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ALTERNATIVA

Após tabela do frete, empresas trocam caminhão por navio

Pela primeira vez em 2018, maior empresa de navegação de cabotagem transportou de São Paulo para Manaus (AM) produtos como melancia, melão, laranja e tangerina

14 de janeiro de 2019 às 12h29
Por Estadão Conteúdo

Foto: Porto de Rio Grande/divulgação

Empresas redescobriram a navegação de cabotagem, que acontece entre portos marítimos de um mesmo país, como alternativa mais econômica ao frete rodoviário, depois que o tabelamento encareceu o transporte feito por caminhões. No ano passado, foram movimentados mais de um milhão de contêineres de 20 pés entre os portos ao longo da costa brasileira, segundo a Associação Brasileira dos Armadores de Cabotagem (Abac). A marca recorde corresponde a mais de um milhão de viagens rodoviárias que deixaram de ser feitas em 2018. Historicamente, o custo do frete de cabotagem é até 20% mais barato do que o rodoviário. Mas responde por apenas 11% da movimentação de carga entre todo meios de transporte.

“Com a greve, empresas que já usavam a cabotagem aumentaram os volumes transportados e quem não usava passou a usar”, afirma o presidente da Abac, Cleber Cordeiro Lucas.

Ele diz que a greve dos caminhoneiros deu um impulso adicional à cabotagem, que vinha em expansão nos últimos anos. No primeiro semestre, antes dos desdobramentos da paralisação dos caminhoneiros, os volumes transportados pela cabotagem cresciam 13,5% em relação ao ano anterior. Mas, depois da greve, o ritmo anual de expansão subiu para 15,6% até setembro, aponta a Abac.

A Aliança, maior empresa de navegação de cabotagem, teve aumento de 28% no volume de cargas do primeiro para o segundo semestre de 2018. “Foi o maior crescimento para esse período da história da empresa”, diz Marcus Voloch, diretor.

O salto ocorreu porque houve migração de cargas rodoviárias para a cabotagem por causa da alta do custo do frete em razão do tabelamento. “Buscamos clientes novos, mas aumentou a conversão”, diz o executivo, destacando que a empresa fez dois anos em um. A previsão inicial da companhia era ampliar em 8% o volume de cargas transportadas em 2018 em comparação com a o ano anterior. No final, o avanço foi de 16%.

Nova call to action

Apesar de a empresa operar desde 1999, pela primeira vez em 2018 transportou em seus navios melancia, melão, laranja e tangerina, de São Paulo para Manaus (AM), em contêineres refrigerados. “Também nunca tínhamos transportado caixa d’água, levamos de Santa Catarina para o Nordeste”, disse.

Marcos Tourinho, diretor da Santos Brasil, que opera terminais logísticos, confirma que a movimentação de cargas de cabotagem da empresa nos Portos de Vila do Conde (PA) e Imbituba (SC) foi recorde no ano passado. “Com receio de que a greve se repita, empresas buscaram diversificar o frete e isso nos favoreceu”, comentou.

Nordeste

As rotas de cabotagem mais procuradas são as que partem do Norte e Nordeste para o Sul e o Sudeste. Antes do tabelamento, o transporte de cargas em caminhões do Norte e Nordeste para o Sul e Sudeste era barato porque se tratava de frete de retorno. Como o polo de produção do país fica entre estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, os caminhões retornavam praticamente vazios do Norte e Nordeste. Por isso, o valor desse frete nessa rota era baixo. No entanto, com a obrigatoriedade da tabela, o frete de retorno deixou de existir e as empresas do Norte e Nordeste tiveram de buscar saídas econômicas.

Impasse da tabela do frete fica para governo Bolsonaro resolver

32 comentários

  1. […] (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); Source link […]

  2. lenzotti em 14 de janeiro de 2019 às 14:25

    Buongiorno
    Voi che siete alla ricerca di denaro per affrontare i vostri problemi personale per rilanciare o realizzare le vostre attività ed allo stesso tempo per realizzazione di progetto contato mio email: lenzottilinda@gmail.com

  3. Antonio Ramos em 14 de janeiro de 2019 às 14:39

    Quem leva até o navio pra carrega-lo e que é que vai buscar no porto até destino final , ou o navio faz distribuição ou o mar vai até os centros , uma notícia interessante, isso é medo de nova greve ou pensam que autônomo é analfabeto é que mais conhece de geografia no Mercosul. Põem isso na cabeça de cada um .Obrigado

  4. Antonio Ramos em 14 de janeiro de 2019 às 14:46

    O mar foi desviado pra cima da Serra por isso as cargas estão chegando no Centro do país kkkkkkkk

  5. Ricardo Galdino (Butina) em 14 de janeiro de 2019 às 15:44

    Sou caminhoneiro. E fico imprecionado com o tanto de blefes. Tudo isso pra não pagar o preço mínimo para o autônomo, mas para as grandes transportadoras eles pagão de 15 a 20 % mais caro.
    Pelo simples fato das grandes transportadoras ser de grande políticos ou de financiadores dos políticos, a verdade é que a intenção é esmagar o autônomo por eles para pedir esmola na rua.
    Realmente é humilhante ser caminhoneiro nesse lixo de país. Mas uma coisa terei o prazer dentro de pouco tempo faltará motoristas de caminhão no Brasil assim como falta no Canadá e Estados Unidos. Os jovens vendo os pais sendo humilhados esmagados na profissão já não quer mais trabalhar com caminhão.
    Já existe várias empresas que tem nos pátios 100 a150 caminhões parados por falta de motoristas qualificados.

    • Magno Kurz Walker em 15 de janeiro de 2019 às 09:27

      Concordo com o amigo.
      Como que o piso minino encareceu o frete se ninguém está pagando corretamente? Ou estão pagando e não está chegando no caminhoneiro?? Fica a dúvida

    • Antonio Ramos em 15 de janeiro de 2019 às 10:58

      Certo amigo, “na safra vamos ver os navios no Mato Grosso ,na fila pra carregar” esses caras ganham bem pra ficar dando notícias sem nexo.

  6. Regis em 14 de janeiro de 2019 às 16:10

    Qero vê chegarem na porta das empresas de navio ese Brasil e uma merda mesmo desvaloriza os profissionais do volante qe tanto lutao por esse país em troca de frete barato qui vergonha brasillllllllllllllll tamo junto junto caminhoneiros vamos vencer esta batalha temos direitos iguais a todos também podemos ser valorizados somos todos caminhoneirossss

  7. Regis em 14 de janeiro de 2019 às 16:12

    Qero vê chegarem na porta das empresas de navio ese Brasil e uma merda mesmo desvaloriza os profissionais do volante qe tanto lutao por esse país em troca de frete barato qui vergonha tamo junto junto caminhoneiros vamos vencer esta batalha temos direitos iguais a todos também podemos ser valorizados somos todos caminhoneirossss

  8. MARCIO SANTIAGO CARNEIRO em 14 de janeiro de 2019 às 19:22

    Ótimo!!
    Esperem o vácuo buscar na porta e trazer na porta.
    Que notícia de merda essa.
    Tentando confundir as pessoas a opinião pública sobre a tabela.

    • Antonio Ramos em 15 de janeiro de 2019 às 11:06

      Certo amigo, “na safra vamos ver os navios no Mato Grosso ,na fila pra carregar” esses caras ganham bem pra ficar dando notícias sem nexo.Florianópolis é uma Ilha e não vivem sem caminhão, parem de falar besteiras.Diga Sr.Blaio ele foi digo foi ministro agora deu…

  9. Adriano em 14 de janeiro de 2019 às 20:37

    Meu Deus quanta sabedoria hein, só algumas dúvidas. Qual navio atinge o alto do Rio Paraná, subindo pelas divisas Argentina, Paraguai passando pela Itaipu? Ou qual o calado de navio que consegue entrar pelo rio madeira? Qual Rio do centro oeste desemboca no litoral sul e sudeste com acesso a navio sentido oeste do Brasil? Ou sou muito leigo ou minha professora de geografia estava louca quando não ensinou os nomes desses maravilhosos rios.

  10. Marcelino moraes em 14 de janeiro de 2019 às 23:51

    Quero ver como vao entregar as mercadorias nas cidades nos autonomos estamos de saco cheio destas conversas fiadas comprem um caminhao e vejam como e e ser um caminhoneiro ..pino..

  11. Rodney de Melo larocca em 15 de janeiro de 2019 às 00:56

    Não entendo não é tabela de frete é um piso mínimo de frete e já tem muitos tempo que ele já é pago pelo embarcandor o poblema tá no atravessador que fica em média com 25 % a 30 % fora as taxas de administração etc vocês do agronegócio estão lutando com uma coisa que não existe tabela de frete

  12. Jose Neto em 15 de janeiro de 2019 às 07:42

    Ainda insistem no tal “frete de retorno”, nenhuma empresa ou industria trabalha abaixo do custo, pq o caminhao tem q trabalhar? O “Frete de ida” a muito tempo so cobre as despesas da viagem e sobra uma margem muito pequena considerando o desgaste e depreciaçao do veículo. Os únicos que conseguem voltar vazios de qualquer parte do país sao proprietarios de industrias e vendedores q tenham frota propria. O autonomo somente retorna vazio em epoca de safra pois se ilude que fazendo mais viagens terá mais receita mas esquece q a despesa com manutençao e custo de trajeto tbm aumenta e o lucro no fim do ano é pequeno diante da kilometragem rodada. Quero ver entregar a nota fiscal para o comandante do navio e dizer pra ele q ele tem q estar no cliente no dia seguinte. Vcs dependem do caminhao, mas nao aceitam pagar um preço justo para a sobrevivencia do transporte. Comprem caminhoes e vcs vao ter valorizar a mao d obra ou vao virar auto escola, pois bons motoristas vc nao encontra na esquina.

  13. Carlos em 15 de janeiro de 2019 às 07:52

    Manda o navio buscar soja e milho no Tocantins ou em Goiás kkk

  14. Antonio Ramos em 15 de janeiro de 2019 às 10:49

    Porque o agronegócio está tão preocupado em divulgar algo sem nexo, transportem de navio avião trem mas deixa a tabela valer e pronto, cada um se vira como pode mas dentro de uma lei, tabela é lei.

  15. Ernande em 15 de janeiro de 2019 às 11:39

    Parabéns para categoria dos caminhoneiros que Conseguiu acabar com frete de retorno.
    Que os empresários do norte é nordeste fique sabendo que não existe frete retorno.

  16. Tarcisio da Silva santos em 15 de janeiro de 2019 às 11:40

    Na verdade vcs não querem ver a Vitória dos caminhoneiros pra não dar o braço a torcer pois eu que entendo muito pouco desse segmento sei que custa mais caro transportar sua mercadoria por navio sem contar que estão dando o dinheiro de vcs a estrangeiros ao invés de investir aqui injetando esse dinheiro na nossa própria economia ajudando fãmilias brasileiras vcs estão ajudando os chineses que hj já é estopim de economia não entra na minha mente pois nos mesmo consumimos esses produtos da nossa agricultura ao meu ver esse circulo não fecha. Obrigado pela atenção

  17. Tiago em 15 de janeiro de 2019 às 12:20

    Manda o navio ir busca na lavoura tbm o produto

  18. Douglas em 15 de janeiro de 2019 às 14:19

    Acho engraçado essas pessoa dizendo ” alto custo do frete ”
    O frete está alto pra quem paga pq pra quem vive do frete está uma merda,
    E ainda essa galera fica dizendo que aumentou a demanda deles por causa da greve,
    Mas de um jeito ou de outro esses itens teriam de ser transportado por caminhão ou outro, pq um navio não chega em supermercados,

    Aí fica querendo colocar a culpa em pessoas que não tem nada a ver,
    Pq não não culpa o nosso antigo governo sugando nós trabalhadores,

    Se não dá pra fazer uma matéria boa então nem faça,

  19. Carlos genari em 15 de janeiro de 2019 às 15:49

    Não sabia que navio andava em asfalto ou será que a carga está flutuando até ele, não adianta sem caminhão nada chega em lugar nenhum idiotas ipocritas valorize os caminhoneiros .

  20. Waldecyr Batista castilho em 15 de janeiro de 2019 às 16:15

    Infelizmente vivemos em país de especulações trabalho com transporte e atéagira não consegui ver a tal tabela estamos trabalhando com valor muito abaixo do índice da tal tabela e não temos apoio de nenhum órgão para pelo menos melhorar a situação dos motoristas autônomos do país se isso não acontecer a quebradeira vai ser geral……

  21. Alexsandro Barboza Machado em 15 de janeiro de 2019 às 17:03

    Que tabela ninguém cumpri nada e todo mundo joga a culpa nos caminhoneiro e nos só no frete miséria não tá fácil

  22. Jose Renato em 16 de janeiro de 2019 às 06:35

    Ahhhh , como se tivesse muitas hidrovias no Brasil, piada esta reportagem

  23. MARCELO GOMES PAES em 16 de janeiro de 2019 às 06:46

    Mentiiiira…..

  24. Etterigio. Faglioni em 16 de janeiro de 2019 às 12:09

    E pra rir ou chorar nunca vi tanta besteira em uma só tecla greve dos caminhoneiros fez isso fez aquilo mas todos tão ali com o osso na boca e não solta comprando cada vez mais caminhões mas com os olhos na tabela do frete pois sem ela nem eles sobrevivem Kkkkkk sabe eu participei da primeira cabotagem de salvador bá pra santos Kkkkkk ficamos uma semana num hotel esperando as carretas e viemos de ónibus pensa na perca de tempo se doce laranja apodrecia. Mas Blz e só acabar com os nove eixo que melhora o emprego o frete EA as rodovias

  25. Ettergio FAGLIONI em 16 de janeiro de 2019 às 12:11

    E pra rir ou chorar nunca vi tanta besteira em uma só tecla greve dos caminhoneiros fez isso fez aquilo mas todos tão ali com o osso na boca e não solta comprando cada vez mais caminhões mas com os olhos na tabela do frete pois sem ela nem eles sobrevivem Kkkkkk sabe eu participei da primeira cabotagem de salvador bá pra santos Kkkkkk ficamos uma semana num hotel esperando as carretas e viemos de ónibus pensa na perca de tempo se doce laranja apodrecia. Mas Blz e só acabar com os nove eixo que melhora o emprego o frete EA as rodovias

  26. […] Agora resta esperar. O fato é que o tabelamento do frete tem sido um complicador tão grande que muitas empresas estão buscando novas alternativas de transporte, e algumas até avaliam montar a própria frota de caminhões. Nesta matéria dá para ter uma boa noção de como a demanda por outros meios, como a navegação de cabotagem, tem crescido. (https://canalrural.uol.com.br/noticias/apos-tabela-do-frete-empresas-trocam-caminhao-por-navio/) […]

  27. Lisandro Dos santos em 6 de fevereiro de 2019 às 21:49

    Queria saber como vão levar até os mercados o produto.E como vão tiraram o produto da roca.E principalmente como vão levar ao navio.e como vão tirar do navio . Motorista faço um apelo a todos não caiam nessa conversa eu sou motorista e esse que escreve maneiras e quem

  28. Lisandro Dos santos em 6 de fevereiro de 2019 às 21:55

    Se eles fizeram isso seria melhor para receberiamos o frete tabela do produtor até o navio certo ótimo .E poderíamos ficar mais com nossos familiares.Nao teríamos que fazer viagens longas e de vários dias sem ver nossos familiares. Isso que temos que pensar porque isso é um jogo e eles sabem que nos caminhoneiros temos contas apagar contas de casa.

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ALTERNATIVA

Após tabela do frete, empresas trocam caminhão por navio

Pela primeira vez em 2018, maior empresa de navegação de cabotagem transportou de São Paulo para Manaus (AM) produtos como melancia, melão, laranja e tangerina

14 de janeiro de 2019 às 12h29
Por Estadão Conteúdo

Foto: Porto de Rio Grande/divulgação

Empresas redescobriram a navegação de cabotagem, que acontece entre portos marítimos de um mesmo país, como alternativa mais econômica ao frete rodoviário, depois que o tabelamento encareceu o transporte feito por caminhões. No ano passado, foram movimentados mais de um milhão de contêineres de 20 pés entre os portos ao longo da costa brasileira, segundo a Associação Brasileira dos Armadores de Cabotagem (Abac). A marca recorde corresponde a mais de um milhão de viagens rodoviárias que deixaram de ser feitas em 2018. Historicamente, o custo do frete de cabotagem é até 20% mais barato do que o rodoviário. Mas responde por apenas 11% da movimentação de carga entre todo meios de transporte.

“Com a greve, empresas que já usavam a cabotagem aumentaram os volumes transportados e quem não usava passou a usar”, afirma o presidente da Abac, Cleber Cordeiro Lucas.

Ele diz que a greve dos caminhoneiros deu um impulso adicional à cabotagem, que vinha em expansão nos últimos anos. No primeiro semestre, antes dos desdobramentos da paralisação dos caminhoneiros, os volumes transportados pela cabotagem cresciam 13,5% em relação ao ano anterior. Mas, depois da greve, o ritmo anual de expansão subiu para 15,6% até setembro, aponta a Abac.

A Aliança, maior empresa de navegação de cabotagem, teve aumento de 28% no volume de cargas do primeiro para o segundo semestre de 2018. “Foi o maior crescimento para esse período da história da empresa”, diz Marcus Voloch, diretor.

O salto ocorreu porque houve migração de cargas rodoviárias para a cabotagem por causa da alta do custo do frete em razão do tabelamento. “Buscamos clientes novos, mas aumentou a conversão”, diz o executivo, destacando que a empresa fez dois anos em um. A previsão inicial da companhia era ampliar em 8% o volume de cargas transportadas em 2018 em comparação com a o ano anterior. No final, o avanço foi de 16%.

Nova call to action

Apesar de a empresa operar desde 1999, pela primeira vez em 2018 transportou em seus navios melancia, melão, laranja e tangerina, de São Paulo para Manaus (AM), em contêineres refrigerados. “Também nunca tínhamos transportado caixa d’água, levamos de Santa Catarina para o Nordeste”, disse.

Marcos Tourinho, diretor da Santos Brasil, que opera terminais logísticos, confirma que a movimentação de cargas de cabotagem da empresa nos Portos de Vila do Conde (PA) e Imbituba (SC) foi recorde no ano passado. “Com receio de que a greve se repita, empresas buscaram diversificar o frete e isso nos favoreceu”, comentou.

Nordeste

As rotas de cabotagem mais procuradas são as que partem do Norte e Nordeste para o Sul e o Sudeste. Antes do tabelamento, o transporte de cargas em caminhões do Norte e Nordeste para o Sul e Sudeste era barato porque se tratava de frete de retorno. Como o polo de produção do país fica entre estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, os caminhões retornavam praticamente vazios do Norte e Nordeste. Por isso, o valor desse frete nessa rota era baixo. No entanto, com a obrigatoriedade da tabela, o frete de retorno deixou de existir e as empresas do Norte e Nordeste tiveram de buscar saídas econômicas.

Impasse da tabela do frete fica para governo Bolsonaro resolver

32 comentários

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  2. lenzotti em 14 de janeiro de 2019 às 14:25

    Buongiorno
    Voi che siete alla ricerca di denaro per affrontare i vostri problemi personale per rilanciare o realizzare le vostre attività ed allo stesso tempo per realizzazione di progetto contato mio email: lenzottilinda@gmail.com

  3. Antonio Ramos em 14 de janeiro de 2019 às 14:39

    Quem leva até o navio pra carrega-lo e que é que vai buscar no porto até destino final , ou o navio faz distribuição ou o mar vai até os centros , uma notícia interessante, isso é medo de nova greve ou pensam que autônomo é analfabeto é que mais conhece de geografia no Mercosul. Põem isso na cabeça de cada um .Obrigado

  4. Antonio Ramos em 14 de janeiro de 2019 às 14:46

    O mar foi desviado pra cima da Serra por isso as cargas estão chegando no Centro do país kkkkkkkk

  5. Ricardo Galdino (Butina) em 14 de janeiro de 2019 às 15:44

    Sou caminhoneiro. E fico imprecionado com o tanto de blefes. Tudo isso pra não pagar o preço mínimo para o autônomo, mas para as grandes transportadoras eles pagão de 15 a 20 % mais caro.
    Pelo simples fato das grandes transportadoras ser de grande políticos ou de financiadores dos políticos, a verdade é que a intenção é esmagar o autônomo por eles para pedir esmola na rua.
    Realmente é humilhante ser caminhoneiro nesse lixo de país. Mas uma coisa terei o prazer dentro de pouco tempo faltará motoristas de caminhão no Brasil assim como falta no Canadá e Estados Unidos. Os jovens vendo os pais sendo humilhados esmagados na profissão já não quer mais trabalhar com caminhão.
    Já existe várias empresas que tem nos pátios 100 a150 caminhões parados por falta de motoristas qualificados.

    • Magno Kurz Walker em 15 de janeiro de 2019 às 09:27

      Concordo com o amigo.
      Como que o piso minino encareceu o frete se ninguém está pagando corretamente? Ou estão pagando e não está chegando no caminhoneiro?? Fica a dúvida

    • Antonio Ramos em 15 de janeiro de 2019 às 10:58

      Certo amigo, “na safra vamos ver os navios no Mato Grosso ,na fila pra carregar” esses caras ganham bem pra ficar dando notícias sem nexo.

  6. Regis em 14 de janeiro de 2019 às 16:10

    Qero vê chegarem na porta das empresas de navio ese Brasil e uma merda mesmo desvaloriza os profissionais do volante qe tanto lutao por esse país em troca de frete barato qui vergonha brasillllllllllllllll tamo junto junto caminhoneiros vamos vencer esta batalha temos direitos iguais a todos também podemos ser valorizados somos todos caminhoneirossss

  7. Regis em 14 de janeiro de 2019 às 16:12

    Qero vê chegarem na porta das empresas de navio ese Brasil e uma merda mesmo desvaloriza os profissionais do volante qe tanto lutao por esse país em troca de frete barato qui vergonha tamo junto junto caminhoneiros vamos vencer esta batalha temos direitos iguais a todos também podemos ser valorizados somos todos caminhoneirossss

  8. MARCIO SANTIAGO CARNEIRO em 14 de janeiro de 2019 às 19:22

    Ótimo!!
    Esperem o vácuo buscar na porta e trazer na porta.
    Que notícia de merda essa.
    Tentando confundir as pessoas a opinião pública sobre a tabela.

    • Antonio Ramos em 15 de janeiro de 2019 às 11:06

      Certo amigo, “na safra vamos ver os navios no Mato Grosso ,na fila pra carregar” esses caras ganham bem pra ficar dando notícias sem nexo.Florianópolis é uma Ilha e não vivem sem caminhão, parem de falar besteiras.Diga Sr.Blaio ele foi digo foi ministro agora deu…

  9. Adriano em 14 de janeiro de 2019 às 20:37

    Meu Deus quanta sabedoria hein, só algumas dúvidas. Qual navio atinge o alto do Rio Paraná, subindo pelas divisas Argentina, Paraguai passando pela Itaipu? Ou qual o calado de navio que consegue entrar pelo rio madeira? Qual Rio do centro oeste desemboca no litoral sul e sudeste com acesso a navio sentido oeste do Brasil? Ou sou muito leigo ou minha professora de geografia estava louca quando não ensinou os nomes desses maravilhosos rios.

  10. Marcelino moraes em 14 de janeiro de 2019 às 23:51

    Quero ver como vao entregar as mercadorias nas cidades nos autonomos estamos de saco cheio destas conversas fiadas comprem um caminhao e vejam como e e ser um caminhoneiro ..pino..

  11. Rodney de Melo larocca em 15 de janeiro de 2019 às 00:56

    Não entendo não é tabela de frete é um piso mínimo de frete e já tem muitos tempo que ele já é pago pelo embarcandor o poblema tá no atravessador que fica em média com 25 % a 30 % fora as taxas de administração etc vocês do agronegócio estão lutando com uma coisa que não existe tabela de frete

  12. Jose Neto em 15 de janeiro de 2019 às 07:42

    Ainda insistem no tal “frete de retorno”, nenhuma empresa ou industria trabalha abaixo do custo, pq o caminhao tem q trabalhar? O “Frete de ida” a muito tempo so cobre as despesas da viagem e sobra uma margem muito pequena considerando o desgaste e depreciaçao do veículo. Os únicos que conseguem voltar vazios de qualquer parte do país sao proprietarios de industrias e vendedores q tenham frota propria. O autonomo somente retorna vazio em epoca de safra pois se ilude que fazendo mais viagens terá mais receita mas esquece q a despesa com manutençao e custo de trajeto tbm aumenta e o lucro no fim do ano é pequeno diante da kilometragem rodada. Quero ver entregar a nota fiscal para o comandante do navio e dizer pra ele q ele tem q estar no cliente no dia seguinte. Vcs dependem do caminhao, mas nao aceitam pagar um preço justo para a sobrevivencia do transporte. Comprem caminhoes e vcs vao ter valorizar a mao d obra ou vao virar auto escola, pois bons motoristas vc nao encontra na esquina.

  13. Carlos em 15 de janeiro de 2019 às 07:52

    Manda o navio buscar soja e milho no Tocantins ou em Goiás kkk

  14. Antonio Ramos em 15 de janeiro de 2019 às 10:49

    Porque o agronegócio está tão preocupado em divulgar algo sem nexo, transportem de navio avião trem mas deixa a tabela valer e pronto, cada um se vira como pode mas dentro de uma lei, tabela é lei.

  15. Ernande em 15 de janeiro de 2019 às 11:39

    Parabéns para categoria dos caminhoneiros que Conseguiu acabar com frete de retorno.
    Que os empresários do norte é nordeste fique sabendo que não existe frete retorno.

  16. Tarcisio da Silva santos em 15 de janeiro de 2019 às 11:40

    Na verdade vcs não querem ver a Vitória dos caminhoneiros pra não dar o braço a torcer pois eu que entendo muito pouco desse segmento sei que custa mais caro transportar sua mercadoria por navio sem contar que estão dando o dinheiro de vcs a estrangeiros ao invés de investir aqui injetando esse dinheiro na nossa própria economia ajudando fãmilias brasileiras vcs estão ajudando os chineses que hj já é estopim de economia não entra na minha mente pois nos mesmo consumimos esses produtos da nossa agricultura ao meu ver esse circulo não fecha. Obrigado pela atenção

  17. Tiago em 15 de janeiro de 2019 às 12:20

    Manda o navio ir busca na lavoura tbm o produto

  18. Douglas em 15 de janeiro de 2019 às 14:19

    Acho engraçado essas pessoa dizendo ” alto custo do frete ”
    O frete está alto pra quem paga pq pra quem vive do frete está uma merda,
    E ainda essa galera fica dizendo que aumentou a demanda deles por causa da greve,
    Mas de um jeito ou de outro esses itens teriam de ser transportado por caminhão ou outro, pq um navio não chega em supermercados,

    Aí fica querendo colocar a culpa em pessoas que não tem nada a ver,
    Pq não não culpa o nosso antigo governo sugando nós trabalhadores,

    Se não dá pra fazer uma matéria boa então nem faça,

  19. Carlos genari em 15 de janeiro de 2019 às 15:49

    Não sabia que navio andava em asfalto ou será que a carga está flutuando até ele, não adianta sem caminhão nada chega em lugar nenhum idiotas ipocritas valorize os caminhoneiros .

  20. Waldecyr Batista castilho em 15 de janeiro de 2019 às 16:15

    Infelizmente vivemos em país de especulações trabalho com transporte e atéagira não consegui ver a tal tabela estamos trabalhando com valor muito abaixo do índice da tal tabela e não temos apoio de nenhum órgão para pelo menos melhorar a situação dos motoristas autônomos do país se isso não acontecer a quebradeira vai ser geral……

  21. Alexsandro Barboza Machado em 15 de janeiro de 2019 às 17:03

    Que tabela ninguém cumpri nada e todo mundo joga a culpa nos caminhoneiro e nos só no frete miséria não tá fácil

  22. Jose Renato em 16 de janeiro de 2019 às 06:35

    Ahhhh , como se tivesse muitas hidrovias no Brasil, piada esta reportagem

  23. MARCELO GOMES PAES em 16 de janeiro de 2019 às 06:46

    Mentiiiira…..

  24. Etterigio. Faglioni em 16 de janeiro de 2019 às 12:09

    E pra rir ou chorar nunca vi tanta besteira em uma só tecla greve dos caminhoneiros fez isso fez aquilo mas todos tão ali com o osso na boca e não solta comprando cada vez mais caminhões mas com os olhos na tabela do frete pois sem ela nem eles sobrevivem Kkkkkk sabe eu participei da primeira cabotagem de salvador bá pra santos Kkkkkk ficamos uma semana num hotel esperando as carretas e viemos de ónibus pensa na perca de tempo se doce laranja apodrecia. Mas Blz e só acabar com os nove eixo que melhora o emprego o frete EA as rodovias

  25. Ettergio FAGLIONI em 16 de janeiro de 2019 às 12:11

    E pra rir ou chorar nunca vi tanta besteira em uma só tecla greve dos caminhoneiros fez isso fez aquilo mas todos tão ali com o osso na boca e não solta comprando cada vez mais caminhões mas com os olhos na tabela do frete pois sem ela nem eles sobrevivem Kkkkkk sabe eu participei da primeira cabotagem de salvador bá pra santos Kkkkkk ficamos uma semana num hotel esperando as carretas e viemos de ónibus pensa na perca de tempo se doce laranja apodrecia. Mas Blz e só acabar com os nove eixo que melhora o emprego o frete EA as rodovias

  26. […] Agora resta esperar. O fato é que o tabelamento do frete tem sido um complicador tão grande que muitas empresas estão buscando novas alternativas de transporte, e algumas até avaliam montar a própria frota de caminhões. Nesta matéria dá para ter uma boa noção de como a demanda por outros meios, como a navegação de cabotagem, tem crescido. (https://canalrural.uol.com.br/noticias/apos-tabela-do-frete-empresas-trocam-caminhao-por-navio/) […]

  27. Lisandro Dos santos em 6 de fevereiro de 2019 às 21:49

    Queria saber como vão levar até os mercados o produto.E como vão tiraram o produto da roca.E principalmente como vão levar ao navio.e como vão tirar do navio . Motorista faço um apelo a todos não caiam nessa conversa eu sou motorista e esse que escreve maneiras e quem

  28. Lisandro Dos santos em 6 de fevereiro de 2019 às 21:55

    Se eles fizeram isso seria melhor para receberiamos o frete tabela do produtor até o navio certo ótimo .E poderíamos ficar mais com nossos familiares.Nao teríamos que fazer viagens longas e de vários dias sem ver nossos familiares. Isso que temos que pensar porque isso é um jogo e eles sabem que nos caminhoneiros temos contas apagar contas de casa.

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