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MERCADO INTERNACIONAL

Guerra comercial: China ficou um mês sem importar soja dos Estados Unidos

Esta foi a primeira vez que isso aconteceu desde o início do conflito entre os dos países

26 de dezembro de 2018 às 10h25
Por Canal Rural, com informações da Agência Safras

Foto: Pixabay/montagem Canal Rural

A China, maior comprador de soja do mundo, não importou nenhum grão da oleaginosa dos Estados Unidos em novembro. Esta foi a primeira vez que isso aconteceu desde o início da guerra comercial entre os dos países. No mesmo período do ano passado, os americanos tinham vendido 4,7 milhões de toneladas aos chineses.

Diante do cenário conflitante, o maior favorecido com a disputa foi o Brasil, que exportou 80% a mais para a China em novembro, em comparação a igual momento do ano passado. Segundo a Administração Geral de Alfândegas e Portos da China, o país asiático comprou 5,07 milhões de toneladas de soja em grão do Brasil em novembro, ante 2,76 milhões em igual período do ano passado.

Trégua

Em reunião do G-20, grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo, no início de dezembro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump concordou  em suspender durante 90 dias o seu plano de subir de 10% para 25% as tarifas americanas a produtos chineses no valor de US$ 200 bilhões. A expectativa é que representantes das duas potências se encontrem em janeiro para novas discussões comerciais.

China vai reduzir tarifas de importação de mais de 700 produtos

Vídeo: após chuva de granizo, lavoura de soja vira ‘cachoeira’ de tanta água

3 comentários

  1. José Hélio Bosco em 26 de dezembro de 2018 às 16:41

    O Brasil sempre com seus ciclos , produzindo alimentos , ciclo da cana de açúcar e onde foram massacrados 12 milhões de africanos , e mais de dois milhões de indígenas , e a partir de 1850 o ciclo do café também com mão de obra escrava , que quase acabou em 1.930 , voltando a cana de açúcar a ter destaque ,agora é a vez de agro negócio com a soja predominando e até quando vamos continuar com essa herança de exportadores primários .e importadores de trigo .

  2. José Ricardo em 26 de dezembro de 2018 às 16:57

    Infelizmente nosso futuro presidente caminha para o mesmo lado dos EUA, ou seja, briga com China e países árabes e aí seremos nós que levaremos boicotes contra produtos agropecuários.

    • Paulo jorge Rodrigues carneiro em 26 de dezembro de 2018 às 22:18

      Quando sé trata de comércio exterior não sé deve apoiar A OU B, devemos vender para todos e sem ideologia,pois isso não gera empregos e muito menos divisas ao país.
      A VISAO DO FUTURO CHANCELER BRASILEIRO é de dar nojo.e enquanto ao presidente eleito é de tristeza pois trata-se de alguém que nada sabe e por isso fala a todo momento em dar carta branca aos seus subordinados.

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MERCADO INTERNACIONAL

Guerra comercial: China ficou um mês sem importar soja dos Estados Unidos

Esta foi a primeira vez que isso aconteceu desde o início do conflito entre os dos países

26 de dezembro de 2018 às 10h25
Por Canal Rural, com informações da Agência Safras

Foto: Pixabay/montagem Canal Rural

A China, maior comprador de soja do mundo, não importou nenhum grão da oleaginosa dos Estados Unidos em novembro. Esta foi a primeira vez que isso aconteceu desde o início da guerra comercial entre os dos países. No mesmo período do ano passado, os americanos tinham vendido 4,7 milhões de toneladas aos chineses.

Diante do cenário conflitante, o maior favorecido com a disputa foi o Brasil, que exportou 80% a mais para a China em novembro, em comparação a igual momento do ano passado. Segundo a Administração Geral de Alfândegas e Portos da China, o país asiático comprou 5,07 milhões de toneladas de soja em grão do Brasil em novembro, ante 2,76 milhões em igual período do ano passado.

Trégua

Em reunião do G-20, grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo, no início de dezembro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump concordou  em suspender durante 90 dias o seu plano de subir de 10% para 25% as tarifas americanas a produtos chineses no valor de US$ 200 bilhões. A expectativa é que representantes das duas potências se encontrem em janeiro para novas discussões comerciais.

China vai reduzir tarifas de importação de mais de 700 produtos

Vídeo: após chuva de granizo, lavoura de soja vira ‘cachoeira’ de tanta água

3 comentários

  1. José Hélio Bosco em 26 de dezembro de 2018 às 16:41

    O Brasil sempre com seus ciclos , produzindo alimentos , ciclo da cana de açúcar e onde foram massacrados 12 milhões de africanos , e mais de dois milhões de indígenas , e a partir de 1850 o ciclo do café também com mão de obra escrava , que quase acabou em 1.930 , voltando a cana de açúcar a ter destaque ,agora é a vez de agro negócio com a soja predominando e até quando vamos continuar com essa herança de exportadores primários .e importadores de trigo .

  2. José Ricardo em 26 de dezembro de 2018 às 16:57

    Infelizmente nosso futuro presidente caminha para o mesmo lado dos EUA, ou seja, briga com China e países árabes e aí seremos nós que levaremos boicotes contra produtos agropecuários.

    • Paulo jorge Rodrigues carneiro em 26 de dezembro de 2018 às 22:18

      Quando sé trata de comércio exterior não sé deve apoiar A OU B, devemos vender para todos e sem ideologia,pois isso não gera empregos e muito menos divisas ao país.
      A VISAO DO FUTURO CHANCELER BRASILEIRO é de dar nojo.e enquanto ao presidente eleito é de tristeza pois trata-se de alguém que nada sabe e por isso fala a todo momento em dar carta branca aos seus subordinados.

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