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França proíbe comercialização de herbicida à base de glifosato

Em sua decisão, o tribunal relata que estudos científicos em animais sugerem que o produto pode ser cancerígeno para humanos

15 de janeiro de 2019 às 17h35
Por Estadão Conteúdo
glifosato bayer

Foto: Formad/divulgação

A comercialização do herbicida Roundup 360, agroquímico à base de glifosato, foi proibida na França pelo tribunal administrativo de Lyon, na França. Na decisão tomada nesta terça-feira, dia 15, a Corte reverteu a autorização de venda do produto no país por “motivos de precaução”.

Na decisão, o tribunal relatou que estudos científicos e pesquisas em animais sugerem que o composto químico pode ser cancerígeno para humanos e prejudicial para a reprodução da vida humana e aquática, apesar da aprovação do bloco europeu do ativo químico. “Há evidências científicas de que o glifosato não é cancerígeno”, rebateu a Bayer.

A liberação da comercialização do herbicida na França foi inicialmente concedida pela Agência de Alimentos, Meio Ambiente e Saúde e Segurança no Trabalho do país (Anses), em 2017. A agência não comentou o caso até o momento.

Embora as vendas do Roundup 360 na França não sejam significativas, a decisão do tribunal pode fornecer munição para pessoas que estão processando a companhia nos EUA por causa dos herbicidas Roundup e Ranger Pro.

A Bayer enfrenta cerca de 9.300 processos que alegam que os produtos causam câncer. A empresa está recorrendo da decisão de um tribunal na Califórnia que a obrigou a indenizar em US$ 78,5 milhões o ex-jardineiro norte-americano DeWayne Johnson. Em agosto, um júri considerou que a exposição prolongada ao glifosato seria a causa do câncer de Johnson.

https://canalrural.uol.com.br/programas/informacao/rural-noticias/derruba-liminar-proibia-glifosato/

4 comentários

  1. Clovis Jarochewski em 15 de janeiro de 2019 às 17:39

    No Brasil são usados vários produtos que na Europa foram proibidos. As abelhas desaparecendo e o câncer se manifestando nas pessoas.

  2. ZELIA MARIA DE JESUS em 15 de janeiro de 2019 às 20:16

    Aqui no Brasil, o herbicida é usado sem uma prévia avaliação do risco causado as pessoas e ao meio ambiente

  3. Aguinaldo em 15 de janeiro de 2019 às 20:57

    Quem sabe vocês inteligentes da cidade passem na ferragem e comprem uma Tramontina cada um e venham para fora e capinem as lavouras para nós ,aí não precisamos de veneno nas lavouras

  4. Aguinaldo em 15 de janeiro de 2019 às 21:01

    Outra coisa,deixem de comer qualquer alimento que nos produzimos e vivam apenas de oxigênio,aí não vão ter câncer mais.

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França proíbe comercialização de herbicida à base de glifosato

Em sua decisão, o tribunal relata que estudos científicos em animais sugerem que o produto pode ser cancerígeno para humanos

15 de janeiro de 2019 às 17h35
Por Estadão Conteúdo
glifosato bayer

Foto: Formad/divulgação

A comercialização do herbicida Roundup 360, agroquímico à base de glifosato, foi proibida na França pelo tribunal administrativo de Lyon, na França. Na decisão tomada nesta terça-feira, dia 15, a Corte reverteu a autorização de venda do produto no país por “motivos de precaução”.

Na decisão, o tribunal relatou que estudos científicos e pesquisas em animais sugerem que o composto químico pode ser cancerígeno para humanos e prejudicial para a reprodução da vida humana e aquática, apesar da aprovação do bloco europeu do ativo químico. “Há evidências científicas de que o glifosato não é cancerígeno”, rebateu a Bayer.

A liberação da comercialização do herbicida na França foi inicialmente concedida pela Agência de Alimentos, Meio Ambiente e Saúde e Segurança no Trabalho do país (Anses), em 2017. A agência não comentou o caso até o momento.

Embora as vendas do Roundup 360 na França não sejam significativas, a decisão do tribunal pode fornecer munição para pessoas que estão processando a companhia nos EUA por causa dos herbicidas Roundup e Ranger Pro.

A Bayer enfrenta cerca de 9.300 processos que alegam que os produtos causam câncer. A empresa está recorrendo da decisão de um tribunal na Califórnia que a obrigou a indenizar em US$ 78,5 milhões o ex-jardineiro norte-americano DeWayne Johnson. Em agosto, um júri considerou que a exposição prolongada ao glifosato seria a causa do câncer de Johnson.

https://canalrural.uol.com.br/programas/informacao/rural-noticias/derruba-liminar-proibia-glifosato/

4 comentários

  1. Clovis Jarochewski em 15 de janeiro de 2019 às 17:39

    No Brasil são usados vários produtos que na Europa foram proibidos. As abelhas desaparecendo e o câncer se manifestando nas pessoas.

  2. ZELIA MARIA DE JESUS em 15 de janeiro de 2019 às 20:16

    Aqui no Brasil, o herbicida é usado sem uma prévia avaliação do risco causado as pessoas e ao meio ambiente

  3. Aguinaldo em 15 de janeiro de 2019 às 20:57

    Quem sabe vocês inteligentes da cidade passem na ferragem e comprem uma Tramontina cada um e venham para fora e capinem as lavouras para nós ,aí não precisamos de veneno nas lavouras

  4. Aguinaldo em 15 de janeiro de 2019 às 21:01

    Outra coisa,deixem de comer qualquer alimento que nos produzimos e vivam apenas de oxigênio,aí não vão ter câncer mais.

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