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FIQUE DE OLHO!

Nova norma do Ibama sobre caça de javalis será debatida nesta terça

A regra atual autoriza o uso de cães na caçada, veda maus tratos aos animais e permite instalação de armadilhas do tipo jaula e curral

17 de junho de 2019 às 12h47
Por Agência Câmara Notícias

Foto: Agência Câmara Notícias

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados discute nesta terça-feira (dia 18) a norma do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) que permitiu o uso de cães na caça de javalis.

Uma norma anterior já havia permitido o controle populacional do javali-europeu.

“A liberação da prática de caça com fins de controle populacional de espécie considerada lesiva ao meio ambiente brasileiro, colide com a facilitação na prática de transgressões em frentes tão múltiplas que, entende-se, só poderia ser considerada ante extensa fundamentação científica e, mais que tudo, discussão pública e transparente na casa do povo“, argumenta o deputado Ricardo Izar (PP-SP), que pediu a realização do debate.

O javali provoca desequilíbrio ambiental e prejuízos a lavouras de pequeno e médio porte. Sem predadores naturais no País, as populações do animal crescem de forma rápida.

Regras

A nova norma do Ibama cria o Sistema de Informação de Manejo de Fauna (Simaf) para monitoramento das atividades de manejo do javali. Segundo o Ibama, o sistema dispensa a entrega de relatórios de manejo em papel nas unidades do órgão. Os dados passam a ser informados diretamente no sistema pelas pessoas autorizadas a realizar o manejo.

O texto também veda expressamente os maus tratos aos animais e torna obrigatória a proteção e a identificação dos cães usados na caça. O uso de armadilhas do tipo jaula e curral também está autorizado pela norma.

A Comissão de Meio Ambiente analisa um projeto do deputado Célio Studart (PV-CE) que susta a norma do Ibama.

Debatedores

Foram convidados para discutir o assunto, entre outros, o diretor de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas do Ibama, João Pessoa Riograndense; o biólogo do Instituto Luisa Mell de Assistência aos Animais e Meio Ambiente, Frank Alarcón; e o presidente da Comissão Nacional de Proteção e Defesa dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil, Reynaldo Velloso.

A audiência será realizada a partir das 14h, no plenário 8. Os interessados poderão acompanhar o debate pela internet. Acesse!

12 comentários

  1. Francisco Haroldo Paiva em 17 de junho de 2019 às 16:11

    É muito simples se é na minha fazenda eu encenava todos os javalis e no dia seguinte encerrava todo eles o congresso não ajuda ao atrapalha. Simples assim eu resolvo rápido.

  2. joaomartin45@gmail.com em 17 de junho de 2019 às 18:21

    Deveriam convidar para o debate, representantes de caçadores.

  3. Marco hoffmann em 17 de junho de 2019 às 18:28

    Boa noite, agente faz tudo os argumentos que eles pedem é cr é aquilo e isso e sempre estão complicando com o caçador ,o caçador mata o javali e não pode nem transportar , agora temos que pedir para o fazendeiro o registro da fazenda a por favor

  4. Alciney Correa Fernandes em 17 de junho de 2019 às 19:46

    Comprei uma arma de fogo fiz tudo certinho conforme manda a lei,imaginado que seria fácil ajudar no controle do javali,e muita Burocracia do Ibama referente ao controle da espécie,vc tem que procurar um produtor fazendeiro e etc preencher um formulário da entrada no Ibama é ficar aguardando a resposta demorada, o controle das regras estou de acordo mais deveria ser bem melhor, como vc vai procurar um fazendeiro e etc pedir os dados da pessoa que não lhe conhece, fora o tempo o custo com o transporte e etc pra depois esperar a boa burocracia,para mim prefiro deixar minha arma guardada. Essa de controle da espécie e tudo mentira é pra vender armas e munições e curso e um monte de pessoas ganhando dinheiro com tudo isso é o controle da espécie invasora não passa de negócios.

    • Alciney Correa Fernandes em 17 de junho de 2019 às 19:48

      Controle de espécie invasora não passa de negócios, ninguém está preocupada com o controle do javali e sim em ganhar dinheiro com tudo isso.

  5. Alciney Correa Fernandes em 17 de junho de 2019 às 19:53

    Tem muita gente casando clandestinamente ninguém vai fazer todos os protocolos do Ibama o cara quer casar pega sua arma e vai,se depender do Ibama a espécie invasora ou seja o javali vai andar de bicicleta na rua.

  6. Francisco Everaldo em 17 de junho de 2019 às 21:52

    O porco asselvajado está acabando com as lavouras e com animais de nossa fauna as lavouras estão sendo destruidas e as nascentes o Ibama só dificulta a vida do caçador que é o único que faz o abate.para caçar o animal o Ibama pede uma monte de documentos protocolar as propriedades que for fazer o abate. O porco é uma praga agrícola não vejo porque Ibama fica na frente atrapalhando e multando o caçador deveria era pagar para o caçador fazer este trabalho já que eles não fazem nada.

  7. Edson Francisco Girondi em 17 de junho de 2019 às 22:36

    Com certeza há necessidade de controle , com o abate, a caça é uma maneira , mas acredito que não será o suficiente, pois esse bicho procria e se esconde muito bem. Sempre sobrarão animais.
    O Ibama ao invés de facilitar a caça, só complica com burocracias.

  8. Elizeu Ramos em 17 de junho de 2019 às 23:47

    O Uso da balestra e permitido no Mato Grosso do Sul

  9. Aéliton Freitas Mota em 18 de junho de 2019 às 06:49

    Gostaria de acompanhar atentamente esse controle populacional e os métodos a serem utilizados. Assim como todosos procedimentos utilizado nesse controle por abates. Obrigado.

  10. mario luciano pereira em 15 de outubro de 2019 às 20:52

    Não acredito que o IBAMA seja o maior e único responsável pelas dificuldades que o caçador encontra para praticar essa atividade. Como vemos aí acima, nessa reportagem, existem grupos não profissionais nesta área, como deputados, ongs, etc. que acabam travando as facilitações para essa atividade. São grupos menores, mas que gritam muito alto e quase sempre isso vai parar nas últimas instâncias jurídicas. E o pior é que são indivíduos que não entendem nada dessa atividade, que aliás nunca viveram no campo e não têm noção da necessidade de controle das pragas invasoras em nosso território. E enquanto ficam querendo fazer reuniões para discutir o que pode e o que não pode, essas espécies vão se multiplicando e nesse tempo que estou fazendo esse relato, centenas desses animais estão nascendo em todo o país e com isso estamos perdendo milhares de animais da nossa fauna assim como também a flora que é devastada diuturnamente. Sempre deixo essa pergunta: o Brasil estaria melhor sem a presença do javali?

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FIQUE DE OLHO!

Nova norma do Ibama sobre caça de javalis será debatida nesta terça

A regra atual autoriza o uso de cães na caçada, veda maus tratos aos animais e permite instalação de armadilhas do tipo jaula e curral

17 de junho de 2019 às 12h47
Por Agência Câmara Notícias

Foto: Agência Câmara Notícias

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados discute nesta terça-feira (dia 18) a norma do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) que permitiu o uso de cães na caça de javalis.

Uma norma anterior já havia permitido o controle populacional do javali-europeu.

“A liberação da prática de caça com fins de controle populacional de espécie considerada lesiva ao meio ambiente brasileiro, colide com a facilitação na prática de transgressões em frentes tão múltiplas que, entende-se, só poderia ser considerada ante extensa fundamentação científica e, mais que tudo, discussão pública e transparente na casa do povo“, argumenta o deputado Ricardo Izar (PP-SP), que pediu a realização do debate.

O javali provoca desequilíbrio ambiental e prejuízos a lavouras de pequeno e médio porte. Sem predadores naturais no País, as populações do animal crescem de forma rápida.

Regras

A nova norma do Ibama cria o Sistema de Informação de Manejo de Fauna (Simaf) para monitoramento das atividades de manejo do javali. Segundo o Ibama, o sistema dispensa a entrega de relatórios de manejo em papel nas unidades do órgão. Os dados passam a ser informados diretamente no sistema pelas pessoas autorizadas a realizar o manejo.

O texto também veda expressamente os maus tratos aos animais e torna obrigatória a proteção e a identificação dos cães usados na caça. O uso de armadilhas do tipo jaula e curral também está autorizado pela norma.

A Comissão de Meio Ambiente analisa um projeto do deputado Célio Studart (PV-CE) que susta a norma do Ibama.

Debatedores

Foram convidados para discutir o assunto, entre outros, o diretor de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas do Ibama, João Pessoa Riograndense; o biólogo do Instituto Luisa Mell de Assistência aos Animais e Meio Ambiente, Frank Alarcón; e o presidente da Comissão Nacional de Proteção e Defesa dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil, Reynaldo Velloso.

A audiência será realizada a partir das 14h, no plenário 8. Os interessados poderão acompanhar o debate pela internet. Acesse!

12 comentários

  1. Francisco Haroldo Paiva em 17 de junho de 2019 às 16:11

    É muito simples se é na minha fazenda eu encenava todos os javalis e no dia seguinte encerrava todo eles o congresso não ajuda ao atrapalha. Simples assim eu resolvo rápido.

  2. joaomartin45@gmail.com em 17 de junho de 2019 às 18:21

    Deveriam convidar para o debate, representantes de caçadores.

  3. Marco hoffmann em 17 de junho de 2019 às 18:28

    Boa noite, agente faz tudo os argumentos que eles pedem é cr é aquilo e isso e sempre estão complicando com o caçador ,o caçador mata o javali e não pode nem transportar , agora temos que pedir para o fazendeiro o registro da fazenda a por favor

  4. Alciney Correa Fernandes em 17 de junho de 2019 às 19:46

    Comprei uma arma de fogo fiz tudo certinho conforme manda a lei,imaginado que seria fácil ajudar no controle do javali,e muita Burocracia do Ibama referente ao controle da espécie,vc tem que procurar um produtor fazendeiro e etc preencher um formulário da entrada no Ibama é ficar aguardando a resposta demorada, o controle das regras estou de acordo mais deveria ser bem melhor, como vc vai procurar um fazendeiro e etc pedir os dados da pessoa que não lhe conhece, fora o tempo o custo com o transporte e etc pra depois esperar a boa burocracia,para mim prefiro deixar minha arma guardada. Essa de controle da espécie e tudo mentira é pra vender armas e munições e curso e um monte de pessoas ganhando dinheiro com tudo isso é o controle da espécie invasora não passa de negócios.

    • Alciney Correa Fernandes em 17 de junho de 2019 às 19:48

      Controle de espécie invasora não passa de negócios, ninguém está preocupada com o controle do javali e sim em ganhar dinheiro com tudo isso.

  5. Alciney Correa Fernandes em 17 de junho de 2019 às 19:53

    Tem muita gente casando clandestinamente ninguém vai fazer todos os protocolos do Ibama o cara quer casar pega sua arma e vai,se depender do Ibama a espécie invasora ou seja o javali vai andar de bicicleta na rua.

  6. Francisco Everaldo em 17 de junho de 2019 às 21:52

    O porco asselvajado está acabando com as lavouras e com animais de nossa fauna as lavouras estão sendo destruidas e as nascentes o Ibama só dificulta a vida do caçador que é o único que faz o abate.para caçar o animal o Ibama pede uma monte de documentos protocolar as propriedades que for fazer o abate. O porco é uma praga agrícola não vejo porque Ibama fica na frente atrapalhando e multando o caçador deveria era pagar para o caçador fazer este trabalho já que eles não fazem nada.

  7. Edson Francisco Girondi em 17 de junho de 2019 às 22:36

    Com certeza há necessidade de controle , com o abate, a caça é uma maneira , mas acredito que não será o suficiente, pois esse bicho procria e se esconde muito bem. Sempre sobrarão animais.
    O Ibama ao invés de facilitar a caça, só complica com burocracias.

  8. Elizeu Ramos em 17 de junho de 2019 às 23:47

    O Uso da balestra e permitido no Mato Grosso do Sul

  9. Aéliton Freitas Mota em 18 de junho de 2019 às 06:49

    Gostaria de acompanhar atentamente esse controle populacional e os métodos a serem utilizados. Assim como todosos procedimentos utilizado nesse controle por abates. Obrigado.

  10. mario luciano pereira em 15 de outubro de 2019 às 20:52

    Não acredito que o IBAMA seja o maior e único responsável pelas dificuldades que o caçador encontra para praticar essa atividade. Como vemos aí acima, nessa reportagem, existem grupos não profissionais nesta área, como deputados, ongs, etc. que acabam travando as facilitações para essa atividade. São grupos menores, mas que gritam muito alto e quase sempre isso vai parar nas últimas instâncias jurídicas. E o pior é que são indivíduos que não entendem nada dessa atividade, que aliás nunca viveram no campo e não têm noção da necessidade de controle das pragas invasoras em nosso território. E enquanto ficam querendo fazer reuniões para discutir o que pode e o que não pode, essas espécies vão se multiplicando e nesse tempo que estou fazendo esse relato, centenas desses animais estão nascendo em todo o país e com isso estamos perdendo milhares de animais da nossa fauna assim como também a flora que é devastada diuturnamente. Sempre deixo essa pergunta: o Brasil estaria melhor sem a presença do javali?

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