ACOMPANHAMENTO

Feijão: mais de 10% da safra do Paraná está em condição ruim

De acordo com o Deral, a forte chuva que atinge o estado é a principal causa do prejuízo

Fonte: Faber José/ Arquivo pessoal

A cultura do feijão no Paraná está sendo bastante prejudicada pelas chuvas que atingiram o estado nos últimos dias. De acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), 12% da primeira safra de feijão está em condições ruins.

A entidade indicou ainda que 36% das lavouras está em condição média e 52% em boas condições. Deste montante, 19% da safra do Paraná está em floração, 30% em frutificação e 51% em maturação.

Já a segunda safra da leguminosa está com 5% da área plantada, sendo que 37% está em condição média e 63% em boas condições. As lavouras estão em fases de germinação e desenvolvimento vegetativo.

Soja
O plantio da safra 2017/2018 está completo e as lavouras se encaminham para as fases finais, com 28% em floração, 62% em frutificação e, inclusive, 2% já em maturação.

As condições das lavouras registraram um leve recuo, saindo de 88% em boa condição para 87% e estão abaixo da safra anterior, quando 97% da safra estava  boa.

A comercialização ainda não despontou e o nível atual de 11% está 2 pontos percentuais atrasado em relação à safra 2016/2017.

Milho
Segundo o Deral, o plantio da safra 2017/2018 já está completo e os cultivares apresentam um atraso de aproximadamente 2 semanas frente ao desenvolvimento da temporada anterior. O estágio de desenvolvimento atual das plantas é de 6% em vegetativo, 29% em floração, 59% em frutificação e 6% em maturação.

As condições das lavouras estão estáveis na comparação com a semana anterior, com 86% em boa condição, 13% com média condição e 1% ruim. No entanto, os dados estão piores quando comparados com a safra passada, que era de 94% das lavouras em boas condições e 6% médias.

A comercialização mal começou e o nível atual de 1% está 4 pontos percentuais atrasado frente ao ciclo 2016/2017.

Para a segunda safra, o plantio de inverno já começou, mas atingiu menos de 1% da área.

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