pelo Laboratório Nacional Agropecuário em Pernambuco (Lanagro-PE), do ministério, em uma vaca de 12 anos de idade, de uma fazenda de Mato Grosso. “Foi considerado atípico pois o animal não consumia ração de origem animal (restos de carne, miúdos e medula óssea), que pode conter a proteína que desencadeia a doença no cérebro do bovino. O animal foi abatido e destruído em 19 de março daquele ano”, lembra o ministério. Foram feitas investigações em 11 propriedades próximas da fazenda e sacrificados 49 animais nascidos um ano antes e um ano depois do animal com a encefalopatia.

6 comentários

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  3. Marcos Alberto Campos em 10 de abril de 2019 às 11:24

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    Também pode inviabilizar o custo do boi magro.

  4. celso de almeida gaudencio em 3 de junho de 2019 às 18:25

    É importante saber qual a raça da vaca. Pela foto induz a pardo suíça.

  5. Claudete Fátima Nogueira Capuzzo em 20 de junho de 2019 às 20:30

    Esses dados de acordo com a Unicamp tá furado. Carlos Augusto Buglia. Foi internado dia 07 fevereiro 2019.Depois de todos exames
    Realizados. Chegou a conclusão de que era a doença da vaca louca e tem segundo estudos mais recentes um caso em americana.

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