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CARGAS

Setor industrial propõe que piso mínimo do frete vire tabela referencial

Documento entregue ao governo quer estabelecer parâmetros de negociação entre as as partes e estimular contratações diretas entre embarcadores e caminhoneiros autônomos

06 de agosto de 2019 às 16h18
Por Estadão Conteúdo
caminhões na estrada, caminhoneiros

Proposta é de que tabela do frete não seja impositiva. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O setor industrial apresentou ao governo nesta terça-feira, 6, uma contraproposta sobre o tabelamento do frete. Em documento, assinado por 32 entidades, incluindo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o setor propõe a transformação do piso mínimo do frete em tabela referencial e não impositiva como é hoje.

Isso seria possível, esclarece a CNI em nota, a partir da construção de uma metodologia de cálculo que estabeleça parâmetros viáveis de negociação entre as partes para a definição do valor do frete.

As entidades também se comprometem, no documento, a estimular as contratações diretas entre embarcadores e caminhoneiros autônomos.

“As entidades continuam acreditando que o melhor cenário é um entendimento direto entre produtores e transportadores por meio de mecanismos de mercado”, afirma a CNI em nota. Para a CNI, o tabelamento prejudicou os caminhoneiros autônomos, as empresas industriais e, principalmente, os consumidores.

Depois de suspender a tabela de preços mínimos de fretes rodoviários da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que gerou protestos dos caminhoneiros, o governo reiniciou negociações com a categoria para rever a tabela. As conversas sobre o tema continuam e, segundo o Ministério da Infraestrutura informou na semana passada, qualquer definição sobre a tabela será fruto da rodada de reuniões junto a caminhoneiros autônomos, embarcadores e transportadores.

 

16 comentários

  1. Paulo roverto silva em 6 de agosto de 2019 às 18:43

    INFELISMENTE O GOVERNO FAZ VISTAS GROSSAS PRO GRANDE IMPASSE SOBRE O ASSUNTO, ( DEVIDO OS GRANDES INTERESSES ESCUSOS EM RELACAO AO TRANSOORTES DE CARGAS DO BRASIL EXISTE UMA MAFIA MUITO GRANDE EM CIMA DESSE SETOR, MUITAS PESSOAS E EMPRESAS CHAMADAS A TAL ( TRANSPORTADORA QUE NAO TRANSPORTA NADA SIMPLISMENTE FAZ DOCUMENTO E SUB CONTRATA O AUTONOMO.ESSE POVO QUE REALMENTE GANHA DINHERO SAO OS ATRAVESSADORES E SAO PROTEGIDOS POR UMA LEI IMBESSIL O TAL MARCO REGULATORIO QUE SIMPLISMENTE PROTEGE O ATRAVESSADOR O POPULAR CONHECIDO P I C A R E TA.E O GOVERNO VIRA AS COSTAS PRA QUEM REALMENTE FAZ O ELO VENDEDOR E COMPRADOR , VOU DAR UM EXEMPLO NO PARANA UMA DETERMINADA TRANSPORTADORA QUE TEM 3 CAMINHOES VELHOS PEGA OS FRETES DE UMA GRANDE EMPRESA NA AREA DE PROTEINA ANIMAL ( CARREGAMENTO DE MILHO ,, FRETES DE NO MAXIMO 100 KM A TRANSPORTADORA JOGA UMA MARGEM DE 25 PORCENTO EM CIMA DO FRETE DO AUTONOMO OU SEJA TIRA O SUSTENTO A RENTABILIDADE DO MOTORISTA, QUE FICA EM SITUACAO DE TOTAL FALENCIA E POR AI VAI NAO PAGA PEDAGIO E AINDA MAIS O MOTORISTA NAO PODE RECLAMAR POR QUE SE FALAR ALGUMA COISA E CORTADO NA HORA E NAO CARREGA MAIS SEU CAMINHAO COM AVAL DA GRANDE EMPRESA QUE CONTRATA O FRETE ENTAO ESSA HISTORIA DE REFERENCIA DE PRECO PARA O FRETE FUNCIONARIA SE NAO TIVESSE AS TRANSPORTADORAS E PARA EXPLORAR O TRABALHADOR CAMINHONEIRO, ((( A GRANDE VERDADE E UMA SO O CONTRANTE RECLAMA QUE PAGA MUITO NO FRETE E O MOTORISTA AUTONOMO O QUE REALMENTE TRANSPORTA RECEBE POUCO ABAIXO DO CUSTO OU SEM REMUNERACAO NENHUMA O DINHEIRO FICA NAS MAOS DOS ATRAVESSADORES A HORA QUE O GOVERNO TIVER VONTADE POLITICA DE RESOLVER ISTO OU SEJA ELIMINAR A PICARETAGEM TA RESOLVIDO O PROBLEMA.

  2. .Moacir pacini em 6 de agosto de 2019 às 19:48

    O produtor de soja pode muito bem contratar o autônomo sem que aja transportadora intermediado o autônomo desta maneira o lucro da tranportadora pasaria para o autônomo assim não haveria nessesidade de tabela de frete

  3. Renê f Martins em 6 de agosto de 2019 às 20:33

    Aqueles que são contra tabelar os fretes, que são contra, eu fasso um desafio, deixem seus empregos por um mês e vai viver de frete, depois sim digam se é justa a tabela ou não, só tão olhando um dos lados.

  4. Cassio antonio em 6 de agosto de 2019 às 21:04

    Eu não sei como o Brasil não entendeu ainda não existe negociação entre autônomo e transportador. E diferente de um serviço de pedreiro ou eletricista onde as partes negociam o preço do serviço. Simplesmente o transportador revende o frete do embarcador pelo preço que ele quer e pronto

  5. Antônio em 6 de agosto de 2019 às 21:58

    As indústrias pagam bem pra as transportadoras porém as transportadoras têm que tirá o dela q é um absurdo. Então pôr q não passar direto pra nós cem atravessado?

  6. Mauro jacon em 6 de agosto de 2019 às 22:31

    Esses povo só soube aproveitar dos autônomos e pequena transportadoras um bando de safados a onde os caminhoneiros todos deveria parar novamente mas dessa vez só voltar na hora que tiver uma solução

  7. Cristiano em 7 de agosto de 2019 às 01:29

    É claro que se for um referencial eles nunca vão pagar!
    É como ter um salário mínimo, mas os empregadores terem permissão de pagar menos. Alguém acredita em papai Noel?

  8. Ronaldo zanlorenze em 7 de agosto de 2019 às 06:29

    De que serve uma tabela referencial que piada como se alguem fosse pagar se a tabela que e lei nao esta sendo cumprida imagina uma tabela referência ou tem que ser lei para ser comprida ou deixa sem e acaba de vez com o transporte e continua do geito que ta camioneiros trabalhando a troco do disel e um salario de motorista sem condicoes de fazer a manutenção preventiva nem colocar pneus causando risco de acidentes na sociedade colocando em risco a vida de terceiros e a própria vida e isso que o brasil quer…..

  9. Leon de mello em 7 de agosto de 2019 às 08:21

    Isso está sendo acertado de forma a ficar bom para as empresas.o tabelamento não ofende o consumidor isso e uma falácia de quem quer jogar
    os custos formados por carteis na conta da tabela.a maioria dos fretes praticado no país e maior q a tabela.isso eu provo.sou carreteiro autônomo raiz.nao adianta meia dúzia de universitários falar sobre papéis,quando na real e muito diferente.a tabela só ofendeu as transportadoras q tiveram seus fretes diminuídos.isso no guem diz.precisamos q as empresas parem com a prática de pagar comissão aos empregados,e andar com cargas manifestadas por outras empresas.

  10. Antonio Carlos Ramos em 7 de agosto de 2019 às 08:31

    Se não for estabelecido o preço mínimo como está na lei de nada vai adiantar, quem ta editando a lei novamente não é os caminhoneiros. Entender preço mínimo, dai em diante negociação , tudo no Brasil tem um lei com referencia ex salário mínimo, piso motorista , piso trabalho metalúrgicos, recolhimento mínimo etc. Porque o frete não querem cumprir, tem algo estranho por trás disso.

  11. Luiz Carlos em 7 de agosto de 2019 às 11:39

    Volta a dizer como diria Boris Casoy isso é uma vergonha 😬(Só parando o país pra resolver )

  12. Wagner da Silva carvalho em 7 de agosto de 2019 às 14:06

    Sou motorista carreteiro tenho uma micro empresa…o frete primário que e cobrado do produtor ou da indústria e alto e pagaria os custos da viagem e o lucro do caminhão entretanto esse frete chega ao autônomo ou micro empresa mastigado de mais por agenciadores embarcadores transportadoras de nome que pegam o frete p repassarem por funcionários que exigem propina restando apenas o custo do caminhão e alimentação do caminhoneiro que vai fazer o transporte….penso que antes de fazer uma tabela a melhor saída seria encurtar o caminho entre quem produz e quem faz o transporte tirando d cena esses câncer do sistema eles sim querem tabela querem greve pois defendem seus lucros em cima do trabalho dos outros….

  13. Vicente em 7 de agosto de 2019 às 16:27

    O frete tem que ser negociado direito com ocaminhoneiro tem que tirar os atravessadores as fábricas pagar mas negociar com as transportadoras cai muito o valor do frete

  14. Antônio em 7 de agosto de 2019 às 17:08

    Nada de servir como base pra pagar frete tem q ser obrigado lei como tudo q inventado pra nós camioneiros e vira lei vcs tem q se acostumar tbm seus fila da puta só qrem ganhar sozinho miserável tem q ser obrigado se não nos para de novo o Brasil

  15. Tauro amadi em 7 de agosto de 2019 às 17:29

    Será que os líderes da categoria não estão sabendo da verdadeira realidade em que se encontra os caminhoneiros autônomos é uma palhaçada o que as empresas fazem o frete de 16800 reais eles pagam 7000 e alegam que não podem melhorar porque estão no limite , se olharem no fretebras veram que ninguém
    respeita a lei do frete mínimo pagam o que querem é uma vergonha que o governo não tome providências para punir e fazer as empresas cumprirem a lei , olhem no fretebras e vejam o que as transportadoras pagam para o autonomo tem que parar todos se unirem para que a lei seja cumprida estamos carregando a menos de 3 reais o km e o incrível é que os que se dizem líderes dos caminhoneiros não falam sobre isso pelo contrário vão na reunião para dizer que não podem comer carangueijo chega a ser vergonhoso eu tenho como provar o que as transportadoras ganham nas nossas costas

  16. Tauro amadi em 7 de agosto de 2019 às 17:31

    Não adianta quando se fala a verdade vcs não publicam

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CARGAS

Setor industrial propõe que piso mínimo do frete vire tabela referencial

Documento entregue ao governo quer estabelecer parâmetros de negociação entre as as partes e estimular contratações diretas entre embarcadores e caminhoneiros autônomos

06 de agosto de 2019 às 16h18
Por Estadão Conteúdo
caminhões na estrada, caminhoneiros

Proposta é de que tabela do frete não seja impositiva. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O setor industrial apresentou ao governo nesta terça-feira, 6, uma contraproposta sobre o tabelamento do frete. Em documento, assinado por 32 entidades, incluindo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o setor propõe a transformação do piso mínimo do frete em tabela referencial e não impositiva como é hoje.

Isso seria possível, esclarece a CNI em nota, a partir da construção de uma metodologia de cálculo que estabeleça parâmetros viáveis de negociação entre as partes para a definição do valor do frete.

As entidades também se comprometem, no documento, a estimular as contratações diretas entre embarcadores e caminhoneiros autônomos.

“As entidades continuam acreditando que o melhor cenário é um entendimento direto entre produtores e transportadores por meio de mecanismos de mercado”, afirma a CNI em nota. Para a CNI, o tabelamento prejudicou os caminhoneiros autônomos, as empresas industriais e, principalmente, os consumidores.

Depois de suspender a tabela de preços mínimos de fretes rodoviários da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que gerou protestos dos caminhoneiros, o governo reiniciou negociações com a categoria para rever a tabela. As conversas sobre o tema continuam e, segundo o Ministério da Infraestrutura informou na semana passada, qualquer definição sobre a tabela será fruto da rodada de reuniões junto a caminhoneiros autônomos, embarcadores e transportadores.

 

16 comentários

  1. Paulo roverto silva em 6 de agosto de 2019 às 18:43

    INFELISMENTE O GOVERNO FAZ VISTAS GROSSAS PRO GRANDE IMPASSE SOBRE O ASSUNTO, ( DEVIDO OS GRANDES INTERESSES ESCUSOS EM RELACAO AO TRANSOORTES DE CARGAS DO BRASIL EXISTE UMA MAFIA MUITO GRANDE EM CIMA DESSE SETOR, MUITAS PESSOAS E EMPRESAS CHAMADAS A TAL ( TRANSPORTADORA QUE NAO TRANSPORTA NADA SIMPLISMENTE FAZ DOCUMENTO E SUB CONTRATA O AUTONOMO.ESSE POVO QUE REALMENTE GANHA DINHERO SAO OS ATRAVESSADORES E SAO PROTEGIDOS POR UMA LEI IMBESSIL O TAL MARCO REGULATORIO QUE SIMPLISMENTE PROTEGE O ATRAVESSADOR O POPULAR CONHECIDO P I C A R E TA.E O GOVERNO VIRA AS COSTAS PRA QUEM REALMENTE FAZ O ELO VENDEDOR E COMPRADOR , VOU DAR UM EXEMPLO NO PARANA UMA DETERMINADA TRANSPORTADORA QUE TEM 3 CAMINHOES VELHOS PEGA OS FRETES DE UMA GRANDE EMPRESA NA AREA DE PROTEINA ANIMAL ( CARREGAMENTO DE MILHO ,, FRETES DE NO MAXIMO 100 KM A TRANSPORTADORA JOGA UMA MARGEM DE 25 PORCENTO EM CIMA DO FRETE DO AUTONOMO OU SEJA TIRA O SUSTENTO A RENTABILIDADE DO MOTORISTA, QUE FICA EM SITUACAO DE TOTAL FALENCIA E POR AI VAI NAO PAGA PEDAGIO E AINDA MAIS O MOTORISTA NAO PODE RECLAMAR POR QUE SE FALAR ALGUMA COISA E CORTADO NA HORA E NAO CARREGA MAIS SEU CAMINHAO COM AVAL DA GRANDE EMPRESA QUE CONTRATA O FRETE ENTAO ESSA HISTORIA DE REFERENCIA DE PRECO PARA O FRETE FUNCIONARIA SE NAO TIVESSE AS TRANSPORTADORAS E PARA EXPLORAR O TRABALHADOR CAMINHONEIRO, ((( A GRANDE VERDADE E UMA SO O CONTRANTE RECLAMA QUE PAGA MUITO NO FRETE E O MOTORISTA AUTONOMO O QUE REALMENTE TRANSPORTA RECEBE POUCO ABAIXO DO CUSTO OU SEM REMUNERACAO NENHUMA O DINHEIRO FICA NAS MAOS DOS ATRAVESSADORES A HORA QUE O GOVERNO TIVER VONTADE POLITICA DE RESOLVER ISTO OU SEJA ELIMINAR A PICARETAGEM TA RESOLVIDO O PROBLEMA.

  2. .Moacir pacini em 6 de agosto de 2019 às 19:48

    O produtor de soja pode muito bem contratar o autônomo sem que aja transportadora intermediado o autônomo desta maneira o lucro da tranportadora pasaria para o autônomo assim não haveria nessesidade de tabela de frete

  3. Renê f Martins em 6 de agosto de 2019 às 20:33

    Aqueles que são contra tabelar os fretes, que são contra, eu fasso um desafio, deixem seus empregos por um mês e vai viver de frete, depois sim digam se é justa a tabela ou não, só tão olhando um dos lados.

  4. Cassio antonio em 6 de agosto de 2019 às 21:04

    Eu não sei como o Brasil não entendeu ainda não existe negociação entre autônomo e transportador. E diferente de um serviço de pedreiro ou eletricista onde as partes negociam o preço do serviço. Simplesmente o transportador revende o frete do embarcador pelo preço que ele quer e pronto

  5. Antônio em 6 de agosto de 2019 às 21:58

    As indústrias pagam bem pra as transportadoras porém as transportadoras têm que tirá o dela q é um absurdo. Então pôr q não passar direto pra nós cem atravessado?

  6. Mauro jacon em 6 de agosto de 2019 às 22:31

    Esses povo só soube aproveitar dos autônomos e pequena transportadoras um bando de safados a onde os caminhoneiros todos deveria parar novamente mas dessa vez só voltar na hora que tiver uma solução

  7. Cristiano em 7 de agosto de 2019 às 01:29

    É claro que se for um referencial eles nunca vão pagar!
    É como ter um salário mínimo, mas os empregadores terem permissão de pagar menos. Alguém acredita em papai Noel?

  8. Ronaldo zanlorenze em 7 de agosto de 2019 às 06:29

    De que serve uma tabela referencial que piada como se alguem fosse pagar se a tabela que e lei nao esta sendo cumprida imagina uma tabela referência ou tem que ser lei para ser comprida ou deixa sem e acaba de vez com o transporte e continua do geito que ta camioneiros trabalhando a troco do disel e um salario de motorista sem condicoes de fazer a manutenção preventiva nem colocar pneus causando risco de acidentes na sociedade colocando em risco a vida de terceiros e a própria vida e isso que o brasil quer…..

  9. Leon de mello em 7 de agosto de 2019 às 08:21

    Isso está sendo acertado de forma a ficar bom para as empresas.o tabelamento não ofende o consumidor isso e uma falácia de quem quer jogar
    os custos formados por carteis na conta da tabela.a maioria dos fretes praticado no país e maior q a tabela.isso eu provo.sou carreteiro autônomo raiz.nao adianta meia dúzia de universitários falar sobre papéis,quando na real e muito diferente.a tabela só ofendeu as transportadoras q tiveram seus fretes diminuídos.isso no guem diz.precisamos q as empresas parem com a prática de pagar comissão aos empregados,e andar com cargas manifestadas por outras empresas.

  10. Antonio Carlos Ramos em 7 de agosto de 2019 às 08:31

    Se não for estabelecido o preço mínimo como está na lei de nada vai adiantar, quem ta editando a lei novamente não é os caminhoneiros. Entender preço mínimo, dai em diante negociação , tudo no Brasil tem um lei com referencia ex salário mínimo, piso motorista , piso trabalho metalúrgicos, recolhimento mínimo etc. Porque o frete não querem cumprir, tem algo estranho por trás disso.

  11. Luiz Carlos em 7 de agosto de 2019 às 11:39

    Volta a dizer como diria Boris Casoy isso é uma vergonha 😬(Só parando o país pra resolver )

  12. Wagner da Silva carvalho em 7 de agosto de 2019 às 14:06

    Sou motorista carreteiro tenho uma micro empresa…o frete primário que e cobrado do produtor ou da indústria e alto e pagaria os custos da viagem e o lucro do caminhão entretanto esse frete chega ao autônomo ou micro empresa mastigado de mais por agenciadores embarcadores transportadoras de nome que pegam o frete p repassarem por funcionários que exigem propina restando apenas o custo do caminhão e alimentação do caminhoneiro que vai fazer o transporte….penso que antes de fazer uma tabela a melhor saída seria encurtar o caminho entre quem produz e quem faz o transporte tirando d cena esses câncer do sistema eles sim querem tabela querem greve pois defendem seus lucros em cima do trabalho dos outros….

  13. Vicente em 7 de agosto de 2019 às 16:27

    O frete tem que ser negociado direito com ocaminhoneiro tem que tirar os atravessadores as fábricas pagar mas negociar com as transportadoras cai muito o valor do frete

  14. Antônio em 7 de agosto de 2019 às 17:08

    Nada de servir como base pra pagar frete tem q ser obrigado lei como tudo q inventado pra nós camioneiros e vira lei vcs tem q se acostumar tbm seus fila da puta só qrem ganhar sozinho miserável tem q ser obrigado se não nos para de novo o Brasil

  15. Tauro amadi em 7 de agosto de 2019 às 17:29

    Será que os líderes da categoria não estão sabendo da verdadeira realidade em que se encontra os caminhoneiros autônomos é uma palhaçada o que as empresas fazem o frete de 16800 reais eles pagam 7000 e alegam que não podem melhorar porque estão no limite , se olharem no fretebras veram que ninguém
    respeita a lei do frete mínimo pagam o que querem é uma vergonha que o governo não tome providências para punir e fazer as empresas cumprirem a lei , olhem no fretebras e vejam o que as transportadoras pagam para o autonomo tem que parar todos se unirem para que a lei seja cumprida estamos carregando a menos de 3 reais o km e o incrível é que os que se dizem líderes dos caminhoneiros não falam sobre isso pelo contrário vão na reunião para dizer que não podem comer carangueijo chega a ser vergonhoso eu tenho como provar o que as transportadoras ganham nas nossas costas

  16. Tauro amadi em 7 de agosto de 2019 às 17:31

    Não adianta quando se fala a verdade vcs não publicam

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