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PROJEÇÃO

RenovaBio pode gerar ciclo de investimento no etanol de cana e milho

Segundo a INTL FCStone, o Crédito de Descarbonização por Biocombustíveis (CBio), é um aspecto importante para gerar investimentos na cadeia do combustível

19 de setembro de 2018 às 17h03
Por Estadão Conteúdo

Foto: Canal Rural

O etanol tende a ser o setor mais beneficiado pela política nacional de biocombustíveis, o RenovaBio. Para o analista de mercado da INTL FCStone, João Paulo Botelho, o programa pode desencadear um novo ciclo de investimentos para o produto, tanto na cadeia produtora de etanol de cana-de-açúcar, quanto do combustível proveniente do milho.

“O momento de superávit global de açúcar não deve permanecer por muitos anos e, quando vier essa virada na oferta, as usinas terão mais um incentivo financeiro para investir em área agrícola. Nos próximos anos, é possível que também haja investimento em expansão industrial das usinas”, projeta o especialista.

Enquanto a virada do açúcar não ocorre, Botelho alerta que, sem incentivo ao Crédito de Descarbonização por Biocombustíveis (CBio), haverá dificuldade para gerar investimentos na cadeia do etanol.

No que se refere ao investimento em áreas agrícolas, um dos destaques é a necessidade de incremento de 30% na disponibilidade de cana-de-açúcar durante a primeira etapa do RenovaBio, que vai até 2028.

Sobre o mercado de milho para produção de etanol, existe uma preocupação sobre como as usinas realizarão o cadastramento e a rastreabilidade dos fornecedores do grão, com informações sobre sementes e quantidade de insumos utilizados na lavoura. Estes dados são necessários para que a usina consiga gerar o CBio.

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RenovaBio pode gerar ciclo de investimento no etanol de cana e milho

Segundo a INTL FCStone, o Crédito de Descarbonização por Biocombustíveis (CBio), é um aspecto importante para gerar investimentos na cadeia do combustível

19 de setembro de 2018 às 17h03
Por Estadão Conteúdo

Foto: Canal Rural

O etanol tende a ser o setor mais beneficiado pela política nacional de biocombustíveis, o RenovaBio. Para o analista de mercado da INTL FCStone, João Paulo Botelho, o programa pode desencadear um novo ciclo de investimentos para o produto, tanto na cadeia produtora de etanol de cana-de-açúcar, quanto do combustível proveniente do milho.

“O momento de superávit global de açúcar não deve permanecer por muitos anos e, quando vier essa virada na oferta, as usinas terão mais um incentivo financeiro para investir em área agrícola. Nos próximos anos, é possível que também haja investimento em expansão industrial das usinas”, projeta o especialista.

Enquanto a virada do açúcar não ocorre, Botelho alerta que, sem incentivo ao Crédito de Descarbonização por Biocombustíveis (CBio), haverá dificuldade para gerar investimentos na cadeia do etanol.

No que se refere ao investimento em áreas agrícolas, um dos destaques é a necessidade de incremento de 30% na disponibilidade de cana-de-açúcar durante a primeira etapa do RenovaBio, que vai até 2028.

Sobre o mercado de milho para produção de etanol, existe uma preocupação sobre como as usinas realizarão o cadastramento e a rastreabilidade dos fornecedores do grão, com informações sobre sementes e quantidade de insumos utilizados na lavoura. Estes dados são necessários para que a usina consiga gerar o CBio.

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