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REFAZENDO AS CONTAS

Frango e suíno: ‘Imaginávamos que chineses comprariam tudo’, diz diretor da ABPA

Entidade reduz estimativas de crescimento nas exportações de proteína animal; postura da China diante do mercado estaria mudando

05 de outubro de 2019 às 10h03
Por Estadão Conteúdo
aves e suínos da ABPA

Fotos: Pixabay/montagem Canal Rural

A exportação de carne de frango do Brasil deve crescer cerca de 1% neste ano, disse o diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ariel Antônio Mendes, em entrevista coletiva após palestra no 19º Seminário de Planejamento Estratégico Empresarial, realizado pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), em São Paulo.

Já as vendas ao exterior de carne suína devem subir entre 3% e 5%. A estimativa é menor do que a divulgada em agosto pela associação, de avanço entre 4% e 5% nas vendas ao exterior de carne de frango e 12% nas da proteína suína.

“Imaginávamos que chineses comprariam tudo”, disse ele. “Isso não se confirmou. Chineses são muito habilidosos para negociar e sabem que, se começassem a comprar, inflacionariam preços. Eles tinham estoque, estratégia e também fizeram muito abate preventivo, portanto, não sentiram necessidade de importar. As previsões anteriores foram muito otimistas.”

“Mudança de postura”

Mendes, no entanto, afirmou que a postura da China já está mudando: “Estão lançando mão mais forte de estoque estratégico e estão começando a importar peito de frango. Até recentemente era heresia falar isso, agora tivemos venda de peito de frango para a China.”

De acordo com o diretor da ABPA, a China dificilmente conseguirá recuperar sua produção de suínos em menos de três anos. “Eles perderam muito material genético.”

Nova call to action

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Entidade reduz estimativas de crescimento nas exportações de proteína animal; postura da China diante do mercado estaria mudando

05 de outubro de 2019 às 10h03
Por Estadão Conteúdo
aves e suínos da ABPA

Fotos: Pixabay/montagem Canal Rural

A exportação de carne de frango do Brasil deve crescer cerca de 1% neste ano, disse o diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ariel Antônio Mendes, em entrevista coletiva após palestra no 19º Seminário de Planejamento Estratégico Empresarial, realizado pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), em São Paulo.

Já as vendas ao exterior de carne suína devem subir entre 3% e 5%. A estimativa é menor do que a divulgada em agosto pela associação, de avanço entre 4% e 5% nas vendas ao exterior de carne de frango e 12% nas da proteína suína.

“Imaginávamos que chineses comprariam tudo”, disse ele. “Isso não se confirmou. Chineses são muito habilidosos para negociar e sabem que, se começassem a comprar, inflacionariam preços. Eles tinham estoque, estratégia e também fizeram muito abate preventivo, portanto, não sentiram necessidade de importar. As previsões anteriores foram muito otimistas.”

“Mudança de postura”

Mendes, no entanto, afirmou que a postura da China já está mudando: “Estão lançando mão mais forte de estoque estratégico e estão começando a importar peito de frango. Até recentemente era heresia falar isso, agora tivemos venda de peito de frango para a China.”

De acordo com o diretor da ABPA, a China dificilmente conseguirá recuperar sua produção de suínos em menos de três anos. “Eles perderam muito material genético.”

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