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BOI GORDO

Com escalas encurtadas, frigoríficos menores atuam firmes na compra de gado

Já indústrias de maior porte ainda desfrutam de uma posição mais confortável, consequência da entrada de boi a termo e de outras modalidades de parceria

14 de agosto de 2019 às 07h30
Por Agência Safras
boi gordo

Foto: Secretaria de Agricultura de São Paulo

O mercado físico do boi gordo teve preços estáveis nesta terça-feira, 13. Segundo a consultoria Safras & Mercado, o cenário continua o  mesmo dos dias anteriores, com os frigoríficos de maior porte ainda desfrutando de uma posição mais confortável em suas escalas de abate, consequência da entrada de boi a termo e de outras modalidades de parceria. 

“O quadro é muito mais complicado para os frigoríficos de menor porte, que se deparam com escalas de abate encurtadas e atuam de maneira mais impetuosa na compra de gado”, disse o analista de mercado Fernando Iglesias.

No atacado, os preços da carne bovina também não tiveram alteração. Conforme Iglesias, o movimento de alta tende a perder consistência no decorrer da segunda quinzena do mês, período que conta com uma reposição menos efetiva entre atacado e varejo. 

Ao mesmo tempo, a demanda chinesa permanece efetiva no mercado de exportação, diante da severidade do surto de peste suína africana que vem dizimando o rebanho de suínos local.  

O corte traseiro seguiu em R$ 11,15 o quilo. O corte dianteiro ficou em R$ 8,65 por quilo. Já a ponta de agulha permaneceu em em R$ 8,10 o quilo.

Veja o fechamento de terça-feira:

    • São Paulo: R$ 156 a arroba
    • Uberaba (MG):  R$ 148 por arroba
    • Dourados (MS): R$ 144 a arroba
    • Goiânia (GO): R$ 144 a arroba
    • Mato Grosso: R$ 142 por arroba

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Já indústrias de maior porte ainda desfrutam de uma posição mais confortável, consequência da entrada de boi a termo e de outras modalidades de parceria

14 de agosto de 2019 às 07h30
Por Agência Safras
boi gordo

Foto: Secretaria de Agricultura de São Paulo

O mercado físico do boi gordo teve preços estáveis nesta terça-feira, 13. Segundo a consultoria Safras & Mercado, o cenário continua o  mesmo dos dias anteriores, com os frigoríficos de maior porte ainda desfrutando de uma posição mais confortável em suas escalas de abate, consequência da entrada de boi a termo e de outras modalidades de parceria. 

“O quadro é muito mais complicado para os frigoríficos de menor porte, que se deparam com escalas de abate encurtadas e atuam de maneira mais impetuosa na compra de gado”, disse o analista de mercado Fernando Iglesias.

No atacado, os preços da carne bovina também não tiveram alteração. Conforme Iglesias, o movimento de alta tende a perder consistência no decorrer da segunda quinzena do mês, período que conta com uma reposição menos efetiva entre atacado e varejo. 

Ao mesmo tempo, a demanda chinesa permanece efetiva no mercado de exportação, diante da severidade do surto de peste suína africana que vem dizimando o rebanho de suínos local.  

O corte traseiro seguiu em R$ 11,15 o quilo. O corte dianteiro ficou em R$ 8,65 por quilo. Já a ponta de agulha permaneceu em em R$ 8,10 o quilo.

Veja o fechamento de terça-feira:

    • São Paulo: R$ 156 a arroba
    • Uberaba (MG):  R$ 148 por arroba
    • Dourados (MS): R$ 144 a arroba
    • Goiânia (GO): R$ 144 a arroba
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