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IMPACTO GLOBAL

Saiba como a queda no crescimento econômico da China pode afetar o Brasil

O PIB do país asiático cresceu 6,0% no terceiro trimestre de 2019, ritmo mais lento de crescimento da economia em quase 30 anos

18 de outubro de 2019 às 15h29
Por Canal Rural

O Produto Interno Bruto da china avançou 6,0% no terceiro trimestre de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados publicados na quinta-feira, 17, pelo escritório nacional de estatísticas do país. Esse é o ritmo mais lento de crescimento da economia chinesa desde o início da série histórica, em 1992, de acordo com o relatório, a disputa comercial com os Estados Unidos e a desaceleração do Produto Interno Bruto (PIB) de parceiros comerciais da China foram os principais fatores para essa redução no crescimento econômico.

Segundo economista-chefe da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Antônio da Luz, mesmo o resultado sendo o menor em quase 30 anos, a China é um dos poucos países que consegue converter isso em aumento no consumo de alimentos. “A China é um país que tem muito crescimento da classe média, e países com essa característica costumam ter uma boa taxa de conversão de crescimento econômico, em melhorias na dieta, não só na qualidade mas também em volume de alimentos, o que é bastante significativo”, afirma o comentarista. 

Guerra comercial 

No entanto, isso acende um sinal amarelo e preocupa o mercado, afirma o economista. “A preocupação se abre sobre o mercado principalmente em relação a guerra comercial entre China e Estados Unidos, isso porque essa disputa tem dois viés, e assim como ela favorece o Brasil em curto prazo, quando temos melhorias nos prêmios nos portos por exemplo, ela é faca de dois lados, do mesmo modo que isso vem, também se vai rapidamente”, alerta. 

“Essa persistência entre China e Estados Unidos, isso gera um menor crescimento econômico chines, que gera menor crescimento americano que por consequência disso, o mundo também cresce menos. Para o Brasil, que vende alimentos, que depende do crescimento econômico mundial para conseguir aumentar a produção, é um péssimo sinal, que pode trazer consequencias para o agronegócio futuramente’, afirma Antônio da Luz. 

Nova call to action

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O Produto Interno Bruto da china avançou 6,0% no terceiro trimestre de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados publicados na quinta-feira, 17, pelo escritório nacional de estatísticas do país. Esse é o ritmo mais lento de crescimento da economia chinesa desde o início da série histórica, em 1992, de acordo com o relatório, a disputa comercial com os Estados Unidos e a desaceleração do Produto Interno Bruto (PIB) de parceiros comerciais da China foram os principais fatores para essa redução no crescimento econômico.

Segundo economista-chefe da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Antônio da Luz, mesmo o resultado sendo o menor em quase 30 anos, a China é um dos poucos países que consegue converter isso em aumento no consumo de alimentos. “A China é um país que tem muito crescimento da classe média, e países com essa característica costumam ter uma boa taxa de conversão de crescimento econômico, em melhorias na dieta, não só na qualidade mas também em volume de alimentos, o que é bastante significativo”, afirma o comentarista. 

Guerra comercial 

No entanto, isso acende um sinal amarelo e preocupa o mercado, afirma o economista. “A preocupação se abre sobre o mercado principalmente em relação a guerra comercial entre China e Estados Unidos, isso porque essa disputa tem dois viés, e assim como ela favorece o Brasil em curto prazo, quando temos melhorias nos prêmios nos portos por exemplo, ela é faca de dois lados, do mesmo modo que isso vem, também se vai rapidamente”, alerta. 

“Essa persistência entre China e Estados Unidos, isso gera um menor crescimento econômico chines, que gera menor crescimento americano que por consequência disso, o mundo também cresce menos. Para o Brasil, que vende alimentos, que depende do crescimento econômico mundial para conseguir aumentar a produção, é um péssimo sinal, que pode trazer consequencias para o agronegócio futuramente’, afirma Antônio da Luz. 

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