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MERCADO

Soja tem dia de preços elevados no Brasil

Os preços seguiram a tendência de Chicago, que apresentou alta de 1,66% nesta terça-feira

10 de setembro de 2019 às 19h01
Por Agência Safras
colheita soja

Foto: Agência Brasil

O mercado físico brasileiro de soja registrou preços firmes, de estáveis a mais altos nesta terça-feira. A alta da soja na Bolsa de Chicago deu sustentação ao mercado interno, em dia de dólar volátil. Apesar disso, houve poucos negócios, com os agentes cautelosos ante o relatório de oferta e demanda de setembro do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que será divulgado quinta-feira, 12.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 81,50 para R$ 82,50 a saca. Na região das Missões, a cotações avançou de R$ 81,00 para R$ 82,00. No porto de Rio Grande, preço passou de R$ 85,50 para R$ 86,50.

Em Cascavel, no Paraná, o preço subiu de R$ 79,50 para R$ 80,50 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca avançou de R$ 85,50 para R$ 86,00 a saca. Em Rondonópolis (MT), a saca subiu de R$ 77,00 para R$ 77,50. Em Dourados (MS), a cotação avançou de R$ 77,00 para R$ 78,00. Em Rio Verde (GO), a saca se manteve em R$ 78,00.

Chicago 

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços em forte alta. O mercado fechou o dia um pouco abaixo das máximas da sessão, se posicionando frente ao relatório de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na quinta.  

O sentimento de que o USDA irá cortar a sua estimativa para a safra americana foi reforçado após o relatório de condições das lavouras, divulgado no final da tarde de ontem. 

Mesmo que o USDA tenha mantido o índice de lavouras em boas e excelentes condições inalterado em 55% para a soja, o mercado sentiu a queda de 3 pontos percentuais para o milho, de 58% para 55%. Na avaliação dos analistas, este é um sinal de que as projeções serão revisadas para baixo, tanto para o cereal como para a oleaginosa. 

Para completar o cenário positivo para os preços, o México comprou 138 mil toneladas de grão e quase 200 mil toneladas de farelo de soja de exportadores privados.  Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 14,25 centavos ou 1,66% em relação ao fechamento anterior, a US$ 8,72 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 8,85  por bushel, com ganho de 13,75 centavos ou de 1,57%. 

Nos subprodutos, a posição outubro do farelo fechou com alta de US$ 3,90 ou 1,34% a US$ 294,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em outubro fecharam a 28,35 centavos de dólar, alta de 0,09 centavo ou 0,31% na comparação com o fechamento anterior. 

 

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Soja tem dia de preços elevados no Brasil

Os preços seguiram a tendência de Chicago, que apresentou alta de 1,66% nesta terça-feira

10 de setembro de 2019 às 19h01
Por Agência Safras
colheita soja

Foto: Agência Brasil

O mercado físico brasileiro de soja registrou preços firmes, de estáveis a mais altos nesta terça-feira. A alta da soja na Bolsa de Chicago deu sustentação ao mercado interno, em dia de dólar volátil. Apesar disso, houve poucos negócios, com os agentes cautelosos ante o relatório de oferta e demanda de setembro do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que será divulgado quinta-feira, 12.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 81,50 para R$ 82,50 a saca. Na região das Missões, a cotações avançou de R$ 81,00 para R$ 82,00. No porto de Rio Grande, preço passou de R$ 85,50 para R$ 86,50.

Em Cascavel, no Paraná, o preço subiu de R$ 79,50 para R$ 80,50 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca avançou de R$ 85,50 para R$ 86,00 a saca. Em Rondonópolis (MT), a saca subiu de R$ 77,00 para R$ 77,50. Em Dourados (MS), a cotação avançou de R$ 77,00 para R$ 78,00. Em Rio Verde (GO), a saca se manteve em R$ 78,00.

Chicago 

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços em forte alta. O mercado fechou o dia um pouco abaixo das máximas da sessão, se posicionando frente ao relatório de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na quinta.  

O sentimento de que o USDA irá cortar a sua estimativa para a safra americana foi reforçado após o relatório de condições das lavouras, divulgado no final da tarde de ontem. 

Mesmo que o USDA tenha mantido o índice de lavouras em boas e excelentes condições inalterado em 55% para a soja, o mercado sentiu a queda de 3 pontos percentuais para o milho, de 58% para 55%. Na avaliação dos analistas, este é um sinal de que as projeções serão revisadas para baixo, tanto para o cereal como para a oleaginosa. 

Para completar o cenário positivo para os preços, o México comprou 138 mil toneladas de grão e quase 200 mil toneladas de farelo de soja de exportadores privados.  Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 14,25 centavos ou 1,66% em relação ao fechamento anterior, a US$ 8,72 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 8,85  por bushel, com ganho de 13,75 centavos ou de 1,57%. 

Nos subprodutos, a posição outubro do farelo fechou com alta de US$ 3,90 ou 1,34% a US$ 294,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em outubro fecharam a 28,35 centavos de dólar, alta de 0,09 centavo ou 0,31% na comparação com o fechamento anterior. 

 

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