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NOVOS MERCADOS

Brasil avança em negociações para exportar gado vivo para mais um país

Durante encontro com governo do Laos, localizado no continente asiático, ficou acertada uma visita técnica para que conheçam o sistema de inspeção de carnes

04 de junho de 2019 às 09h56
Por Canal Rural
boi gordo mercado

O Laos prometeu enviar cartas oficiais aprovando requisitos propostos pelo Brasil para exportação de animais vivos e carne de aves. Foto: Governo do Maranhão

O governo do Laos, país localizado no continente asiático, vai enviar cartas oficiais aprovando integralmente os requisitos propostos pelo Brasil para a exportação de animais vivos e carne de aves. Deverão ser igualmente aprovados por Laos, em breve, os requisitos zoossanitários propostos pelo Brasil para a exportação de sêmen e embriões bovinos e os requisitos sanitários para carne de suínos e bovinos.

O secretário adjunto de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Flávio Bettarello, reuniu-se com o vice-ministro da Agricultura e Florestas do Laos, Bounkhouang Khambounheuang, na semana passada, em Vientiane (Laos). Bettarello estava acompanhado da delegação da Embaixada do Brasil em Bangkok.

Ficou acertada ainda a visita de uma equipe técnica de veterinários do Departamento de Pecuária e Pesca do Laos para que conheçam o sistema nacional de inspeção de carnes, bovinos, suínos e aves.

“Para o Brasil, o acesso ao mercado laociano representa boa oportunidade para se estabelecer em um país cuja economia cresce cerca de 7% ao ano e com grande potencial de aumento no consumo de proteínas animais. Insere-se, ainda, em nossa estratégia de consolidação no, cada vez mais promissor, mercado asiático”, avalia o secretário adjunto da SCRI.

O secretário adjunto e o vice-ministro discutiram ainda possibilidades de parcerias que representem agregação de valor a insumos brasileiros e o aproveitamento de oportunidades comerciais nos países fronteiriços ao Laos – China, Tailândia e Vietnã –, todos eles grandes mercados.

A missão brasileira também foi recebida pelo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Laos, Sengphet Houngboungnuang.

Nova call to action

3 comentários

  1. Angelo em 4 de junho de 2019 às 16:10

    O ideal é exportar ele industrializada, porque corre o risco de comprarmos o mesmo boi que exportamos, só que pagando 3 vezes mais caro e não dando empregos.

  2. Mário sampaio em 5 de junho de 2019 às 10:47

    Agora é a hora do boi gordo.

  3. Carlos Bruno Mundstock em 6 de junho de 2019 às 21:38

    “EXPORTAÇÃO” DE ANIMAIS VIVOS
    Para criar uma elevada probabilidade de ressurgimento de doenças que se julgava controladas, emergentes ou reemergentes, ou oriundas de mutações de vírus e bactérias, teríamos que juntar milhares de animais em condições sanitárias deterioradas, por muitos dias, em estresse e com queda de imunidade, subalimentados, e circulá-los pelo mundo.

    Mas, viriam as perguntas. A) Quem propositadamente faria isso? B) Onde?
    Respostas: A) A pecuária brasileira. B) No navio Nada. E noutros.

    Assim, ao enviar carga viva à Turquia, em navios com altíssimos níveis de colonização de microrganismos, um pequeno, equivocado e oportunista setor da pecuária brasileira, aético e abusivo de animais, poderia estar enviando também “saudações aftosas” àquele país, ou outras e novas doenças, e com isso inviabilizando futuras exportações de carne do Brasil.

    Os pecuaristas brasileiros não deviam permitir que essas embarcações “laboratório” sequer se aproximassem da costa brasileira, quanto mais aportar.

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Brasil avança em negociações para exportar gado vivo para mais um país

Durante encontro com governo do Laos, localizado no continente asiático, ficou acertada uma visita técnica para que conheçam o sistema de inspeção de carnes

04 de junho de 2019 às 09h56
Por Canal Rural
boi gordo mercado

O Laos prometeu enviar cartas oficiais aprovando requisitos propostos pelo Brasil para exportação de animais vivos e carne de aves. Foto: Governo do Maranhão

O governo do Laos, país localizado no continente asiático, vai enviar cartas oficiais aprovando integralmente os requisitos propostos pelo Brasil para a exportação de animais vivos e carne de aves. Deverão ser igualmente aprovados por Laos, em breve, os requisitos zoossanitários propostos pelo Brasil para a exportação de sêmen e embriões bovinos e os requisitos sanitários para carne de suínos e bovinos.

O secretário adjunto de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Flávio Bettarello, reuniu-se com o vice-ministro da Agricultura e Florestas do Laos, Bounkhouang Khambounheuang, na semana passada, em Vientiane (Laos). Bettarello estava acompanhado da delegação da Embaixada do Brasil em Bangkok.

Ficou acertada ainda a visita de uma equipe técnica de veterinários do Departamento de Pecuária e Pesca do Laos para que conheçam o sistema nacional de inspeção de carnes, bovinos, suínos e aves.

“Para o Brasil, o acesso ao mercado laociano representa boa oportunidade para se estabelecer em um país cuja economia cresce cerca de 7% ao ano e com grande potencial de aumento no consumo de proteínas animais. Insere-se, ainda, em nossa estratégia de consolidação no, cada vez mais promissor, mercado asiático”, avalia o secretário adjunto da SCRI.

O secretário adjunto e o vice-ministro discutiram ainda possibilidades de parcerias que representem agregação de valor a insumos brasileiros e o aproveitamento de oportunidades comerciais nos países fronteiriços ao Laos – China, Tailândia e Vietnã –, todos eles grandes mercados.

A missão brasileira também foi recebida pelo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Laos, Sengphet Houngboungnuang.

Nova call to action

3 comentários

  1. Angelo em 4 de junho de 2019 às 16:10

    O ideal é exportar ele industrializada, porque corre o risco de comprarmos o mesmo boi que exportamos, só que pagando 3 vezes mais caro e não dando empregos.

  2. Mário sampaio em 5 de junho de 2019 às 10:47

    Agora é a hora do boi gordo.

  3. Carlos Bruno Mundstock em 6 de junho de 2019 às 21:38

    “EXPORTAÇÃO” DE ANIMAIS VIVOS
    Para criar uma elevada probabilidade de ressurgimento de doenças que se julgava controladas, emergentes ou reemergentes, ou oriundas de mutações de vírus e bactérias, teríamos que juntar milhares de animais em condições sanitárias deterioradas, por muitos dias, em estresse e com queda de imunidade, subalimentados, e circulá-los pelo mundo.

    Mas, viriam as perguntas. A) Quem propositadamente faria isso? B) Onde?
    Respostas: A) A pecuária brasileira. B) No navio Nada. E noutros.

    Assim, ao enviar carga viva à Turquia, em navios com altíssimos níveis de colonização de microrganismos, um pequeno, equivocado e oportunista setor da pecuária brasileira, aético e abusivo de animais, poderia estar enviando também “saudações aftosas” àquele país, ou outras e novas doenças, e com isso inviabilizando futuras exportações de carne do Brasil.

    Os pecuaristas brasileiros não deviam permitir que essas embarcações “laboratório” sequer se aproximassem da costa brasileira, quanto mais aportar.

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