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MERCADO

Apesar de câmbio elevado, importações de trigo seguem firmes, diz Cepea

Já no mercado interno, a comercialização segue lenta. Para a nova temporada, compradores e vendedores preferem aguardar uma entrada mais efetiva do produto no Brasil para negociar

11 de setembro de 2018 às 11h03
Por Canal Rural

Foto: Fernando Dias

Mesmo com o dólar em alta, as importações de trigo seguem firmes, principalmente do produto argentino. O maior interesse de moinhos brasileiros pelo cereal estrangeiro se justifica à menor área cultivada em 2017, por conta da baixa rentabilidade com a cultura e ao clima desfavorável daquele ano, o que resultou em uma expressiva redução da colheita no Brasil.

Apesar da queda das importações do cereal em agosto, de 632,09 mil toneladas, volume 16,6% inferior em relação ao mês anterior, em julho, o país importou a maior quantidade de trigo desde setembro de 2016, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

No mercado interno, a comercialização segue lenta. Segundo colaboradores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), para a nova temporada, compradores e vendedores preferem aguardar uma entrada mais efetiva do produto no Brasil para negociar.

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Apesar de câmbio elevado, importações de trigo seguem firmes, diz Cepea

Já no mercado interno, a comercialização segue lenta. Para a nova temporada, compradores e vendedores preferem aguardar uma entrada mais efetiva do produto no Brasil para negociar

11 de setembro de 2018 às 11h03
Por Canal Rural

Foto: Fernando Dias

Mesmo com o dólar em alta, as importações de trigo seguem firmes, principalmente do produto argentino. O maior interesse de moinhos brasileiros pelo cereal estrangeiro se justifica à menor área cultivada em 2017, por conta da baixa rentabilidade com a cultura e ao clima desfavorável daquele ano, o que resultou em uma expressiva redução da colheita no Brasil.

Apesar da queda das importações do cereal em agosto, de 632,09 mil toneladas, volume 16,6% inferior em relação ao mês anterior, em julho, o país importou a maior quantidade de trigo desde setembro de 2016, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

No mercado interno, a comercialização segue lenta. Segundo colaboradores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), para a nova temporada, compradores e vendedores preferem aguardar uma entrada mais efetiva do produto no Brasil para negociar.

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