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PECUÁRIA

Boi gordo: demanda de pequenos frigoríficos faz preço seguir firme

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o encurtamento das escalas de abate de indústrias de menor porte deixou essas empresas mais agressivas na ponta compradora

19 de agosto de 2019 às 09h19
Por Agência Safras
boi gordo, pecuária, confinamento, alimentação animal, ração

Foto: Plínio Queiroz/ Canal Rural

O mercado físico do boi gordo fechou com preços firmes na sexta-feira, 16. Segundo a consultoria Safras & Mercado, o encurtamento das escalas de abate dos frigoríficos de menor porte deixou essas empresas mais agressivas na ponta compradora. 

“Por sua vez, os frigoríficos de maior porte ainda se deparam com uma posição de muito mais conforto, com a incidência de contratos a termo e de boi de parceria para atender suas necessidades. Já os pecuaristas ainda estão focados em cumprir os contratos pré-fixados”, disse o analista Fernando Henrique Iglesias.

No atacado, os preços da carne bovina ficaram estáveis. A tendência no curto prazo ainda remete a acomodação dos preços, avaliando o menor apelo ao consumo registrado no decorrer da segunda quinzena do mês. 

“A demanda destinada à exportação permanece muito efetiva, dada a atuação da China no mercado internacional”, disse. 

O corte traseiro seguiu em R$ 11,15 o quilo. O corte dianteiro ficou em R$ 8,65 por quilo. Já a ponta de agulha permaneceu em em R$ 8,10 o quilo.

Veja o fechamento:

    • São Paulo: de R$ 156 a R$ 157 por arroba
    • Uberaba (MG): R$ 150 a arroba
    • Dourados (MS): R$ 146 por arroba 
    • Goiânia (GO): R$ 145 a arroba
    • Mato Grosso: R$ 142,00 a arroba 

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De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o encurtamento das escalas de abate de indústrias de menor porte deixou essas empresas mais agressivas na ponta compradora

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boi gordo, pecuária, confinamento, alimentação animal, ração

Foto: Plínio Queiroz/ Canal Rural

O mercado físico do boi gordo fechou com preços firmes na sexta-feira, 16. Segundo a consultoria Safras & Mercado, o encurtamento das escalas de abate dos frigoríficos de menor porte deixou essas empresas mais agressivas na ponta compradora. 

“Por sua vez, os frigoríficos de maior porte ainda se deparam com uma posição de muito mais conforto, com a incidência de contratos a termo e de boi de parceria para atender suas necessidades. Já os pecuaristas ainda estão focados em cumprir os contratos pré-fixados”, disse o analista Fernando Henrique Iglesias.

No atacado, os preços da carne bovina ficaram estáveis. A tendência no curto prazo ainda remete a acomodação dos preços, avaliando o menor apelo ao consumo registrado no decorrer da segunda quinzena do mês. 

“A demanda destinada à exportação permanece muito efetiva, dada a atuação da China no mercado internacional”, disse. 

O corte traseiro seguiu em R$ 11,15 o quilo. O corte dianteiro ficou em R$ 8,65 por quilo. Já a ponta de agulha permaneceu em em R$ 8,10 o quilo.

Veja o fechamento:

    • São Paulo: de R$ 156 a R$ 157 por arroba
    • Uberaba (MG): R$ 150 a arroba
    • Dourados (MS): R$ 146 por arroba 
    • Goiânia (GO): R$ 145 a arroba
    • Mato Grosso: R$ 142,00 a arroba 

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