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Deputado defende que crise não adie votação do Fundo Soberano do Brasil

Proposta deve enfrentar rejeição de oposicionistas, para quem a crise atrapalha a criação do FundoA crise financeira mundial não deve adiar a discussão do Projeto de Lei que cria o Fundo Soberano do Brasil. A opinião é do relator da proposta na Câmara dos Deputados, Pedro Eugênio (PT-PE). Segundo ele, o fundo demonstrará que o Brasil vive um momento de normalidade e de equilíbrio econômico.

02 de outubro de 2008 às 15h23
Por AGÊNCIA CÂMARA

? O Brasil não deve, de forma artificial, deixar de agir onde pode; o País não deve, a partir de uma pressão psicológica, de temor, se permitir envolver pelo medo de fazer as coisas.

Mas a rejeição dos oposicionistas ao projeto deve aumentar ainda mais por causa do agravamento da crise mundial. O líder do PSDB, deputado José Aníbal (SP), considera inapropriado avançar na tramitação dessa matéria. Segundo ele, diante da escassez de crédito internacional, que afeta os exportadores brasileiros, o governo deveria priorizar a oferta de recursos, por meio do BNDES, para suprir essa carência.

? Essa questão de fundo soberano surgiu num momento em que o Ministério da Fazenda, apesar das fortes indicações internacionais, queria passar a idéia de que o Brasil já está em condições de criar fundos para ter uma espécie de colchão de amortecimento para instabilidades da economia internacional. Nós já estamos na crise e o governo fará melhor se agir em função da crise ? argumenta Aníbal.

A idéia do governo, com a criação do fundo, é promover investimentos em ativos no Brasil e no exterior, formar poupança pública, amenizar os efeitos dos ciclos econômicos e fomentar projetos de interesse estratégico do País no exterior. O projeto tramita em regime de urgência constitucional e está na pauta de votações do Plenário.

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Proposta deve enfrentar rejeição de oposicionistas, para quem a crise atrapalha a criação do FundoA crise financeira mundial não deve adiar a discussão do Projeto de Lei que cria o Fundo Soberano do Brasil. A opinião é do relator da proposta na Câmara dos Deputados, Pedro Eugênio (PT-PE). Segundo ele, o fundo demonstrará que o Brasil vive um momento de normalidade e de equilíbrio econômico.

02 de outubro de 2008 às 15h23
Por AGÊNCIA CÂMARA

? O Brasil não deve, de forma artificial, deixar de agir onde pode; o País não deve, a partir de uma pressão psicológica, de temor, se permitir envolver pelo medo de fazer as coisas.

Mas a rejeição dos oposicionistas ao projeto deve aumentar ainda mais por causa do agravamento da crise mundial. O líder do PSDB, deputado José Aníbal (SP), considera inapropriado avançar na tramitação dessa matéria. Segundo ele, diante da escassez de crédito internacional, que afeta os exportadores brasileiros, o governo deveria priorizar a oferta de recursos, por meio do BNDES, para suprir essa carência.

? Essa questão de fundo soberano surgiu num momento em que o Ministério da Fazenda, apesar das fortes indicações internacionais, queria passar a idéia de que o Brasil já está em condições de criar fundos para ter uma espécie de colchão de amortecimento para instabilidades da economia internacional. Nós já estamos na crise e o governo fará melhor se agir em função da crise ? argumenta Aníbal.

A idéia do governo, com a criação do fundo, é promover investimentos em ativos no Brasil e no exterior, formar poupança pública, amenizar os efeitos dos ciclos econômicos e fomentar projetos de interesse estratégico do País no exterior. O projeto tramita em regime de urgência constitucional e está na pauta de votações do Plenário.

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