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IMPASSE

Ministro da Infraestrutura afirma que tabela do frete não faz sentido: ‘Sou contra’

Tarcísio de Freitas disse que a negociação realizada nesta semana é uma tentativa de preparar o mercado para se ‘descolar’ da tabela

01 de agosto de 2019 às 11h14
Por Francielle Bertolacini, de São Paulo
Tarcisio de freitas

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou em entrevista nesta quarta-feira, 31, à Globo News, que é contra a tabela do frete e que em uma economia de mercado, a criação de pisos mínimos para o transporte rodoviário não é boa e não faz sentido. “Acho que boa parte dos (caminhoneiros) autônomos já percebem que o tabelamento foi um erro”, comentou.

Apesar disso, Freitas afirmou que uma possível ruptura do tabelamento não pode acontecer de maneira abrupta e que as recentes negociações entre os setores envolvidos se tratam de uma tentativa de ‘descolar’ a tabela do frete aos poucos. “Um trabalho de conscientização que talvez a gente avance agora”, disse.

Desde a terça-feira, 30, o ministro tem se reunido com embarcadores, que são os contratantes de fretes, transportadores e caminhoneiros autônomos para tentar entrar em um acordo que favoreça todas as partes.

“O que nós propomos foi ao invés de ter a tabela, vamos fazer um estudo técnico para ver qual o custo do frete, que foi o estudo que a Esalq trouxe como referência, que está sendo mais ou menos aceita. Isso seria uma grande referência para o próximo passo, que é a negociação com o setor”, disse

Definindo a tentativa de acordo como um ‘esquadrão anti-bombas’, o ministro explica que a ideia é fazer com que os setores façam acordo por categorias, divididas em 11. “É pegar a turma do líquido e dizer: vocês vão definir o preço, vocês acertam o valor, assina um acordo e se resolvam”, afirmou.

A medida proposta pelo governo foi definida como uma tentativa de suportar qualquer tipo de declaração de inconstitucionalidade da tabela do frete. Isso porque em setembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) vai analisar três Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI’s) sobre o caso. Os processos foram abertos pela Associação do Transporte Rodoviário do Brasil (ATR Brasil), que representa empresas transportadoras; pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A ideia é formar vários acordos. Estamos preparando o mercado para sair da tabela, é um trabalho de negociação e convencimento. Estamos desarmando isso lentamente” afirmou.

Alternativas

O ministro citou ainda que empresas criaram um mecanismo para se proteger do alto custo dos fretes: montar frota própria. Segundo ele, empresas que não toparam pagar determinado preço do frete resolveram buscar outras alternativas, o que é ruim. “Se eu tenho alguém que faz um serviço mais barato que eu, é melhor que eu e não é meu core business, eu terceirizo, mas a compra de caminhão foi um mecanismo de proteção”, relata.

A produtora de soja e milho Amaggi, da família do ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi, frigoríficos e até fabricantes de alimentos já fizeram investimentos do tipo.

Nos cinco primeiros meses do ano, as vendas de caminhões no país somaram 39 mil unidades, alta de 47% ante igual período de 2018. Os dados são Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), entidade que representa concessionárias de veículos.

Nova call to action

16 comentários

  1. João em 1 de agosto de 2019 às 12:40

    Conversa fiada toda hora a jente ouve se não fosse está tabela o motorista autônomo já tinha morrido todos de fome só que ela não fez efeito até hoje porquê 50% dos travessador e contra a tabela porquer todo mundo coloca preço no seu trabalho o motorista não isto fica claro que tem milhares de travessador que anda montado nas costas dos autônomos tá longe não vc anda de norte a sul não ver uma fiscalização da antt nas estradas fiscalizando tabela de frete eu acredito que se não for resolvido este problema ainda vai ver uma paralisação 3 vezes pior de que aquela de antes tem muita gente achando que motorista e bom mais eles só finge que é otários tá só dando uma chance para ver se alguém acorde antes foi a mesma coisa falou reclamou ninguém fez nada foi até parar tudo agora vai acontecer da mesma forma as empresas não cumpre as tabelas de frete isto vai dezemcadear uma paralisação no transportes que vai ser difícil voltar a rodar muita empresa não quer pagar frente de tabela para ninguém quer que vai só atrouco do óleo isto ainda vai ter novidades todo dia ver falar que foi meia dúzia de representantes de caminhoneiro lá em Brasília e fez isto fez aquilo é tudo travessador usando o nosso nome para obter vantagem no dia que amanhecer tudo parado não vai falar que camihoeiros são bandidos que tá matando gente cem remedio nos hospitais os postos não tem petróleo vai fazendo bastante hora com a nossa cara depois não reclama

  2. Dimario da Silva Neto em 1 de agosto de 2019 às 12:54

    Sim a tabela de frete foi um erro que nós caminhoneiros autônomos vamos pagar caro por esse erro .mais o maior erro foi o BNDS liberar financiamentos pra quem queria financiar menos pra quem realmente é motorista de caminhão autônomos liberou empréstimos pra açougueiro dono de supermercados adivogados políticos ate pastor de igreja menos pra quem realmente é motorista de caminhão autônomos

  3. Roberto em 1 de agosto de 2019 às 14:12

    Pra mim já enrrolaram de mais essa merda de piso ou põe logo pra valer ou camionheiros se une e faz uma paralização e deixa faltar tudo e a safra apodrecer nos armazém e silos essa e a solução.ou vamos virar escravos esse governo só promete cadê o empréstimo do BNDES que ninguém consegue enquanto os grandes estão comprando vários caminhões financiado pelo BNDES

  4. Almerindo verdin em 1 de agosto de 2019 às 15:33

    Boa tarde o agronegocio.so quer comprar máquinas que custam 10000.00 e transportadoras querem comprar veículos novos e são os maiores sonegadores de impostos

  5. Lázaro Vieira Da Silva em 1 de agosto de 2019 às 15:35

    Como sempre nesse governo ridículo a classe mais vulnerável sempre sai perdendo. Mas que os grandes empresários não pense que é um bom negócio frota própria vamos ver daqui alguns tempo.

  6. José Geraldo Soares em 1 de agosto de 2019 às 18:53

    Esse cara não sabe o que fala ou fala por empresários do modal rodoviário…
    Ele devia é entregar
    O cargo dele.

  7. Gezualdo Muniz Patrício em 1 de agosto de 2019 às 20:55

    Ministro traidor aguarde terá oque merece

  8. José Carlos da cruz em 1 de agosto de 2019 às 22:49

    Essa greve quem ganho foi os empresários infelizmente não tiveram abildade diante dos empresário eles vão levar a melhor .uma pena nossa categoria tá perdendo cada vez o marcado .INSTITUTO

  9. Vicente em 1 de agosto de 2019 às 23:37

    Voce faz uma frota de caminhões do dia pra noite?

  10. Hildete Terezinha de Pieri em 2 de agosto de 2019 às 06:56

    Na minha opinião deveria sim era baixar diesel os pedágios já ajudaria muito os autônomos

  11. Luiz Carlos Mangarote Leão em 2 de agosto de 2019 às 07:55

    Bom dia
    É uma palhaçada total essa tabela de frete
    Coloca logo um fim nisso ,deixem de enrolar essa tabela nunca existiu para o caminhoneiro só favoreceu as transportadoras que deitam e rolam em cima de caminhoneiro e agricultores deixem de palhaçada 💪Esse é o Brasil dos especuladores infelizmente abrsss

  12. Indignado em 2 de agosto de 2019 às 08:43

    Isso é uma maravilha!

    Pelo menos param de sugar os caminhoneiros, enquanto os pobres coitados se arriscam nas estradas pra levar o produto quase que de graça, praticamente pelo valor do diesel, assim eles experimentam do seu próprio veneno.

    Fazer o investimento do capital, contratação de mão-de-obra que já é escassa!

    A tabela há de vir sim! Gostem ou não, comprem caminhão ou não! Está na hora que acabar com o acaba com os caminhoeiros. Ou é justo ou para tudo!

  13. Wanderson em 2 de agosto de 2019 às 12:36

    Safado que vai resolver nem assim recebemos valor correto

  14. Dorival kupas em 5 de agosto de 2019 às 07:25

    Livre negociação esse e o caminho

  15. josé Edmir Girão em 5 de agosto de 2019 às 10:00

    tabelamento de preços nunca funcionou em livre mercado..
    que fazer o preço e a lei da oferta e procura..

  16. Paulo Oliveira Lopes. em 8 de agosto de 2019 às 10:59

    bom dia!
    Esta sendo difícil, manter um caminhão ,com o valor do frete, muitíssimo baixo, porque : O combustível principal, (o diesel ), está muito alto, derivado do petroleiro, todos são muito caros, reposição de peças, está os olhos da cara. A mão de obra, está caricissima.
    E por isso, precisaria sim; de um reajuste, no valor do frete.
    Agora, é lógico, que esse ministro, empresário, vai tentar, bloquear a tabela do frete . Porque simplesmente,;estará defendendo, o lucro da família. Porque, esse cidadão, será sempre, precionado pela família, pra não aceitar, o reajuste da tabela.
    No meu ver: esse cidadão,nem deveria, está integrando ,o corpo ministerial do governo. Porque: tem participação, ou vínculo com imprensa privado, o qual, logo iria defender, ou puxar brasa, pra baixo da sua sardinha.
    Esse é meu ponto de vista.
    Esse,é um caso, a se defendido, pela razão, não pelo coração. !!!

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IMPASSE

Ministro da Infraestrutura afirma que tabela do frete não faz sentido: ‘Sou contra’

Tarcísio de Freitas disse que a negociação realizada nesta semana é uma tentativa de preparar o mercado para se ‘descolar’ da tabela

01 de agosto de 2019 às 11h14
Por Francielle Bertolacini, de São Paulo
Tarcisio de freitas

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou em entrevista nesta quarta-feira, 31, à Globo News, que é contra a tabela do frete e que em uma economia de mercado, a criação de pisos mínimos para o transporte rodoviário não é boa e não faz sentido. “Acho que boa parte dos (caminhoneiros) autônomos já percebem que o tabelamento foi um erro”, comentou.

Apesar disso, Freitas afirmou que uma possível ruptura do tabelamento não pode acontecer de maneira abrupta e que as recentes negociações entre os setores envolvidos se tratam de uma tentativa de ‘descolar’ a tabela do frete aos poucos. “Um trabalho de conscientização que talvez a gente avance agora”, disse.

Desde a terça-feira, 30, o ministro tem se reunido com embarcadores, que são os contratantes de fretes, transportadores e caminhoneiros autônomos para tentar entrar em um acordo que favoreça todas as partes.

“O que nós propomos foi ao invés de ter a tabela, vamos fazer um estudo técnico para ver qual o custo do frete, que foi o estudo que a Esalq trouxe como referência, que está sendo mais ou menos aceita. Isso seria uma grande referência para o próximo passo, que é a negociação com o setor”, disse

Definindo a tentativa de acordo como um ‘esquadrão anti-bombas’, o ministro explica que a ideia é fazer com que os setores façam acordo por categorias, divididas em 11. “É pegar a turma do líquido e dizer: vocês vão definir o preço, vocês acertam o valor, assina um acordo e se resolvam”, afirmou.

A medida proposta pelo governo foi definida como uma tentativa de suportar qualquer tipo de declaração de inconstitucionalidade da tabela do frete. Isso porque em setembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) vai analisar três Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI’s) sobre o caso. Os processos foram abertos pela Associação do Transporte Rodoviário do Brasil (ATR Brasil), que representa empresas transportadoras; pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A ideia é formar vários acordos. Estamos preparando o mercado para sair da tabela, é um trabalho de negociação e convencimento. Estamos desarmando isso lentamente” afirmou.

Alternativas

O ministro citou ainda que empresas criaram um mecanismo para se proteger do alto custo dos fretes: montar frota própria. Segundo ele, empresas que não toparam pagar determinado preço do frete resolveram buscar outras alternativas, o que é ruim. “Se eu tenho alguém que faz um serviço mais barato que eu, é melhor que eu e não é meu core business, eu terceirizo, mas a compra de caminhão foi um mecanismo de proteção”, relata.

A produtora de soja e milho Amaggi, da família do ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi, frigoríficos e até fabricantes de alimentos já fizeram investimentos do tipo.

Nos cinco primeiros meses do ano, as vendas de caminhões no país somaram 39 mil unidades, alta de 47% ante igual período de 2018. Os dados são Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), entidade que representa concessionárias de veículos.

Nova call to action

16 comentários

  1. João em 1 de agosto de 2019 às 12:40

    Conversa fiada toda hora a jente ouve se não fosse está tabela o motorista autônomo já tinha morrido todos de fome só que ela não fez efeito até hoje porquê 50% dos travessador e contra a tabela porquer todo mundo coloca preço no seu trabalho o motorista não isto fica claro que tem milhares de travessador que anda montado nas costas dos autônomos tá longe não vc anda de norte a sul não ver uma fiscalização da antt nas estradas fiscalizando tabela de frete eu acredito que se não for resolvido este problema ainda vai ver uma paralisação 3 vezes pior de que aquela de antes tem muita gente achando que motorista e bom mais eles só finge que é otários tá só dando uma chance para ver se alguém acorde antes foi a mesma coisa falou reclamou ninguém fez nada foi até parar tudo agora vai acontecer da mesma forma as empresas não cumpre as tabelas de frete isto vai dezemcadear uma paralisação no transportes que vai ser difícil voltar a rodar muita empresa não quer pagar frente de tabela para ninguém quer que vai só atrouco do óleo isto ainda vai ter novidades todo dia ver falar que foi meia dúzia de representantes de caminhoneiro lá em Brasília e fez isto fez aquilo é tudo travessador usando o nosso nome para obter vantagem no dia que amanhecer tudo parado não vai falar que camihoeiros são bandidos que tá matando gente cem remedio nos hospitais os postos não tem petróleo vai fazendo bastante hora com a nossa cara depois não reclama

  2. Dimario da Silva Neto em 1 de agosto de 2019 às 12:54

    Sim a tabela de frete foi um erro que nós caminhoneiros autônomos vamos pagar caro por esse erro .mais o maior erro foi o BNDS liberar financiamentos pra quem queria financiar menos pra quem realmente é motorista de caminhão autônomos liberou empréstimos pra açougueiro dono de supermercados adivogados políticos ate pastor de igreja menos pra quem realmente é motorista de caminhão autônomos

  3. Roberto em 1 de agosto de 2019 às 14:12

    Pra mim já enrrolaram de mais essa merda de piso ou põe logo pra valer ou camionheiros se une e faz uma paralização e deixa faltar tudo e a safra apodrecer nos armazém e silos essa e a solução.ou vamos virar escravos esse governo só promete cadê o empréstimo do BNDES que ninguém consegue enquanto os grandes estão comprando vários caminhões financiado pelo BNDES

  4. Almerindo verdin em 1 de agosto de 2019 às 15:33

    Boa tarde o agronegocio.so quer comprar máquinas que custam 10000.00 e transportadoras querem comprar veículos novos e são os maiores sonegadores de impostos

  5. Lázaro Vieira Da Silva em 1 de agosto de 2019 às 15:35

    Como sempre nesse governo ridículo a classe mais vulnerável sempre sai perdendo. Mas que os grandes empresários não pense que é um bom negócio frota própria vamos ver daqui alguns tempo.

  6. José Geraldo Soares em 1 de agosto de 2019 às 18:53

    Esse cara não sabe o que fala ou fala por empresários do modal rodoviário…
    Ele devia é entregar
    O cargo dele.

  7. Gezualdo Muniz Patrício em 1 de agosto de 2019 às 20:55

    Ministro traidor aguarde terá oque merece

  8. José Carlos da cruz em 1 de agosto de 2019 às 22:49

    Essa greve quem ganho foi os empresários infelizmente não tiveram abildade diante dos empresário eles vão levar a melhor .uma pena nossa categoria tá perdendo cada vez o marcado .INSTITUTO

  9. Vicente em 1 de agosto de 2019 às 23:37

    Voce faz uma frota de caminhões do dia pra noite?

  10. Hildete Terezinha de Pieri em 2 de agosto de 2019 às 06:56

    Na minha opinião deveria sim era baixar diesel os pedágios já ajudaria muito os autônomos

  11. Luiz Carlos Mangarote Leão em 2 de agosto de 2019 às 07:55

    Bom dia
    É uma palhaçada total essa tabela de frete
    Coloca logo um fim nisso ,deixem de enrolar essa tabela nunca existiu para o caminhoneiro só favoreceu as transportadoras que deitam e rolam em cima de caminhoneiro e agricultores deixem de palhaçada 💪Esse é o Brasil dos especuladores infelizmente abrsss

  12. Indignado em 2 de agosto de 2019 às 08:43

    Isso é uma maravilha!

    Pelo menos param de sugar os caminhoneiros, enquanto os pobres coitados se arriscam nas estradas pra levar o produto quase que de graça, praticamente pelo valor do diesel, assim eles experimentam do seu próprio veneno.

    Fazer o investimento do capital, contratação de mão-de-obra que já é escassa!

    A tabela há de vir sim! Gostem ou não, comprem caminhão ou não! Está na hora que acabar com o acaba com os caminhoeiros. Ou é justo ou para tudo!

  13. Wanderson em 2 de agosto de 2019 às 12:36

    Safado que vai resolver nem assim recebemos valor correto

  14. Dorival kupas em 5 de agosto de 2019 às 07:25

    Livre negociação esse e o caminho

  15. josé Edmir Girão em 5 de agosto de 2019 às 10:00

    tabelamento de preços nunca funcionou em livre mercado..
    que fazer o preço e a lei da oferta e procura..

  16. Paulo Oliveira Lopes. em 8 de agosto de 2019 às 10:59

    bom dia!
    Esta sendo difícil, manter um caminhão ,com o valor do frete, muitíssimo baixo, porque : O combustível principal, (o diesel ), está muito alto, derivado do petroleiro, todos são muito caros, reposição de peças, está os olhos da cara. A mão de obra, está caricissima.
    E por isso, precisaria sim; de um reajuste, no valor do frete.
    Agora, é lógico, que esse ministro, empresário, vai tentar, bloquear a tabela do frete . Porque simplesmente,;estará defendendo, o lucro da família. Porque, esse cidadão, será sempre, precionado pela família, pra não aceitar, o reajuste da tabela.
    No meu ver: esse cidadão,nem deveria, está integrando ,o corpo ministerial do governo. Porque: tem participação, ou vínculo com imprensa privado, o qual, logo iria defender, ou puxar brasa, pra baixo da sua sardinha.
    Esse é meu ponto de vista.
    Esse,é um caso, a se defendido, pela razão, não pelo coração. !!!

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