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LOGÍSTICA

Rumo avaliará participação em leilões da Ferrogrão e Fiol

As duas ferrovias estão entre os projetos brasileiros mais importantes para o escoamento de commodities, como grãos

16 de junho de 2019 às 17h07
Por Estadão Conteúdo
trilhos em ferovia

Foto: Pixabay

Maior operadora ferroviária do Brasil, a Rumo avaliará eventual participação em leilões das futuras concessões da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e da Ferrogrão, disse Júlio Fontana Neto, ex-presidente executivo da Rumo e integrante de seu conselho da administração.

Ferrogrão e Fiol estão entre os mais importantes projetos ferroviários para o escoamento de commodities, como grãos e minério de ferro, do Brasil. “Somos concessionários ferroviários e temos por obrigação estudar todo e qualquer projeto”, disse Fontana Neto, em evento. “Não são todos que podem trazer interesse para nós, mas com certeza vamos estudar.”

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou ontem que o governo estuda autorizar, e não conceder, a Ferrogrão, que liga os Estados do Mato Grosso e do Pará. “Ganhamos perpetuidade e liberdade de tarifas”, disse.

O governo federal tem expectativa de publicar, ainda neste ano, os editais para os leilões das concessões das duas ferrovias. Segundo a secretária de Fomento, Planejamento e Parcerias do ministério, Natália de Souza, eles estão entre os projetos mais desafiadores do portfólio da pasta, que tem uma carteira total de R$ 208 bilhões.

A Fiol deverá ter extensão de 1.527 quilômetros, entre Ilhéus (BA) e Figueirópolis (TO). O trecho I, de Ilhéus a Caetité (BA), com extensão de 537 km, já tinha até o fim do ano passado 76,2% de execução física da obra completada.

O governador do Pará, Helton Barbalho, havia dito mais cedo, no mesmo evento, que, se o governo federal não acelerar a concessão da Ferrogrão ainda este ano, Pará e Mato Grosso pretendem fazer um consórcio para levar a ferrovia a mercado.

O governo trabalha com a expectativa de licitar 4 mil quilômetros de rodovias ano que vem.

2 comentários

  1. Clímaco Cezar de souza em 17 de junho de 2019 às 09:43

    Quando o mercado vai entender 2 fatores fundamentais e que a Rumo já deve saber: 1) em países não industrializados , apenas transp de minérios (no mínimo 70% dos volumes) conseguem viabilizar os elevadíssimos investimentos e altos custos manutenção ferrovias.. apenas grãos e alimentos nunca permitem isto, até pela alta sazonalidade.. não há como fazer milagres, a não ser nas loucuras; 2) que a ferrograo além de ambientalmente problemática será uma grande concorrente da FNS mais CARAJAS tanto para ITAQUI mais PECEM, SUAPE, ILHEUS E ATE MANAUS E NOVO CANAL PANAMA.. NEM AS TRADINGS CONSEGUEM MUDAR ISTO OU SERA QUE NAO VEEM A MULTIFUNCIONALIDADE DA FNS?? que depois , não saiam fora como fizeram no sul, e NAO DEIXEM OS PEPINOS PARA O PAIS E POVO

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Rumo avaliará participação em leilões da Ferrogrão e Fiol

As duas ferrovias estão entre os projetos brasileiros mais importantes para o escoamento de commodities, como grãos

16 de junho de 2019 às 17h07
Por Estadão Conteúdo
trilhos em ferovia

Foto: Pixabay

Maior operadora ferroviária do Brasil, a Rumo avaliará eventual participação em leilões das futuras concessões da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e da Ferrogrão, disse Júlio Fontana Neto, ex-presidente executivo da Rumo e integrante de seu conselho da administração.

Ferrogrão e Fiol estão entre os mais importantes projetos ferroviários para o escoamento de commodities, como grãos e minério de ferro, do Brasil. “Somos concessionários ferroviários e temos por obrigação estudar todo e qualquer projeto”, disse Fontana Neto, em evento. “Não são todos que podem trazer interesse para nós, mas com certeza vamos estudar.”

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou ontem que o governo estuda autorizar, e não conceder, a Ferrogrão, que liga os Estados do Mato Grosso e do Pará. “Ganhamos perpetuidade e liberdade de tarifas”, disse.

O governo federal tem expectativa de publicar, ainda neste ano, os editais para os leilões das concessões das duas ferrovias. Segundo a secretária de Fomento, Planejamento e Parcerias do ministério, Natália de Souza, eles estão entre os projetos mais desafiadores do portfólio da pasta, que tem uma carteira total de R$ 208 bilhões.

A Fiol deverá ter extensão de 1.527 quilômetros, entre Ilhéus (BA) e Figueirópolis (TO). O trecho I, de Ilhéus a Caetité (BA), com extensão de 537 km, já tinha até o fim do ano passado 76,2% de execução física da obra completada.

O governador do Pará, Helton Barbalho, havia dito mais cedo, no mesmo evento, que, se o governo federal não acelerar a concessão da Ferrogrão ainda este ano, Pará e Mato Grosso pretendem fazer um consórcio para levar a ferrovia a mercado.

O governo trabalha com a expectativa de licitar 4 mil quilômetros de rodovias ano que vem.

2 comentários

  1. Clímaco Cezar de souza em 17 de junho de 2019 às 09:43

    Quando o mercado vai entender 2 fatores fundamentais e que a Rumo já deve saber: 1) em países não industrializados , apenas transp de minérios (no mínimo 70% dos volumes) conseguem viabilizar os elevadíssimos investimentos e altos custos manutenção ferrovias.. apenas grãos e alimentos nunca permitem isto, até pela alta sazonalidade.. não há como fazer milagres, a não ser nas loucuras; 2) que a ferrograo além de ambientalmente problemática será uma grande concorrente da FNS mais CARAJAS tanto para ITAQUI mais PECEM, SUAPE, ILHEUS E ATE MANAUS E NOVO CANAL PANAMA.. NEM AS TRADINGS CONSEGUEM MUDAR ISTO OU SERA QUE NAO VEEM A MULTIFUNCIONALIDADE DA FNS?? que depois , não saiam fora como fizeram no sul, e NAO DEIXEM OS PEPINOS PARA O PAIS E POVO

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