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PREÇOS

Melhores perspectivas de colheita no Brasil impulsionam queda do preço do açúcar

Índice da FAO mostra que preço do açúcar é o mais baixo em quatro anosA Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) informou no Índice de Preços de Alimentos que o valor global dos alimentos continuou diminuindo em março, quando teve uma queda de 40 pontos em relação ao nível de 2014, com o preço do açúcar caindo ao nível mais baixo desde fevereiro de 2009.

03 de abril de 2015 às 15h22
Por FAO

Fonte: Divulgação/Embrapa

Devido a melhores perspectivas de colheita de açúcar nos países produtores, particularmente no Brasil – maior produtor do mundo –, o preço do produto caiu 9,2% desde fevereiro, para 187,9 pontos, no índice de preços da FAO em março. Foi a maior queda entre todos os alimentos. A constante desvalorização do real frente ao dólar também contribuiu para esse mudança.

Notando uma queda de 1,5% desde fevereiro e de 18,7% no preço dos alimentos em relação ao ano passado, a FAO concluiu que os baixíssimos preços de óleos vegetais, cereais e carne mais do que compensaram o aumento no valor dos laticínios – contribuindo para o índice mais baixo, que em março alcançou 173,8 pontos. A trajetória descendente, desde abril de 2014, dos preços da maioria dos alimentos foi impulsionada pela grande quantidade de suprimentos e pela alta do dólar.

Entretanto, de acordo com a nova previsão de produção mundial de cereais da FAO, uma colheita de milho maior do que a prevista na União Europeia levantou a estimativa de produção de cereal de 2014 para 2,5 bilhões de toneladas, que caso confirmada, vai ultrapassar o recorde de 2013 em 1%.

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Melhores perspectivas de colheita no Brasil impulsionam queda do preço do açúcar

Índice da FAO mostra que preço do açúcar é o mais baixo em quatro anosA Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) informou no Índice de Preços de Alimentos que o valor global dos alimentos continuou diminuindo em março, quando teve uma queda de 40 pontos em relação ao nível de 2014, com o preço do açúcar caindo ao nível mais baixo desde fevereiro de 2009.

03 de abril de 2015 às 15h22
Por FAO

Fonte: Divulgação/Embrapa

Devido a melhores perspectivas de colheita de açúcar nos países produtores, particularmente no Brasil – maior produtor do mundo –, o preço do produto caiu 9,2% desde fevereiro, para 187,9 pontos, no índice de preços da FAO em março. Foi a maior queda entre todos os alimentos. A constante desvalorização do real frente ao dólar também contribuiu para esse mudança.

Notando uma queda de 1,5% desde fevereiro e de 18,7% no preço dos alimentos em relação ao ano passado, a FAO concluiu que os baixíssimos preços de óleos vegetais, cereais e carne mais do que compensaram o aumento no valor dos laticínios – contribuindo para o índice mais baixo, que em março alcançou 173,8 pontos. A trajetória descendente, desde abril de 2014, dos preços da maioria dos alimentos foi impulsionada pela grande quantidade de suprimentos e pela alta do dólar.

Entretanto, de acordo com a nova previsão de produção mundial de cereais da FAO, uma colheita de milho maior do que a prevista na União Europeia levantou a estimativa de produção de cereal de 2014 para 2,5 bilhões de toneladas, que caso confirmada, vai ultrapassar o recorde de 2013 em 1%.

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